Magna Concursos

Foram encontradas 14.768 questões.

2552221 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CONSESP
Orgão: Câm. Aurilândia-GO
Provas:
As disposições normativas serão redigidas com clareza, observadas, para esse propósito, a seguinte norma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2552174 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IBADE
Orgão: CBM-PB
Provas:
Com relação ao modelo de Requerimento adotado pela Portaria nº 001 EME de 11 /03/2013, é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2552123 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IBADE
Orgão: CBM-PB
Provas:
Sobre as comunicações oficiais, julgue os itens a seguir:
I. O Oficio é um documento de correspondência no âmbito exclusivamente externo.
II . O Requerimento trata da transmissão de ordens aos escalões subordinados.
III . A Parte é um documento de correspondência no âmbito exclusivamente interno.
Está correto o que se firma apenas em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2551238 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CONSESP
Orgão: Câm. Aurilândia-GO
Provas:
Os textos legais serão articulados com observância dos seguintes princípios:
I. a unidade básica de articulação será o artigo, indicado pela abreviatura "Art.", seguida de numeração cardinal até o nono e ordinal a partir deste.
II. os artigos desdobrar-se-ão em parágrafos ou em incisos; os parágrafos em incisos, os incisos em alíneas e as alíneas em itens.
III. os parágrafos serão representados pelo sinal gráfico "§", seguido de numeração ordinal até o nono e cardinal a partir deste, utilizando-se, quando existente apenas um, a expressão "parágrafo único" por extenso.
IV. os incisos serão representados por algarismos romanos, as alíneas por letras minúsculas e os itens por algarismos arábicos.
Estão corretos os princípios contidos em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Inclusão Social
Rodolfo F. Alves Pena
A inclusão social é o termo utilizado para designar toda e qualquer política de inserção de pessoas ou grupos excluídos na sociedade. Portanto, falar de inclusão social é remeter ao seu inverso, a exclusão social.
Nesse sentido, para estabelecer uma ação de inclusão social, primeiramente é necessário observar e identificar quais seriam aqueles que estariam sistematicamente excluídos da sociedade, ou seja, que não gozam dos seus benefícios e direitos básicos, como saúde, educação, emprego, renda, lazer, cultura, entre outros.
De certo modo, é muito difícil que alguém ou algum grupo social esteja totalmente excluído de toda a sociedade. Geralmente, isso ocorre sobre uma parte dela. Assim, falar de inclusão é falar de democratizar os diferentes espaços para aqueles que não possuem acesso direto a eles.
Por exemplo: as cotas raciais seriam uma medida de inclusão dos negros na universidade, no sentido de que esse grupo de pessoas, por razões históricas, possui estatisticamente maiores limitações materiais para alcançar o nível superior. Outro caso seria a adoção de medidas de acessibilidade para idosos e deficientes físicos que não conseguem acessar ou se deslocar em espaços públicos das cidades.
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos[1] resume alguns dados que podemos considerar como exemplos de exclusão social: 125 milhões de crianças no mundo não frequentam a escola, sendo dois terços delas mulheres; somente 1% dos deficientes físicos frequentam a escola em países subdesenvolvidos e emergentes; e 12 milhões de crianças morrem por problemas relacionados com a falta de recursos por ano.
Vale lembrar que, por exemplo, caso uma pessoa seja de determinada etnia, ou cor, ou possua algum tipo de deficiência física ou seja portadora de necessidades especiais, ela não é automaticamente uma pessoa socialmente excluída. No entanto, se a sociedade não oferece condições e faz com que qualquer uma dessas características se torne um impeditivo à liberdade humana, então há um caso de exclusão social. Portanto, mais do que uma expressão, a exclusão social é, de certo modo, uma forma de violência ao ser ou à dignidade humana, uma vez que impede um indivíduo de exercer a sua cidadania por razões eticamente não justificáveis.
Nesse contexto, a inclusão social transformou-se em um objetivo a ser perseguido por várias pessoas, em uma forma de luta. Assim, existem atualmente inúmeros movimentos sociais que reivindicam da sociedade geral e do poder público a efetuação de uma política real de contrapeso às diferenças históricas e sociais constituídas no cerne da história da civilização moderna. No Brasil, por exemplo, existem os movimentos de feministas, de negros, de homossexuais, de praticantes de religiões africanas, de portadores de necessidades especiais etc.
Mais do que um esforço do governo em suas diferentes escalas, é preciso também uma maior ação social para a promoção de políticas de inclusão social. Isso envolve diversas áreas da sociedade, como a educação e a cultura, entre outras. Por isso, esforços coletivos e individuais que visem romper preconceitos e ações coercitivas são necessários para uma melhor vivência cotidiana.
[1] Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ética e cidadania: construindo valores na escola e na sociedade. Brasília: Ministério da Educação, SEIF, SEMTEC, SEED, 2003. Disponível em: http://www.oei.es/quipu/brasil/ec_inclu.pdf.
Em carta formal sobre exclusões sociais destinada aos vereadores da Câmara Municipal de Natal, o pronome de tratamento adequado para dirigir-se, diretamente, a essas autoridades é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2550101 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UERR
Orgão: PM-RR
Provas:

Ainda sobre o Manual de Redação da Presidência da República, no que trata sobre a adequação da linguagem em documentos oficiais, podemos identificar a alternativa incorreta em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2549969 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNCERN
Orgão: FUNDASE-RN
Provas:
Dirigindo-se diretamente a um juiz eleitoral a fim de denunciar a compra e a venda de votos, o tratamento dado a essa autoridade é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto CB1A1AAA

Não há dúvida de que a televisão apresenta ao público uma visão distorcida de como a ciência forense é conduzida e sobre o que ela é capaz, ou não, de realizar. Os atores que interpretam a equipe de investigação, por exemplo, são uma mistura de policial, detetive e cientista forense — esse perfil profissional não existe na vida real. Toda profissão, individualmente, já é complexa o bastante e demanda educação, treinamento e métodos próprios. A especialização dentro dos laboratórios tornou-se uma norma desde o final da década de 80 do século passado. O cientista forense precisa conhecer os recursos das outras subdisciplinas, mas ninguém é especialista em todas as áreas da investigação criminal. Além disso, os laboratórios frequentemente não realizam todos os tipos de análise devido ao custo, à insuficiência de recursos ou à pouca procura.

As séries da TV retratam incorretamente os cientistas forenses, mostrando-os como se tivessem tempo de sobra para todos os casos. Os programas mostram diversos detetives, técnicos e cientistas dedicando toda sua atenção a uma investigação. Na realidade, cada cientista recebe vários casos ao mesmo tempo. A maioria dos laboratórios acredita que o acúmulo de trabalho é o maior problema que enfrentam, e boa parte dos pedidos de aumento no orçamento baseia-se na dificuldade de dar conta de tanto serviço.

Os programas de investigação criminal de ficção não reproduzem corretamente o que ocorre na vida real quando o assunto são as técnicas científicas: um cientista forense da Universidade de Maryland estima que cerca de 40% do que é mostrado no CSI não existe. Os investigadores verdadeiros não conseguem ser tão precisos quanto suas contrapartes televisivas. Ao analisar uma amostra desconhecida em um aparelho com telas brilhantes e luzes piscantes, o investigador de um desses seriados pode conseguir uma resposta do tipo “batom da marca X, cor 42, lote A-439”. O mesmo personagem talvez interrogue um suspeito e declare “sabemos que a vítima estava com você, pois identificamos o batom dela no seu colarinho”. No mundo real, os resultados quase nunca são tão exatos, e o investigador forense provavelmente não confrontaria diretamente um suspeito. Esse desencontro entre ficção e realidade pode acarretar consequências bizarras. Em Knoxville, Tennessee, um policial relatou: “Estou com um homem cujo carro foi roubado. Ele viu uma fibra vermelha no banco traseiro e quer que eu descubra de onde ela veio, em que loja foi comprada e qual cartão de crédito foi usado”.

A realidade do CSI. In: Scientific American Brazil. Segmento. Internet: <http://www2.uol.com.br> (com adaptações).

Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, bem como o disposto no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que se segue.

Considere que o delegado de polícia tivesse de relatar o acontecimento mencionado no último período do texto em documento destinado ao Ministério Público. Nesse caso, o policial deveria utilizar um ofício e poderia nele incluir o seguinte trecho, que mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto, além de apresentar linguagem adequada para compor um documento oficial: O policial relatou que estava com um homem cujo carro fora roubado e que tal homem, tendo visto uma fibra vermelha no banco traseiro, queria que ele, o policial, descobrisse de onde a fibra havia vindo, em que loja havia sido comprada e qual cartão de crédito havia sido usado na compra.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2353176 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
Provas:
À Mariana Silva, servidora da UNIFAL-MG, foi solicitada a elaboração de uma comunicação oficial cujo destinatário é a “Moça triste” do texto, que supostamente faz serviços de diarista. Considerando as normas de Redação Oficial, qual gênero do discurso Mariana elaborou?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2353172 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
Provas:
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, “Uma das convenções estabelecidas na linguagem escrita ‘consiste em apresentar ideias similares numa forma gramatical idêntica’, o que se chama de paralelismo. Assim, incorre-se em erro ao conferir forma não paralela a elementos paralelos”. (BRASIL, 2002).
Mariana Silva, servidora pública, lotada na UNIFAL-MG, ao elaborar um memorando, observou o uso do paralelismo na produção de gêneros do discurso oficiais, conforme determina o Manual de Redação. Desse modo, qual foi o trecho escrito por Mariana?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas