Foram encontradas 355.605 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A conexão primordial
A comunicação fundamenta as relações humanas,
transmite sentimentos, experiências e conhecimentos,
permitindo ao indivíduo compreender a si mesmo e ao
mundo. Desde a Grécia Antiga, o diálogo ocupa lugar
central na construção das ideias, como demonstram os
métodos filosóficos baseados na palavra, na escuta e na
reflexão coletiva.
Na educação, o pensamento de Paulo Freire reafirma o
diálogo como prática transformadora, capaz de construir
sentidos e promover consciência crítica. No entanto, em
uma sociedade marcada pela superexposição e pela
comunicação mediada por tecnologias, a linguagem
tende a se esvaziar, tornando as interações mais
rápidas, superficiais e individualizadas.
O diálogo exige presença, referências físicas e
envolvimento emocional, pois olhar, escutar e sentir são
dimensões essenciais da experiência humana. Valorizar
a conversa, as vivências compartilhadas e as relações
comunitárias significa reconhecer o diálogo como ato
ético, estético e transformador, capaz de fortalecer
vínculos, promover a fraternidade e projetar um futuro
mais humano e solidário.
Texto Adaptado
GEDEON, Leo. A conexão primordial. A Folha Torres, [s.l.], [s.d.].
Disponível em:
https://afolhatorres.com.br/colunas/a-conexao-primordial/ . Acesso em:
18 jan. 2026.
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A conexão primordial
A comunicação fundamenta as relações humanas,
transmite sentimentos, experiências e conhecimentos,
permitindo ao indivíduo compreender a si mesmo e ao
mundo. Desde a Grécia Antiga, o diálogo ocupa lugar
central na construção das ideias, como demonstram os
métodos filosóficos baseados na palavra, na escuta e na
reflexão coletiva.
Na educação, o pensamento de Paulo Freire reafirma o
diálogo como prática transformadora, capaz de construir
sentidos e promover consciência crítica. No entanto, em
uma sociedade marcada pela superexposição e pela
comunicação mediada por tecnologias, a linguagem
tende a se esvaziar, tornando as interações mais
rápidas, superficiais e individualizadas.
O diálogo exige presença, referências físicas e
envolvimento emocional, pois olhar, escutar e sentir são
dimensões essenciais da experiência humana. Valorizar
a conversa, as vivências compartilhadas e as relações
comunitárias significa reconhecer o diálogo como ato
ético, estético e transformador, capaz de fortalecer
vínculos, promover a fraternidade e projetar um futuro
mais humano e solidário.
Texto Adaptado
GEDEON, Leo. A conexão primordial. A Folha Torres, [s.l.], [s.d.].
Disponível em:
https://afolhatorres.com.br/colunas/a-conexao-primordial/ . Acesso em:
18 jan. 2026.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Regresso ou progresso
Quando compramos um produto, pensamos em preço,
benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a
cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em
sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
Texto Adaptado
MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026.
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Regresso ou progresso
Quando compramos um produto, pensamos em preço,
benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
Texto Adaptado
MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
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Quando compramos um produto, pensamos em preço,
benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
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MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
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Regresso ou progresso
Quando compramos um produto, pensamos em preço,
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
Texto Adaptado
MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
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MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
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MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
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Quando compramos um produto, pensamos em preço,
benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a
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sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
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benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a
cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em
sua produção. Mais recentemente, passou-se a
considerar a pegada de carbono, associada ao
aquecimento global, como critério de avaliação do
consumo.
O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se
o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo
ambiental, social e ético desse alimento. Embora
difundida como indispensável, a proteína animal não é a
única fonte nutritiva, pois as proteínas estão
naturalmente presentes nos vegetais.
Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas
podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além
disso, é necessário considerar os impactos globais da
cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e
animal, exploração, poluição e emissões que afetam
todo o planeta.
Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem
ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão
de direitos, tratadas como questões internas de
soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso,
mas a um regresso civilizatório que já não pode ser
ignorado.
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MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan.
2026. Disponível em:
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