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Vou ali e já volto
Por Fabrício Carpinejar
- Uma cidade cresce quando você não frequenta os lugares de sempre, os lugares da moda,
- os lugares badalados, os lugares incensados, mas valoriza o comércio do seu bairro.
- Alarga os seus limites quando você prestigia os restaurantes perto de casa, quando ajuda
- os negócios menores a prosperar, quando oferece condições àqueles que escolheram a sua
- esquina, a sua calçada, a sua vizinhança.
- É assim que se ampliam as possibilidades de um bairro: fomentando o consumo dos
- pequenos empresários. Por isso, eu mantenho a minha farmácia, o meu açougue, a minha
- padaria, o meu supermercado, o meu boteco, o meu buffet a quilo, a minha sapataria, a minha
- lavanderia, a minha feirinha, o meu martelinho de ouro, o meu posto de gasolina, a minha
- ferra....em. Não troco por nada. Ficam a algumas quadras do meu apartamento, num
- quadrilátero favorito.
- Resolvo tudo a pé, sem depender de carro. Subo e desço lombas, cumprimentando os meus
- pensamentos. Trato todos os espaços como se fossem meus. Eu protejo a subsistência das
- minhas redondezas. Priorizo quem está próximo, quem conhece os meus filhos, a minha esposa,
- os meus pais. Como se integrasse os galhos da minha árvore genealógica.
- Sei de cor cada caminho, cada beco, cada praça. Jamais recorro à bengala do Google Maps.
- Armazeno fofocas para o momento do café, leite e pãezinhos no fim da tarde com a família.
- Nem preciso me arrumar para passear pelo seu território. Saio com roupas informais e caseiras,
- de chinelo, bermuda e regata. A rua é o pátio que eu não tenho, o quintal que eu não tenho.
- Não me exige a mesma produção dos deslocamentos a um shopping, a um cinema ou a lojas de
- outros centros.
- Mais do que a qualidade do serviço, prepondera a intimidade do atendimento: ser chamado
- pelo nome, ter as urgências compreendidas, ouvir um “deixa comigo”, puxar o reboque das
- lembranças com uma conversa à toa. A afeição não tem preço. Fideliza acima de qualquer
- desconto.
- Só na minha fruteira, o dono me estende gomos de uma bergamota para provar o quanto
- está docinha. Ou me alcança uma fatia de melancia para mostrar que está madura. Só na minha
- fruteira, ainda aceito troco em balas.
- O melhor bairro é o nosso.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2026/02/vou-ali-e-ja-volto-cml9vcnd501nr012tec0oq39s.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica uma palavra de sentido próximo ao de “informais”, considerando sua ocorrência no trecho “Saio com roupas informais e caseiras, de chinelo, bermuda e regata” (l. 18-19).
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Vou ali e já volto
Por Fabrício Carpinejar
- Uma cidade cresce quando você não frequenta os lugares de sempre, os lugares da moda,
- os lugares badalados, os lugares incensados, mas valoriza o comércio do seu bairro.
- Alarga os seus limites quando você prestigia os restaurantes perto de casa, quando ajuda
- os negócios menores a prosperar, quando oferece condições àqueles que escolheram a sua
- esquina, a sua calçada, a sua vizinhança.
- É assim que se ampliam as possibilidades de um bairro: fomentando o consumo dos
- pequenos empresários. Por isso, eu mantenho a minha farmácia, o meu açougue, a minha
- padaria, o meu supermercado, o meu boteco, o meu buffet a quilo, a minha sapataria, a minha
- lavanderia, a minha feirinha, o meu martelinho de ouro, o meu posto de gasolina, a minha
- ferra....em. Não troco por nada. Ficam a algumas quadras do meu apartamento, num
- quadrilátero favorito.
- Resolvo tudo a pé, sem depender de carro. Subo e desço lombas, cumprimentando os meus
- pensamentos. Trato todos os espaços como se fossem meus. Eu protejo a subsistência das
- minhas redondezas. Priorizo quem está próximo, quem conhece os meus filhos, a minha esposa,
- os meus pais. Como se integrasse os galhos da minha árvore genealógica.
- Sei de cor cada caminho, cada beco, cada praça. Jamais recorro à bengala do Google Maps.
- Armazeno fofocas para o momento do café, leite e pãezinhos no fim da tarde com a família.
- Nem preciso me arrumar para passear pelo seu território. Saio com roupas informais e caseiras,
- de chinelo, bermuda e regata. A rua é o pátio que eu não tenho, o quintal que eu não tenho.
- Não me exige a mesma produção dos deslocamentos a um shopping, a um cinema ou a lojas de
- outros centros.
- Mais do que a qualidade do serviço, prepondera a intimidade do atendimento: ser chamado
- pelo nome, ter as urgências compreendidas, ouvir um “deixa comigo”, puxar o reboque das
- lembranças com uma conversa à toa. A afeição não tem preço. Fideliza acima de qualquer
- desconto.
- Só na minha fruteira, o dono me estende gomos de uma bergamota para provar o quanto
- está docinha. Ou me alcança uma fatia de melancia para mostrar que está madura. Só na minha
- fruteira, ainda aceito troco em balas.
- O melhor bairro é o nosso.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2026/02/vou-ali-e-ja-volto-cml9vcnd501nr012tec0oq39s.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Com base no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Vou ali e já volto
Por Fabrício Carpinejar
- Uma cidade cresce quando você não frequenta os lugares de sempre, os lugares da moda,
- os lugares badalados, os lugares incensados, mas valoriza o comércio do seu bairro.
- Alarga os seus limites quando você prestigia os restaurantes perto de casa, quando ajuda
- os negócios menores a prosperar, quando oferece condições àqueles que escolheram a sua
- esquina, a sua calçada, a sua vizinhança.
- É assim que se ampliam as possibilidades de um bairro: fomentando o consumo dos
- pequenos empresários. Por isso, eu mantenho a minha farmácia, o meu açougue, a minha
- padaria, o meu supermercado, o meu boteco, o meu buffet a quilo, a minha sapataria, a minha
- lavanderia, a minha feirinha, o meu martelinho de ouro, o meu posto de gasolina, a minha
- ferra....em. Não troco por nada. Ficam a algumas quadras do meu apartamento, num
- quadrilátero favorito.
- Resolvo tudo a pé, sem depender de carro. Subo e desço lombas, cumprimentando os meus
- pensamentos. Trato todos os espaços como se fossem meus. Eu protejo a subsistência das
- minhas redondezas. Priorizo quem está próximo, quem conhece os meus filhos, a minha esposa,
- os meus pais. Como se integrasse os galhos da minha árvore genealógica.
- Sei de cor cada caminho, cada beco, cada praça. Jamais recorro à bengala do Google Maps.
- Armazeno fofocas para o momento do café, leite e pãezinhos no fim da tarde com a família.
- Nem preciso me arrumar para passear pelo seu território. Saio com roupas informais e caseiras,
- de chinelo, bermuda e regata. A rua é o pátio que eu não tenho, o quintal que eu não tenho.
- Não me exige a mesma produção dos deslocamentos a um shopping, a um cinema ou a lojas de
- outros centros.
- Mais do que a qualidade do serviço, prepondera a intimidade do atendimento: ser chamado
- pelo nome, ter as urgências compreendidas, ouvir um “deixa comigo”, puxar o reboque das
- lembranças com uma conversa à toa. A afeição não tem preço. Fideliza acima de qualquer
- desconto.
- Só na minha fruteira, o dono me estende gomos de uma bergamota para provar o quanto
- está docinha. Ou me alcança uma fatia de melancia para mostrar que está madura. Só na minha
- fruteira, ainda aceito troco em balas.
- O melhor bairro é o nosso.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2026/02/vou-ali-e-ja-volto-cml9vcnd501nr012tec0oq39s.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
É correto afirmar que o objetivo principal do texto é fazer uma
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as conjunções destacadas aos sentidos que elas estabelecem nos trechos retirados do texto.
Coluna 1
1. Causa.
2. Finalidade.
3. Explicação.
Coluna 2
( ) “Os pais ofereciam aos filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite” (l. 01-02).
( ) “que o ajudou na popularização do fortificante, visto que ele criou o Jeca Tatuzinho” (l. 18-19).
( ) “O Biotônico já não contém álcool etílico na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu” (l. 21-22).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Analise a figura a seguir e as asserções a respeito de sua relação com o texto-base desta prova:

Fonte: https://www.instagram.com/p/DHJBSuptlln/
I. A figura pode ser classificada como um meme que tem uma relação intertextual direta com o tema central do texto-base desta prova.
POIS
II. Empregando uma propaganda do produto sobre o qual versa o texto, o humorista usa uma das características do Biotônico para fazer uma piada transmitida em meio digital.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando a ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto:
“foi criado ___ mais de cem anos no interior de São Paulo”.
“um pouco de ___________ e vinho do Porto”.
“anemia, neurastenia (___________), debilidade e tuberculose”.
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. O texto pode ser caracterizado como expositivo, uma vez que se propõe a apresentar fatos de maneira clara e objetiva.
II. O Biotônico Fontoura somente começou a ser produzido em larga escala décadas após ter sido criado no laboratório do farmacêutico, como afirmou uma revista.
III. Cândido Fontoura teve como um de seus sócios na empresa que passou a fabricar o Biotônico o escritor Monteiro Lobato, que investiu financeiramente nela.
Quais estão corretas?
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No banco dos réus
Por Cláudia Laitano
- Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar,
- dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco: figuras como essas povoavam jornais
- e revistas até o início dos anos 1960. Alguns anúncios chegavam a sugerir que fumar ajudava
- na digestão, aliviava dores de garganta e garantia aquela dose extra de fôlego indispensável
- para enfrentar o dia ___ dia.
- O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer
- foi publicado em 1964. O piloto da série Mad Men, que se passa em 1960, retrata a ginástica do
- publicitário Don Draper para tornar atraente um produto que já começava a soar como cilada.
- Em 1998, as quatro maiores empresas de tabaco dos EUA assinaram um acordo para encerrar
- dezenas de processos judiciais que tentavam recuperar bilhões de dólares gastos com assistência
- médica de fumantes. Ou seja: entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a
- responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante,
- passaram-se mais ou menos 40 anos.
- Então, o “momento tabaco” parece estar batendo ___ porta das big techs em 2026. O
- julgamento do primeiro de dois grandes lotes de ações coletivas contra empresas de tecnologia
- previstos para este ano começou em Los Angeles na semana passada. Até aqui, empresas como
- Meta, Tik Tok, Snapchat e YouTube conseguiram escapar das acusações que envolvem conteúdo
- apelando para leis que isentam as plataformas de responsabilidade com relação ao que os
- usuários publicam. As novas ações atacam por outro flanco. O que está em jogo agora são as
- estratégias usadas por essas plataformas para gerar engajamento a qualquer custo – inclusive
- de crianças e adolescentes.
- A acusação deve seguir duas linhas de argumentação. A primeira é a de que as big techs
- formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo. “Quanto mais engajamento, mais
- publicidade” é o novo “quanto mais fumantes, mais lucro”. A segunda busca apoio em estudos
- que relacionam o aumento dos casos de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes ao
- advento das mídias sociais.
- Ao contrário da montanha de evidências provando que fumar pode causar câncer, os efeitos
- das redes sociais sobre a saúde mental dos nossos filhos ainda não estão provados. Ainda assim,
- é difícil encontrar um pai ou mãe de adolescente que não esteja preocupado (o fato de que o
- livro Geração Ansiosa está há mais de 90 semanas na lista de best-sellers do New York Times
- dá a dimensão dessa preocupação).
- ___ esta altura do campeonato, nem Don Draper conseguiria nos convencer de que está
- tudo bem com as crianças.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reus-cml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta um trecho no qual há a ocorrência da figura de linguagem hipérbole.
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No banco dos réus
Por Cláudia Laitano
- Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar,
- dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco: figuras como essas povoavam jornais
- e revistas até o início dos anos 1960. Alguns anúncios chegavam a sugerir que fumar ajudava
- na digestão, aliviava dores de garganta e garantia aquela dose extra de fôlego indispensável
- para enfrentar o dia ___ dia.
- O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer
- foi publicado em 1964. O piloto da série Mad Men, que se passa em 1960, retrata a ginástica do
- publicitário Don Draper para tornar atraente um produto que já começava a soar como cilada.
- Em 1998, as quatro maiores empresas de tabaco dos EUA assinaram um acordo para encerrar
- dezenas de processos judiciais que tentavam recuperar bilhões de dólares gastos com assistência
- médica de fumantes. Ou seja: entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a
- responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante,
- passaram-se mais ou menos 40 anos.
- Então, o “momento tabaco” parece estar batendo ___ porta das big techs em 2026. O
- julgamento do primeiro de dois grandes lotes de ações coletivas contra empresas de tecnologia
- previstos para este ano começou em Los Angeles na semana passada. Até aqui, empresas como
- Meta, Tik Tok, Snapchat e YouTube conseguiram escapar das acusações que envolvem conteúdo
- apelando para leis que isentam as plataformas de responsabilidade com relação ao que os
- usuários publicam. As novas ações atacam por outro flanco. O que está em jogo agora são as
- estratégias usadas por essas plataformas para gerar engajamento a qualquer custo – inclusive
- de crianças e adolescentes.
- A acusação deve seguir duas linhas de argumentação. A primeira é a de que as big techs
- formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo. “Quanto mais engajamento, mais
- publicidade” é o novo “quanto mais fumantes, mais lucro”. A segunda busca apoio em estudos
- que relacionam o aumento dos casos de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes ao
- advento das mídias sociais.
- Ao contrário da montanha de evidências provando que fumar pode causar câncer, os efeitos
- das redes sociais sobre a saúde mental dos nossos filhos ainda não estão provados. Ainda assim,
- é difícil encontrar um pai ou mãe de adolescente que não esteja preocupado (o fato de que o
- livro Geração Ansiosa está há mais de 90 semanas na lista de best-sellers do New York Times
- dá a dimensão dessa preocupação).
- ___ esta altura do campeonato, nem Don Draper conseguiria nos convencer de que está
- tudo bem com as crianças.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reus-cml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente a palavra “flanco” em “As novas ações atacam por outro flanco” (l. 19), sem causar alterações significativas ao sentido do trecho a seguir. Desconsidere eventuais necessidades de alteração da estrutura do trecho.
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
No banco dos réus
Por Cláudia Laitano
- Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar,
- dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco: figuras como essas povoavam jornais
- e revistas até o início dos anos 1960. Alguns anúncios chegavam a sugerir que fumar ajudava
- na digestão, aliviava dores de garganta e garantia aquela dose extra de fôlego indispensável
- para enfrentar o dia ___ dia.
- O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer
- foi publicado em 1964. O piloto da série Mad Men, que se passa em 1960, retrata a ginástica do
- publicitário Don Draper para tornar atraente um produto que já começava a soar como cilada.
- Em 1998, as quatro maiores empresas de tabaco dos EUA assinaram um acordo para encerrar
- dezenas de processos judiciais que tentavam recuperar bilhões de dólares gastos com assistência
- médica de fumantes. Ou seja: entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a
- responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante,
- passaram-se mais ou menos 40 anos.
- Então, o “momento tabaco” parece estar batendo ___ porta das big techs em 2026. O
- julgamento do primeiro de dois grandes lotes de ações coletivas contra empresas de tecnologia
- previstos para este ano começou em Los Angeles na semana passada. Até aqui, empresas como
- Meta, Tik Tok, Snapchat e YouTube conseguiram escapar das acusações que envolvem conteúdo
- apelando para leis que isentam as plataformas de responsabilidade com relação ao que os
- usuários publicam. As novas ações atacam por outro flanco. O que está em jogo agora são as
- estratégias usadas por essas plataformas para gerar engajamento a qualquer custo – inclusive
- de crianças e adolescentes.
- A acusação deve seguir duas linhas de argumentação. A primeira é a de que as big techs
- formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo. “Quanto mais engajamento, mais
- publicidade” é o novo “quanto mais fumantes, mais lucro”. A segunda busca apoio em estudos
- que relacionam o aumento dos casos de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes ao
- advento das mídias sociais.
- Ao contrário da montanha de evidências provando que fumar pode causar câncer, os efeitos
- das redes sociais sobre a saúde mental dos nossos filhos ainda não estão provados. Ainda assim,
- é difícil encontrar um pai ou mãe de adolescente que não esteja preocupado (o fato de que o
- livro Geração Ansiosa está há mais de 90 semanas na lista de best-sellers do New York Times
- dá a dimensão dessa preocupação).
- ___ esta altura do campeonato, nem Don Draper conseguiria nos convencer de que está
- tudo bem com as crianças.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reus-cml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as seguintes propostas de alteração de trechos do texto-base:
1. Em “Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar, dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco (1): figuras como essas povoavam jornais e revistas até o início dos anos 1960 (2)”, caso os trechos 1 e 2 sejam invertidos, o pronome “essas” deve ser substituído por “estas” e o emprego dos dois-pontos deve ser mantido para separar os dois trechos.
2. Em “O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer foi publicado em 1964”, é possível reduzir a oração adjetiva expandida “que apontavam” omitindo-se o pronome relativo e empregando a forma verbal no gerúndio sem causar alterações ao sentido e à correção do trecho.
3. Em “entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante, passaram-se mais ou menos 40 anos”, é possível substituir a forma verbal “passaram-se” por “transcorreram-se” sem causar alterações ao sentido e à correção do trecho.
4. Em “A primeira é a de que as big techs formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo”, é possível expandir a oração reduzida “para serem” substituindo-se a preposição “para” pela locução conjuntiva “para que”, o que demandaria a adequação da forma verbal “serem”.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
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