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Toy Story 5 e a tecnologia
Por Ana Clara Caielli Barreiro
A Pixar não seria nada sem tecnologia, e as suas inovações revolucionaram o mercado.
Mas agora, mais de 30 anos depois, já se sabe que a moeda dos computadores, dos celulares
e de toda essa conectividade tem um outro lado. Chegou a hora de discutir esse assunto. E a
Pixar fez isso na telona.
Toy Story 5 estreou nos cinemas e no longa, o público reencontra os brinquedos icônicos
da franquia, como o cowboy Woody, a cowgirl Jessie e seu cavalo Bala no Alvo, além do
patrulheiro espacial Buzz Lightyear. Desta vez, a turma enfrenta um desafio muito mais
próximo da realidade: a tecnologia.
O “vilão” do filme é Lilypad, um tablet em formato de sapo que rouba toda a atenção das
crianças e faz com que os brinquedos sejam deixados de lado. Os personagens também se
deparam com alguns aparelhos tecnológicos um pouco mais retrôs, como câmeras e até um
dispositivo em formato de rolo de papel higiênico, chamado Amigo Rolinho, usado para ensinar
crianças a ir ao banheiro.
Em todos os filmes anteriores, o foco era claro: a relação entre as crianças e seus
brinquedos, um ótimo gancho para se conectar com o público. Mas e quando as crianças do
mundo real não brincam mais?
Quando Toy Story 4 foi produzido (o lançamento aconteceu em 2019, mas o filme
começou a ser desenvolvido anos antes), o uso da tecnologia na infância ainda não estava em
seu auge. Hoje, muitas crianças já cre....em com tablets e outros dispositivos eletrônicos para
jogar, assistir a vídeos e conversar com os amigos na palma da mão.
Por isso, um novo Toy Story focado apenas nos brinquedos tradicionais dificilmente
conseguiria se conectar com o público infantil atual da mesma forma. Era preciso dialogar com
a realidade.
Foi assim que surgiu Lilypad. No filme, Bonnie é uma das poucas crianças de seu bairro
que ainda brinca com brinquedos “raiz”, sem ace....o a aparelhos tecnológicos. Por isso, fica
isolada e com dificuldade de fazer amigos – e, por isso, acaba ganhando um tablet de presente
dos pais.
Preocupados com a solidão da menina, os brinquedos e o tablet tentam ajudá-la, cada
um à sua maneira: de um lado, os brinquedos procuram um amigo para brincar com Bonnie;
do outro, Lilypad cria conexões virtuais.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/em-toy-story-5-pixar-confronta-a-sua-aliada-de-sempre-a-tecnologia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “Hoje, muitas crianças já cre....em com tablets e outros dispositivos eletrônicos”.
• “Bonnie é uma das poucas crianças de seu bairro que ainda brinca com brinquedos ‘raiz’, sem ace....o a aparelhos tecnológicos”.
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Toy Story 5 e a tecnologia
Por Ana Clara Caielli Barreiro
A Pixar não seria nada sem tecnologia, e as suas inovações revolucionaram o mercado.
Mas agora, mais de 30 anos depois, já se sabe que a moeda dos computadores, dos celulares
e de toda essa conectividade tem um outro lado. Chegou a hora de discutir esse assunto. E a
Pixar fez isso na telona.
Toy Story 5 estreou nos cinemas e no longa, o público reencontra os brinquedos icônicos
da franquia, como o cowboy Woody, a cowgirl Jessie e seu cavalo Bala no Alvo, além do
patrulheiro espacial Buzz Lightyear. Desta vez, a turma enfrenta um desafio muito mais
próximo da realidade: a tecnologia.
O “vilão” do filme é Lilypad, um tablet em formato de sapo que rouba toda a atenção das
crianças e faz com que os brinquedos sejam deixados de lado. Os personagens também se
deparam com alguns aparelhos tecnológicos um pouco mais retrôs, como câmeras e até um
dispositivo em formato de rolo de papel higiênico, chamado Amigo Rolinho, usado para ensinar
crianças a ir ao banheiro.
Em todos os filmes anteriores, o foco era claro: a relação entre as crianças e seus
brinquedos, um ótimo gancho para se conectar com o público. Mas e quando as crianças do
mundo real não brincam mais?
Quando Toy Story 4 foi produzido (o lançamento aconteceu em 2019, mas o filme
começou a ser desenvolvido anos antes), o uso da tecnologia na infância ainda não estava em
seu auge. Hoje, muitas crianças já cre....em com tablets e outros dispositivos eletrônicos para
jogar, assistir a vídeos e conversar com os amigos na palma da mão.
Por isso, um novo Toy Story focado apenas nos brinquedos tradicionais dificilmente
conseguiria se conectar com o público infantil atual da mesma forma. Era preciso dialogar com
a realidade.
Foi assim que surgiu Lilypad. No filme, Bonnie é uma das poucas crianças de seu bairro
que ainda brinca com brinquedos “raiz”, sem ace....o a aparelhos tecnológicos. Por isso, fica
isolada e com dificuldade de fazer amigos – e, por isso, acaba ganhando um tablet de presente
dos pais.
Preocupados com a solidão da menina, os brinquedos e o tablet tentam ajudá-la, cada
um à sua maneira: de um lado, os brinquedos procuram um amigo para brincar com Bonnie;
do outro, Lilypad cria conexões virtuais.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/em-toy-story-5-pixar-confronta-a-sua-aliada-de-sempre-a-tecnologia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Toy Story 5 e a tecnologia
Por Ana Clara Caielli Barreiro
A Pixar não seria nada sem tecnologia, e as suas inovações revolucionaram o mercado.
Mas agora, mais de 30 anos depois, já se sabe que a moeda dos computadores, dos celulares
e de toda essa conectividade tem um outro lado. Chegou a hora de discutir esse assunto. E a
Pixar fez isso na telona.
Toy Story 5 estreou nos cinemas e no longa, o público reencontra os brinquedos icônicos
da franquia, como o cowboy Woody, a cowgirl Jessie e seu cavalo Bala no Alvo, além do
patrulheiro espacial Buzz Lightyear. Desta vez, a turma enfrenta um desafio muito mais
próximo da realidade: a tecnologia.
O “vilão” do filme é Lilypad, um tablet em formato de sapo que rouba toda a atenção das
crianças e faz com que os brinquedos sejam deixados de lado. Os personagens também se
deparam com alguns aparelhos tecnológicos um pouco mais retrôs, como câmeras e até um
dispositivo em formato de rolo de papel higiênico, chamado Amigo Rolinho, usado para ensinar
crianças a ir ao banheiro.
Em todos os filmes anteriores, o foco era claro: a relação entre as crianças e seus
brinquedos, um ótimo gancho para se conectar com o público. Mas e quando as crianças do
mundo real não brincam mais?
Quando Toy Story 4 foi produzido (o lançamento aconteceu em 2019, mas o filme
começou a ser desenvolvido anos antes), o uso da tecnologia na infância ainda não estava em
seu auge. Hoje, muitas crianças já cre....em com tablets e outros dispositivos eletrônicos para
jogar, assistir a vídeos e conversar com os amigos na palma da mão.
Por isso, um novo Toy Story focado apenas nos brinquedos tradicionais dificilmente
conseguiria se conectar com o público infantil atual da mesma forma. Era preciso dialogar com
a realidade.
Foi assim que surgiu Lilypad. No filme, Bonnie é uma das poucas crianças de seu bairro
que ainda brinca com brinquedos “raiz”, sem ace....o a aparelhos tecnológicos. Por isso, fica
isolada e com dificuldade de fazer amigos – e, por isso, acaba ganhando um tablet de presente
dos pais.
Preocupados com a solidão da menina, os brinquedos e o tablet tentam ajudá-la, cada
um à sua maneira: de um lado, os brinquedos procuram um amigo para brincar com Bonnie;
do outro, Lilypad cria conexões virtuais.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/em-toy-story-5-pixar-confronta-a-sua-aliada-de-sempre-a-tecnologia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Atenção: Considere o texto do filósofo latino Sêneca para responder à questão.
A vida divide-se em três períodos: o que se foi, o que está sendo e o que há de vir. Desses, O que estamos atravessando é breve, o que havemos de atravessar é duvidoso, o que já atravessamos é certo. É este último de fato aquele sobre o qual a fortuna perdeu seu direito, o qual não pode ser reconduzido ao arbítrio de ninguém. Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento. Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado, exceto quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar. Quem avidamente muito cobiçou, desprezou com soberba, venceu com insolência, enganou com insidias, roubou por cupidez, prodigamente dissipou, é forçoso que tema a própria memória. Ora, essa é a parte sagrada e intocável de nosso tempo, posta acima de todos os reveses humanos, subtraída ao reino da Fortuna, e que nem a penúria, nem o medo, nem o ataque de doenças podem atingir. Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios. Somente um a um os dias se mostram presentes para nós, & ainda fracionados em momentos. Porém, todos os dias do passado, tão logo ordenares, estarão diante de ti, a teu arbítrio irão deixar-se examinar detidamente; isso os ocupados não têm tempo de fazer. É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida; as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás. Portanto, a vida deles desaparece num abismo e, tal como de nada adianta verter liquido até a borda de um recipiente, se embaixo não há fundo que o receba e conserve, assim também não importa quanto tempo nos é concedido, se não há lugar onde ele possa depositar-se, se ele vaza por trincas e perfurações de nossas almas.
(Adaptado de: Sêneca. Sobre a brevidade da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p21-22)
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
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(Adaptado de: CUNHA, Celso. Gramática essencial. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013, p. 86
Ocorre objeto direto pleonástico em:
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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