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4148253 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Jati-CE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica.

Analise os termos acessórios presentes na oração e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4148252 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Jati-CE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década.

Analise a organização sintática do período e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4148251 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
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Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético.

Analise os termos que compõem a oração e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4148250 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Jati-CE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os temas mais importantes de 2026 para a educação
Com o início do ano letivo, o planejamento escolar se renova. Para além dos conteúdos previstos nos currículos, acontecimentos do cenário nacional e internacional passam a integrar debates e experiências de aprendizagem. Em 2026, grandes eventos globais e mudanças nas políticas educacionais oferecem oportunidades de reflexão articuladas à formação cidadã.
A Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, inaugura novo formato, com ampliação do número de seleções e três países-sede. O evento mobiliza investimentos em infraestrutura e logística, ao mesmo tempo que expõe desafios relacionados à segurança, ao impacto ambiental, às políticas migratórias e às tensões geopolíticas. A competição permite abordar questões de território, clima, identidade cultural, racismo, estatística e história do esporte.
No plano ambiental, a Conferência do Clima das Nações Unidas mantém as mudanças climáticas no centro das discussões globais. As negociações sobre redução do uso de combustíveis fósseis e compromissos internacionais criam condições para debates sobre justiça climática, sustentabilidade e políticas públicas, favorecendo projetos interdisciplinares que integrem ciência, geografia e cidadania.
As eleições nacionais, previstas para outubro, ampliam o campo de discussão sobre democracia, representação e funcionamento do Estado. Em um contexto marcado por desinformação e polarização, compreender os mecanismos de votação, apuração e organização dos poderes públicos fortalece a educação para a participação social e o exercício crítico da cidadania.
Outro eixo central é a regulação da inteligência artificial. A expansão das tecnologias generativas intensifica debates sobre ética, autoria, segurança e impactos no trabalho e na cultura. Cabe à escola promover letramento digital e pensamento crítico, preparando estudantes para analisar como essas ferramentas interferem na produção de conhecimento e nas relações sociais.
No campo das políticas públicas, o novo Plano Nacional de Educação, vigente de 2024 a 2034, redefine metas e estratégias para a educação básica na próxima década. O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto à formação em nível superior e à estruturação de carreiras.
Também a partir de 2026, o componente de Computação previsto na Base Nacional Comum Curricular torna-se obrigatório em toda a educação básica. Organizado em torno do pensamento computacional, do mundo digital e da cultura digital, o currículo busca desenvolver resolução de problemas, raciocínio lógico e reflexão ética sobre os usos da tecnologia.
A saúde mental consolida-se como pauta permanente. Pesquisas apontam que sete em cada dez professores apresentam sinais de ansiedade ou depressão, e parcela significativa declara esgotamento emocional diante de jornadas intensas e múltiplas demandas. O cuidado deve alcançar também os estudantes, sobretudo diante de situações de sofrimento psíquico, exigindo investimento contínuo em clima escolar saudável.
A atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente para o ambiente digital responde à realidade de uma infância amplamente conectada. O crescimento do acesso à internet entre crianças e adolescentes amplia riscos de exposição e violência online, o que reforça a responsabilidade das plataformas e da escola na promoção do uso seguro das tecnologias.
A educação antirracista permanece como compromisso legal e ético. O ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena deve ocorrer de forma transversal, integrando diferentes áreas do conhecimento e contribuindo para o enfrentamento do racismo estrutural.
Por fim, a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva reafirma o direito à educação para pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista, altas habilidades e superdotação. O crescimento das matrículas na educação especial nos últimos anos evidencia a necessidade de formação continuada e fortalecimento do atendimento educacional especializado.
Em 2026, decisões políticas, transformações tecnológicas e eventos globais dialogam diretamente com o cotidiano escolar. Ao integrar esses temas ao currículo, a escola amplia a capacidade crítica dos estudantes e reforça seu compromisso com a formação integral e democrática.
https://porvir.org/temas-2026-educacao/.adaptado. 
O documento amplia diretrizes, detalha mecanismos de acompanhamento e reforça a valorização docente, inclusive quanto "à formação" em nível superior e "à estruturação" de carreiras.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao emprego do sinal indicativo de crase nos trechos destacados.
 

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4148235 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Jati-CE
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Lexico-grammar emphasizes the interdependence of vocabulary and syntax, particularly in the study of colligation and semantic preference within specific corpora. Analyze the following statements regarding lexico-grammatical patterns in contemporary English:

I. Colligation refers to the grammatical company a word keeps, such as a verb's preference for a specific clause pattern or part of speech.
II. Delexicalized verbs like "take," "make," and "do" function as semantic shells that carry grammatical weight in fixed phrases.
III. Semantic prosody is a neutral linguistic phenomenon that describes how words combine based solely on their phonological properties.

Which of the following are CORRECT:
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem
Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.
"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.
A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"
Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.
Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.
Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.
Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.
Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.
Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.
Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.
Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado. 
Muitas pessoas "recorrem" à inteligência artificial e "confiam" nas descrições fornecidas pelos aplicativos.

Considerando a regência dos verbos destacados no trecho acima, é CORRETO afirmar que:
 

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Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem
Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.
"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.
A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"
Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.
Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.
Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.
Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.
Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.
Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.
Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.
Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado. 
O texto articula terminologia técnica relacionada à inteligência artificial, depoimentos em discurso direto e referências acadêmicas, mantendo regularidade estrutural e unidade de registro ao longo do desenvolvimento argumentativo.

De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
 

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Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem
Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.
"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.
A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"
Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.
Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.
Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.
Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.
Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.
Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.
Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.
Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado. 
Embora a inteligência artificial ofereça descrições detalhadas e amplie o acesso à informação, pesquisadores alertam que ela pode reforçar padrões restritivos quando é utilizada sem contextualização crítica.

Considerando a organização sintática do período acima, é CORRETO afirmar que:
 

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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem
Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.
"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.
A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"
Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.
Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.
Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.
Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.
Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.
Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.
Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.
Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado. 
Pesquisadores afirmam que, embora a tecnologia amplie a autonomia das pessoas cegas, ela pode reforçar padrões restritos de beleza.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem
Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.
"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.
A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"
Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.
Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.
Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.
Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.
Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.
Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.
Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.
Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado. 
Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos "à" versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza.

Considerando o emprego do sinal indicativo de crase no trecho destacado, é CORRETO afirmar que:
 

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