Foram encontradas 349.831 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Regresso ou progresso
Quando compramos um produto, pensamos em preço,
benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a
cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em
sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
Texto Adaptado
MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026.
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Quando compramos um produto, pensamos em preço,
benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
Texto Adaptado
MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
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2026. Disponível em:
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
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considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
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soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
Texto Adaptado
MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026.
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Quando compramos um produto, pensamos em preço,
benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a
cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em
sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
Texto Adaptado
MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por uma comunicação mais acessível
A acessibilidade das pessoas com deficiência não se
limita à adaptação de espaços físicos, sendo essencial
garantir também uma comunicação acessível. A falta de
informações adequadas coloca pessoas com deficiência,
especialmente visual e auditiva, em situação de
desvantagem social, afetando sua autonomia e
participação plena na sociedade.
Tecnologias como audiodescrição, legendas e intérprete
de Libras são fundamentais em meios de comunicação,
serviços públicos, hospitais e instituições privadas. A Lei
Brasileira de Inclusão assegura o direito à informação
acessível na saúde, na mídia e nos ambientes digitais,
embora essas garantias legais ainda sejam pouco
cumpridas na prática.
A ausência de acessibilidade comunicacional também se
estende às universidades, que raramente oferecem
materiais em formatos alternativos ao impresso. Diante
de um país com milhões de pessoas com deficiência,
assegurar comunicação acessível não é concessão, mas
condição para a igualdade, o respeito aos direitos
humanos e a inclusão efetiva de toda a população.
Texto Adaptado
MOURA, Adailton. Por uma comunicação mais acessível.
Observatório da Imprensa, [s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.observatoriodaimprensa.com.br/interesse-publico/por-umacomunicacao-mais-acessivel/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
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Por uma comunicação mais acessível
A acessibilidade das pessoas com deficiência não se
limita à adaptação de espaços físicos, sendo essencial
garantir também uma comunicação acessível. A falta de
informações adequadas coloca pessoas com deficiência,
especialmente visual e auditiva, em situação de
desvantagem social, afetando sua autonomia e
participação plena na sociedade.
Tecnologias como audiodescrição, legendas e intérprete
de Libras são fundamentais em meios de comunicação,
serviços públicos, hospitais e instituições privadas. A Lei
Brasileira de Inclusão assegura o direito à informação
acessível na saúde, na mídia e nos ambientes digitais,
embora essas garantias legais ainda sejam pouco
cumpridas na prática.
A ausência de acessibilidade comunicacional também se
estende às universidades, que raramente oferecem
materiais em formatos alternativos ao impresso. Diante
de um país com milhões de pessoas com deficiência,
assegurar comunicação acessível não é concessão, mas
condição para a igualdade, o respeito aos direitos
humanos e a inclusão efetiva de toda a população.
Texto Adaptado
MOURA, Adailton. Por uma comunicação mais acessível.
Observatório da Imprensa, [s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.observatoriodaimprensa.com.br/interesse-publico/por-umacomunicacao-mais-acessivel/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
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