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3956024 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRT-3
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Janeiro Branco: saúde mental como prioridade
O início de um novo ano costuma ser marcado por reflexões, planejamento e definição de metas. Nesse contexto, a campanha Janeiro Branco ganha relevância ao promover o debate sobre saúde mental, qualidade de vida e equilíbrio emocional. O movimento reforça a importância do autocuidado, da quebra de tabus e da compreensão de que cuidar da mente é uma prioridade coletiva e permanente.
Os dados mostram a dimensão do desafio. A depressão e a ansiedade figuram entre os principais problemas de saúde do século, afetando milhões de pessoas no mundo. No Brasil, os índices são ainda mais alarmantes, o que evidencia que a saúde mental não se restringe ao âmbito individual, mas constitui um problema de saúde pública com impactos diretos nas relações sociais e na produtividade.
É fundamental diferenciar emoções naturais de transtornos mentais. A tristeza é passageira e faz parte da experiência humana, enquanto a depressão e a ansiedade persistem e comprometem o cotidiano, exigindo acompanhamento especializado. Reconhecer sinais e buscar ajuda profissional precocemente são atitudes essenciais para evitar o agravamento do sofrimento.
Em 2026, o Janeiro Branco adota o tema "Paz. Equilíbrio. Saúde Mental", convidando à desaceleração e ao fortalecimento do autocuidado. Mais do que uma campanha, trata-se de um chamado à mudança de postura, ao acolhimento e à valorização do que acontece do lado de dentro.
Texto Adaptado
SIQUEIRA, Karina. Janeiro Branco: saúde mental como prioridade. O Tempo, [s.l.], 7 jan. 2026. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/2026/1/7/janeiro-branco-saude-men tal-como-prioridade . Acesso em: 7 jan. 2026.
No enunciado "trata-se de um chamado à mudança de postura...", a partícula "se" cumpre determinada função sintática e está associada a uma estrutura verbal específica. Com base na gramática normativa e na teoria sintática, assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da partícula "se" nesse contexto.
 

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3956023 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRT-3
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Janeiro Branco: saúde mental como prioridade
O início de um novo ano costuma ser marcado por reflexões, planejamento e definição de metas. Nesse contexto, a campanha Janeiro Branco ganha relevância ao promover o debate sobre saúde mental, qualidade de vida e equilíbrio emocional. O movimento reforça a importância do autocuidado, da quebra de tabus e da compreensão de que cuidar da mente é uma prioridade coletiva e permanente.
Os dados mostram a dimensão do desafio. A depressão e a ansiedade figuram entre os principais problemas de saúde do século, afetando milhões de pessoas no mundo. No Brasil, os índices são ainda mais alarmantes, o que evidencia que a saúde mental não se restringe ao âmbito individual, mas constitui um problema de saúde pública com impactos diretos nas relações sociais e na produtividade.
É fundamental diferenciar emoções naturais de transtornos mentais. A tristeza é passageira e faz parte da experiência humana, enquanto a depressão e a ansiedade persistem e comprometem o cotidiano, exigindo acompanhamento especializado. Reconhecer sinais e buscar ajuda profissional precocemente são atitudes essenciais para evitar o agravamento do sofrimento.
Em 2026, o Janeiro Branco adota o tema "Paz. Equilíbrio. Saúde Mental", convidando à desaceleração e ao fortalecimento do autocuidado. Mais do que uma campanha, trata-se de um chamado à mudança de postura, ao acolhimento e à valorização do que acontece do lado de dentro.
Texto Adaptado
SIQUEIRA, Karina. Janeiro Branco: saúde mental como prioridade. O Tempo, [s.l.], 7 jan. 2026. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/2026/1/7/janeiro-branco-saude-men tal-como-prioridade . Acesso em: 7 jan. 2026.
No trecho "convidando à desaceleração e ao fortalecimento do autocuidado", o uso do acento indicativo de crase antes da palavra "desaceleração" deve-se a um fenômeno gramatical específico. Com base na norma culta da língua portuguesa e nos princípios de regência, assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o emprego do acento indicativo de crase nessa construção.
 

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4103141 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Teresina-PI
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Texto para a questão.
Growing Up With A.I.: A Multimedia Challenge for Teenagers and Educators
Show us - in words or images, audio or video - how this technology is affecting you and the teenagers you know. Contest dates: Sept. 10-Oct. 22, 2025.

What's it like to think, create, teach and learn at a time when artificial intelligence is transforming our world?

What do you think its rise will mean for the generation in high school now?

This fall, we invite students and educators to explore these questions, and then show - in words or images, audio or video - how this technology is affecting you and the teenagers you know.

We know we don't have to explain to anyone in a classroom today just how profoundly generative A.I. has changed life in and out of school since ChatGPT was released in late 2022. Our goal, instead, is to learn from you, our core audience of middle and secondary students and teachers.

What is it like to grow up alongside A.I.? How, if at all, have you used it? What about it is surprising,. interesting or exciting? What is concerning, perplexing, scary - or even boring? What do you wish more people understood? What can you show or tell from your unique point of view that might add nuance to the conversation? 

We can't wait to see what you'll make. Click on the topic headings below for more resources and details, and review the full rules here. You might also consider hanging this one-page announcement on your class bulletin board.


Questions? Post a comment here or write to us at LNFeedback@nytimes.com .

(...)
The Challenge

This contest asks you to address one or both of these focus questions:

What's it like to think, create, teach and learn at a time when artificial intelligence is transforming our world?

What do you think its rise will mean for the generation in high school now?


How you address them is up to you. You can take on any aspect of the topic, big or small, negative or positive. You can focus on your life in or out of school, and you can work alone or with others.
Disponível em: https://www.nytimes.com/2025/09/05/learning/growing-up-with-ai-a-multimedia-challenge-for-teenagers-andeducators.html?smid=nytcore-android-share. (adaptado) Acesso em: 30 outubro 2025
O título do texto revela a relação da I.A. na vida de adolescentes e de educadores. Nessa perspectiva, qual o significado construído no título do texto:
Questão Anulada

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4100419 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Chopinzinho-PR
Orgão: Pref. Chopinzinho-PR
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Assinale a sequência que indica as frases pontuadas corretamente:

I. – Cris estão batendo na porta!
II. Amanhã dia 28 estarei de férias.
III. Quanto custa isto?
IV. Que alívio!
V. Sim, eu gostei.
Questão Anulada

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4097465 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Assaré-CE
A FILA
Para os que não desistiram


    Antes da conversão do gentio ao maravilhoso mundo digital, havia mais filas no mundo para se esperar a vez. De nascer. De morrer. De usar o telefone... De pedir perdão... Ou amor eterno.
    As pessoas madrugavam, já concebendo, resignadas, a existência clara da lógica de sempre haver mais fila do que atendimento. Havia grande fome no mundo analógico! Sobretudo, de informação. Por isso, havia a fila só para informação. Fila para saber que outra fila tinha que enfrentar, para pegar a senha para entrar noutra fila... Várias encarnações sobre as pernas cansadas. Numa sequência quase infinda, como uma Matriuska, que, ao fim, revela seu nada.
    Em todo canto havia o canto da fila. E o lugar de quem chegava por último, era sempre o da espera horrenda: o fim final... A danação eterna de esperar a vez e ser avisado: "- Por hoje só! Quem quiser, que volte amanhã e pegue a fila!"
     Receita Federal, INPS, INAMPS, COBAL, Correios, Caixa Econômica 'Foderal', Banco do Brasil, Lojas Brasileiras, vulgo LOBRÁS, veja só! (Não existia Havan!). Tudo era boca para fila, sorvedouro de gente para as infra dimensões. "- Na fila aí, minha gente! Borá lá! Se organizando... Um atrás do outro!" Conduzia a voz de comando, ao que, obedientes, perfilavam-se os peixinhos para adentrar na boca do tubarão. 
    Também eu, no meu tempo, gastei muito do cálcio de minhas pernas engrossando filas. Certa vez, a fila da vez e a conformidade (ou comorbidade) do caso, era na Caixa Econômica. Causo de ir ver se tinha direito a FGTS, Fundo de não sei o quê... auxílio... Mensagem perdida numa garrafa que fosse endereçada a mim.
-Essa fila não anda!?
-Só abre às 9. E pra triagem, ainda!
- Issé uma imoralidade! -E parece que vai chover de novo.
    A fila parecia uma cobra morta. Abandonada sobre a calçada. Começa rente à porta da Caixa... Descia as escadas. Sapateava no barro do retângulo onde jazia um jardim. Ocupava a frente das lojas ainda fechadas: a pastelaria Canarinho, Casa Rosada Tecidos, Dedé discos... Se perdia Rua da Conceição afora, umedecida pela chuva de ontem e sob ameaça de outra.
    Uma velha de saia godê florida cochilava encostada na pa-rede. Uma sacola de plástico preto presa no braço. O diabo de um velho pitava um cigarro forte. "- A essa hora, meu senhor!?". Baforejava fumaça prum lado e pro outro, como uma locomotiva incensando os presentes, que já devidamente anestesiados pelo cotidiano, nem ligavam. No 6° lugar, estava uma bonitinha. Bem feita de corpo, a diaba! Não fosse essa calça brega de oncinha e essa blusa verde-limão escrito H-u-g-o B-os-s! Réplica! Na certa!
De repente gritos e alvoroço! Algo desfez a fila ali atrás. Esbagaçou-se só o rabo da cobra morta!
    Um ladrão! Avançou na bolsa a tira colo de uma mulher baixinha. Ninguém interveio. Puxou ela pro meio da rua. Puxava a bolsa. A mulher rodopiava levada à dança pela força do ladrão.. Um cara alto, magro, cabelo de pigmaleão... Ele rodava a baixinha para esquerda e para direita e ela ia. A bolsa não. Nem se mexia... Debaixo do sovaco. Alça curta ao ombro. Via-se que era prevenida!
    E foram rodando. Rodando... Rodando. Avançando palmo a passo no meio da rua, se aproximando mais e mais da frente do banco. Duelavam agora na nossa frente. Ninguém intervinha. Fez-se grave silencio. Eu era o 13° da fila. Lugar bom, alto, perto já da escada. De onde eu estava, dava para ouvir o fungado do ladrão, já cansado. A baixinha não desistia... Aqui acolá, gritava: " Me solte, sujeito! Me solte!". Mas ele neco de soltar. Uma hora ela sede! Não posso dar o bote perdido!", devia pensar ele. Risco de linchamento, sempre tem.
     Subiram à calçada aos rodopios. O povo só afastou um pouquinho. Ninguém intervinha.
    Pisotearam o barro molhado. Na verdade, lama mesmo, dentro do retângulo com o jardim morto. Ele puxou com as últimas forças prevendo a fraqueza. Chegou a levantá-la do chão! No em falso, ela escorrega e cai. Apertou a bolsa debaixo do sovaco e pressionou com a outra mão. Foi aí que, impaciente com a resistência indevida de alguém tão pequeno, ele sabugou a mulher na lama, revirando-a de muitos modos possíveis, como faria um cachorro faminto, abocanhando uma presa.
     Ela se encorcovava quanto mais ele sacudia. A bolsa ia sumindo dentro dela, como que movediça! 
    Ele por fim, desistiu. Apontou o dedo silencioso e olhou esbugalhado para ela. Nada disse! Saiu na carreira. Talvez mais com vergonha, do que com medo.
    Ninguém interveio.
    Levantou sozinha. Batendo o barro da roupa, passada à lama. Ajeitou a blusa e a bolsa, intacta, debaixo do sovaco. Com altivez, nem olhou pro povo. Se dirigindo a mim (justo a mim! Que a reconheci no primeiro rodopio... ), pronunciou pausadamente o meu nome: "XXXXXXXXX" e disse:
-Tá vendo aí, meu filho, como são as coisas? Uma pobre velha, não tem ninguém que a defenda! Mas ele vai roubar a mãe dele, esse filho da puta! Por que eu mesmo, ele não rouba não! 
Era dona Zuíla, minha professora do ensino fundamental. Há muitas lições que se pode aprender olhando duma fila. Era a minha vez. Há ainda grande fome também no mundo digital! Sobretudo, de coragem.
(Souza, Auricélio Ferreira de. Objeto urgente: A fila p. 47, 50. São Paulo: Patuá, 2025)
O texto nos permite inferir:

I. Há uma crítica poética à era digital e nostalgia por um tempo em que as interações e até mesmo os processos naturais da vida (nascer, morrer) ou sociais (pedir perdão, amor eterno, usar o telefone) envolviam a espera e a conexão humana mais direta.
II. As filas são vistas como parte de uma experiência humana, onde as pessoas interagem ou pelo menos compartilham o mesmo espaço tempo.
II No "maravilhoso mundo digital", muitas dessas "filas" (esperas por comunicação, por serviços, por respostas) foram substituídas por interações instantâneas e virtuais, que, embora eficientes, podem ser consideradas mais impessoais ou menos "vivas" do que a interação face a face. Este é o principal motivo da falta de empatia.
IV. A implicação é que a tecnologia nos conectou à internet, mas nos desconectou de alguma forma das pessoas e do ritmo natural da vida, onde a paciência e a presença eram mais valorizadas.
V. É um lamento lírico pela perda do envolvimento coletivo e da profundidade das relações que a espera e a interação física deveriam proporcionar.
Questão Anulada

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4092766 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB

Atente aos textos I e II para responder à questão.

Texto I

A verdadeira amizade é como a saúde: o seu valor só é reconhecido quando a perdemos. (Charles Caleb Colton)

O amigo deve ser como o dinheiro, cujo valor já conhecemos antes de termos necessidade dele. (Sócrates)

O valor de uma amizade é sentido só quando perdemos. Por isso, vamos atrás até tê-la de volta e, assim, podemos dar o valor que ela merece. Nem sempre somos correspondidos do mesmo jeito. Talvez seja porque a palavra amizade já não é mais a correta. (Carolina Melo)

Fonte: BRAINLY. Texto II Resposta à tarefa 49787794 . Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/49787794/. Acesso em: 18 nov. 2025. [Adaptado]

Texto II

Enunciado 4484369-1

Fonte: PENSADOR. Valor da amizade. Disponível em: https://www.pensador.com/valor_da_amizade/. Acesso em: 18 nov. 2025.

Leia as afirmações abaixo e, à luz dos seus conhecimentos sobre as classes gramaticais, analise as assertivas a seguir.

I - Em “O valor de uma amizade é sentido  quando perdemos”, as palavras sublinhadas são, morfologicamente, na sequência, substantivo, substantivo e advérbio.

II - Em “Você nunca foi meu amigo de verdade” a palavra sublinhada não é substantivo.

III - Em “A verdadeira amizade é como a saúde”, a palavra sublinhada se classifica, morfologicamente, como adjetivo.

É CORRETO o que se afirma em:
Questão Anulada

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4082771 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FSA
Orgão: FSA
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O texto que segue servirá de base para a questão.

Texto 1:
Humanidade
Depôis de conhecer a humanidade
suas perversidades
suas ambições
Eu fui envelhecendo
E perdendo
as ilusões
o que predomina é a
maldade
porque a bondade:
Ninguem pratica
Humanidade ambiciosa
E gananciosa
Que quer ficar rica!
Quando eu morrer…
Não quero renascer
é horrivel, suportar a humanidade
Que tem aparência nobre
Que encobre
As pesimas qualidades
Notei que o ente humano
É perverso, é tirano
Egoista interesseiros
Mas trata com cortêzia
Mas tudo é ipocresia
São rudes, e trapaçêiros
Jesus, Carolina Maria. Meu estranho diário. São Paulo: Xamã, 1996. (grafia original)
Leia o trecho:

Eu fui envelhecendo
E perdendo
as ilusões
o que predomina é a
maldade
porque a bondade:
Ninguem pratica

Analise as afirmações a seguir

I- No plano discursivo, os dois pontos utilizado em “porque a bondade: Ninguem pratica” produz uma pausa enfática e leva destaque para a crítica social construída no poema.
II- No trecho “Ninguém pratica”, o verbo “praticar” está no presente do indicativo, em terceira pessoa do singular, concordando com o pronome indefinido “ninguém”.
III- O verbo “predomina” está empregado no pretérito imperfeito do indicativo, indicando ação habitual ocorrida no passado.

É correto apenas o que se afirma em:
Questão Anulada

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4082721 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Monte Belo-MG
Orgão: Pref. Monte Belo-MG

No contexto da linguagem escrita, o reconhecimento das classes gramaticais contribui para a compreensão e organização do texto. Analise o trecho abaixo:

“A coordenação pedagógica atua de forma ética e responsável na construção do processo educativo.

” As palavras “ética” e “responsável” classificam-se, respectivamente, como:

Questão Anulada

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4082720 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Monte Belo-MG
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Assinale a alternativa em que o uso da crase está CORRETO.
Questão Anulada

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4069320 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: SESC-DF
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Enunciado 4561798-1

Enunciado 4561798-2

Sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto, no trecho “O trabalho de um advogado ou de um político deve produzir um prazer similar ao que experimentamos ao jogar bridge” (linhas de 8 a 10), a palavra “ao” poderia ser substituída por
Questão Anulada

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