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Geração Cristal

Por Gilmar Marcílio

  1. Assim são definidos, pela Psicologia moderna, os adolescentes de hoje em dia. Não se pode
  2. negar haver um fundo de verdade. Desconsiderando as exceções, vemos jovens inclinados à
  3. indolência e à incapacidade de resolver problemas de qualquer ordem, por menores que sejam.
  4. Preferem viver algodoados, sob eterna proteção. Ao se desviarem das situações de embates
  5. apresentadas, retardam o seu amadurecimento e só conseguem lidar com o miúdo da realidade.
  6. Transferem esforços, colocando-se em situação de fragilidade. Há muito tempo trabalho com
  7. estudantes nesta faixa etária e percebo uma diminuição de interesse no processo de
  8. aprendizagem. Por outro lado, são saga....es e rápidos na elaboração das tarefas a cumprir.
  9. Somente quando querem, e isso, infelizmente, está longe de ser a regra. Costumam ser mais
  10. inteligentes que as gerações anteriores, pois têm acesso a um número gigantesco de
  11. informações desde cedo. A questão é: ao receberem fácil, vão se tornando resistentes aos
  12. processos que demandam tempo e disponibilidade maiores. A inteligência artificial fornece
  13. respostas instantâneas. Mas a vida, não. Portanto, é “natural” reagirem dessa maneira ___
  14. demandas solicitadas.
  15. Aprecio conviver com eles, pois estão libertos de vários preconceitos sustentados por pais
  16. e avós com disfarçado orgulho. Respondem com rapidez a toda indagação. Porém, junto a isso
  17. constata-se terem esca....o apreço pela autoridade alheia, outrora verticalizada. Atribuem pouca
  18. importância ___ experiência. Têm afeição pelo novo, onipresente. Com isso, acabam detendo
  19. um poder nunca antes visto em épocas idas. Transitam com extrema facilidade pelo mundo
  20. tecnológico, ao contrário de nós, os “velhos”, pois encontramos dificuldades em assimilar este
  21. universo apresentado durante a nossa formação adulta. No entanto, poderão dizer vocês, esses
  22. conflitos estiveram sempre presentes na história da humanidade. Sim, contudo, de forma
  23. bastante atenuada. As mudanças eram lentas e mal notadas ao longo dos anos. Agora se dão
  24. em meses, semanas. Vejo nisso aspectos positivos também. Os conceitos passaram a ser
  25. questionados, pois esses jovens gostam de experienciar, recusando valores passados pelos
  26. demais. Rompem com barreiras, arejando ___ existência.
  27. Tudo colocado na balança, verifica-se estar acontecendo uma ruptura de proporções
  28. gigantescas. Na busca pelo ideal, os manteríamos curiosos, atentos e críticos. Ressalve-se, no
  29. entanto, como seria saudável e....pandir o respeito pelos responsáveis que lhes abriram as
  30. portas. Como por enquanto isso está ausente no horizonte, impor limites e cobrar ações eficazes
  31. parece ser a conduta necessária.
  32. Nem cristal nem ferro: uma junção dos dois para criar um terceiro elemento mais maleável,
  33. fundamental para o caminho do crescimento pessoal. Afinal de contas, logo ali, eles terão uma
  34. única escolha a fazer: enfrentar com força e determinação os desafios que certamente serão
  35. postos à sua frente. Estarão preparados?

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/gilmar-marcilio/noticia/2026/01/geracao-cristal-cmkr9xweb028901682mf8fayh.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale a alternativa que apresenta a reescrita correta do trecho a seguir, retirado do texto, sem causar alterações significativas ao seu sentido:

“Ressalve-se, no entanto, como seria saudável e....pandir o respeito pelos responsáveis”.

 

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Geração Cristal

Por Gilmar Marcílio

  1. Assim são definidos, pela Psicologia moderna, os adolescentes de hoje em dia. Não se pode
  2. negar haver um fundo de verdade. Desconsiderando as exceções, vemos jovens inclinados à
  3. indolência e à incapacidade de resolver problemas de qualquer ordem, por menores que sejam.
  4. Preferem viver algodoados, sob eterna proteção. Ao se desviarem das situações de embates
  5. apresentadas, retardam o seu amadurecimento e só conseguem lidar com o miúdo da realidade.
  6. Transferem esforços, colocando-se em situação de fragilidade. Há muito tempo trabalho com
  7. estudantes nesta faixa etária e percebo uma diminuição de interesse no processo de
  8. aprendizagem. Por outro lado, são saga....es e rápidos na elaboração das tarefas a cumprir.
  9. Somente quando querem, e isso, infelizmente, está longe de ser a regra. Costumam ser mais
  10. inteligentes que as gerações anteriores, pois têm acesso a um número gigantesco de
  11. informações desde cedo. A questão é: ao receberem fácil, vão se tornando resistentes aos
  12. processos que demandam tempo e disponibilidade maiores. A inteligência artificial fornece
  13. respostas instantâneas. Mas a vida, não. Portanto, é “natural” reagirem dessa maneira ___
  14. demandas solicitadas.
  15. Aprecio conviver com eles, pois estão libertos de vários preconceitos sustentados por pais
  16. e avós com disfarçado orgulho. Respondem com rapidez a toda indagação. Porém, junto a isso
  17. constata-se terem esca....o apreço pela autoridade alheia, outrora verticalizada. Atribuem pouca
  18. importância ___ experiência. Têm afeição pelo novo, onipresente. Com isso, acabam detendo
  19. um poder nunca antes visto em épocas idas. Transitam com extrema facilidade pelo mundo
  20. tecnológico, ao contrário de nós, os “velhos”, pois encontramos dificuldades em assimilar este
  21. universo apresentado durante a nossa formação adulta. No entanto, poderão dizer vocês, esses
  22. conflitos estiveram sempre presentes na história da humanidade. Sim, contudo, de forma
  23. bastante atenuada. As mudanças eram lentas e mal notadas ao longo dos anos. Agora se dão
  24. em meses, semanas. Vejo nisso aspectos positivos também. Os conceitos passaram a ser
  25. questionados, pois esses jovens gostam de experienciar, recusando valores passados pelos
  26. demais. Rompem com barreiras, arejando ___ existência.
  27. Tudo colocado na balança, verifica-se estar acontecendo uma ruptura de proporções
  28. gigantescas. Na busca pelo ideal, os manteríamos curiosos, atentos e críticos. Ressalve-se, no
  29. entanto, como seria saudável e....pandir o respeito pelos responsáveis que lhes abriram as
  30. portas. Como por enquanto isso está ausente no horizonte, impor limites e cobrar ações eficazes
  31. parece ser a conduta necessária.
  32. Nem cristal nem ferro: uma junção dos dois para criar um terceiro elemento mais maleável,
  33. fundamental para o caminho do crescimento pessoal. Afinal de contas, logo ali, eles terão uma
  34. única escolha a fazer: enfrentar com força e determinação os desafios que certamente serão
  35. postos à sua frente. Estarão preparados?

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/gilmar-marcilio/noticia/2026/01/geracao-cristal-cmkr9xweb028901682mf8fayh.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

No trecho “Sim, contudo, de forma bastante atenuada” (l. 22-23), a conjunção “contudo” é ________________ e poderia ser substituída por _______________, sem causar alterações ao sentido do trecho em que ocorre, _____________ necessárias alterações no período.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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Geração Cristal

Por Gilmar Marcílio

  1. Assim são definidos, pela Psicologia moderna, os adolescentes de hoje em dia. Não se pode
  2. negar haver um fundo de verdade. Desconsiderando as exceções, vemos jovens inclinados à
  3. indolência e à incapacidade de resolver problemas de qualquer ordem, por menores que sejam.
  4. Preferem viver algodoados, sob eterna proteção. Ao se desviarem das situações de embates
  5. apresentadas, retardam o seu amadurecimento e só conseguem lidar com o miúdo da realidade.
  6. Transferem esforços, colocando-se em situação de fragilidade. Há muito tempo trabalho com
  7. estudantes nesta faixa etária e percebo uma diminuição de interesse no processo de
  8. aprendizagem. Por outro lado, são saga....es e rápidos na elaboração das tarefas a cumprir.
  9. Somente quando querem, e isso, infelizmente, está longe de ser a regra. Costumam ser mais
  10. inteligentes que as gerações anteriores, pois têm acesso a um número gigantesco de
  11. informações desde cedo. A questão é: ao receberem fácil, vão se tornando resistentes aos
  12. processos que demandam tempo e disponibilidade maiores. A inteligência artificial fornece
  13. respostas instantâneas. Mas a vida, não. Portanto, é “natural” reagirem dessa maneira ___
  14. demandas solicitadas.
  15. Aprecio conviver com eles, pois estão libertos de vários preconceitos sustentados por pais
  16. e avós com disfarçado orgulho. Respondem com rapidez a toda indagação. Porém, junto a isso
  17. constata-se terem esca....o apreço pela autoridade alheia, outrora verticalizada. Atribuem pouca
  18. importância ___ experiência. Têm afeição pelo novo, onipresente. Com isso, acabam detendo
  19. um poder nunca antes visto em épocas idas. Transitam com extrema facilidade pelo mundo
  20. tecnológico, ao contrário de nós, os “velhos”, pois encontramos dificuldades em assimilar este
  21. universo apresentado durante a nossa formação adulta. No entanto, poderão dizer vocês, esses
  22. conflitos estiveram sempre presentes na história da humanidade. Sim, contudo, de forma
  23. bastante atenuada. As mudanças eram lentas e mal notadas ao longo dos anos. Agora se dão
  24. em meses, semanas. Vejo nisso aspectos positivos também. Os conceitos passaram a ser
  25. questionados, pois esses jovens gostam de experienciar, recusando valores passados pelos
  26. demais. Rompem com barreiras, arejando ___ existência.
  27. Tudo colocado na balança, verifica-se estar acontecendo uma ruptura de proporções
  28. gigantescas. Na busca pelo ideal, os manteríamos curiosos, atentos e críticos. Ressalve-se, no
  29. entanto, como seria saudável e....pandir o respeito pelos responsáveis que lhes abriram as
  30. portas. Como por enquanto isso está ausente no horizonte, impor limites e cobrar ações eficazes
  31. parece ser a conduta necessária.
  32. Nem cristal nem ferro: uma junção dos dois para criar um terceiro elemento mais maleável,
  33. fundamental para o caminho do crescimento pessoal. Afinal de contas, logo ali, eles terão uma
  34. única escolha a fazer: enfrentar com força e determinação os desafios que certamente serão
  35. postos à sua frente. Estarão preparados?

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/gilmar-marcilio/noticia/2026/01/geracao-cristal-cmkr9xweb028901682mf8fayh.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Considerando o exposto pelo texto, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Por Gilmar Marcílio

  1. Assim são definidos, pela Psicologia moderna, os adolescentes de hoje em dia. Não se pode
  2. negar haver um fundo de verdade. Desconsiderando as exceções, vemos jovens inclinados à
  3. indolência e à incapacidade de resolver problemas de qualquer ordem, por menores que sejam.
  4. Preferem viver algodoados, sob eterna proteção. Ao se desviarem das situações de embates
  5. apresentadas, retardam o seu amadurecimento e só conseguem lidar com o miúdo da realidade.
  6. Transferem esforços, colocando-se em situação de fragilidade. Há muito tempo trabalho com
  7. estudantes nesta faixa etária e percebo uma diminuição de interesse no processo de
  8. aprendizagem. Por outro lado, são saga....es e rápidos na elaboração das tarefas a cumprir.
  9. Somente quando querem, e isso, infelizmente, está longe de ser a regra. Costumam ser mais
  10. inteligentes que as gerações anteriores, pois têm acesso a um número gigantesco de
  11. informações desde cedo. A questão é: ao receberem fácil, vão se tornando resistentes aos
  12. processos que demandam tempo e disponibilidade maiores. A inteligência artificial fornece
  13. respostas instantâneas. Mas a vida, não. Portanto, é “natural” reagirem dessa maneira ___
  14. demandas solicitadas.
  15. Aprecio conviver com eles, pois estão libertos de vários preconceitos sustentados por pais
  16. e avós com disfarçado orgulho. Respondem com rapidez a toda indagação. Porém, junto a isso
  17. constata-se terem esca....o apreço pela autoridade alheia, outrora verticalizada. Atribuem pouca
  18. importância ___ experiência. Têm afeição pelo novo, onipresente. Com isso, acabam detendo
  19. um poder nunca antes visto em épocas idas. Transitam com extrema facilidade pelo mundo
  20. tecnológico, ao contrário de nós, os “velhos”, pois encontramos dificuldades em assimilar este
  21. universo apresentado durante a nossa formação adulta. No entanto, poderão dizer vocês, esses
  22. conflitos estiveram sempre presentes na história da humanidade. Sim, contudo, de forma
  23. bastante atenuada. As mudanças eram lentas e mal notadas ao longo dos anos. Agora se dão
  24. em meses, semanas. Vejo nisso aspectos positivos também. Os conceitos passaram a ser
  25. questionados, pois esses jovens gostam de experienciar, recusando valores passados pelos
  26. demais. Rompem com barreiras, arejando ___ existência.
  27. Tudo colocado na balança, verifica-se estar acontecendo uma ruptura de proporções
  28. gigantescas. Na busca pelo ideal, os manteríamos curiosos, atentos e críticos. Ressalve-se, no
  29. entanto, como seria saudável e....pandir o respeito pelos responsáveis que lhes abriram as
  30. portas. Como por enquanto isso está ausente no horizonte, impor limites e cobrar ações eficazes
  31. parece ser a conduta necessária.
  32. Nem cristal nem ferro: uma junção dos dois para criar um terceiro elemento mais maleável,
  33. fundamental para o caminho do crescimento pessoal. Afinal de contas, logo ali, eles terão uma
  34. única escolha a fazer: enfrentar com força e determinação os desafios que certamente serão
  35. postos à sua frente. Estarão preparados?

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/gilmar-marcilio/noticia/2026/01/geracao-cristal-cmkr9xweb028901682mf8fayh.html – texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale a alternativa que indica o principal objetivo do texto.

 

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4088187 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

A IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real.

Na frase em questão, encontra-se uma figura de linguagem denominada
 

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4088186 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

A tecnologia e a inteligência artificial transformaram a forma como o ser humano interage com o mundo, mas também levantaram questões sobre ética, inclusão e representatividade. O texto aborda essa temática, discutindo os impactos sociais e simbólicos da IA na vida das pessoas.

Com base na leitura do texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
 

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4088185 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

Nem"todos", porém, têm a mesma experiência.

Em relação ao emprego das classes de palavras, o termo destacado trata-se de

 

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4088184 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

Os textos apresentam diferentes formas de construção, dependendo da intenção comunicativa do autor e do modo como os fatos são relatados ao público.

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual.
 

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4088183 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que a inteligência artificial não conseguia imaginar uma mulher como eu — até agora

Quando a ex-nadadora paralímpica australiana Jess Smith enviou uma foto sua a um gerador de imagens por inteligência artificial (IA), não esperava enfrentar um experimento social. Ela queria apenas aprimorar o retrato, informando que lhe faltava parte do braço esquerdo. Mesmo assim, a ferramenta gerava imagens com dois braços ou com prótese metálica.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que não havia dados suficientes para representar sua condição. "Percebi que a IA reflete as desigualdades e discriminações do mundo real", afirmou. Até outubro, Smith não havia conseguido o resultado desejado. Depois que a BBC questionou o sistema, ela tentou novamente e obteve uma imagem fiel. "É incrível que ele tenha sido finalmente atualizado", disse.

Para Smith, a conquista representa mais que tecnologia: "A representação significa ser parte do mundo que está sendo construído. Quando a IA evolui com inclusão, toda a humanidade avança." A OpenAI, criadora do ChatGPT, confirmou melhorias no modelo e reconheceu os desafios em garantir representações justas, prometendo ampliar a diversidade dos dados de treinamento.

Nem todos, porém, têm a mesma experiência. Naomi Bowman, que tem visão em apenas um olho, relatou que a IA alterou seu rosto e igualou os olhos, mesmo após ela pedir o contrário. "Isso mostra o preconceito embutido na IA", lamentou. Ela defende que os modelos sejam treinados com dados mais amplos e representativos.

Para especialistas, esses vieses reproduzem lacunas culturais e sociais. Abran Maldonado, CEO da empresa Create Labs, afirma que a diversidade deve começar nas equipes que treinam as IAs: "Tudo depende de quem está na sala quando os dados são construídos." Ele lembra que um estudo do governo americano mostrou que algoritmos de reconhecimento facial erram mais com rostos asiáticos e afrodescendentes do que com caucasianos.

Jess Smith afirma que as maiores barreiras que enfrenta são sociais, não físicas. "Quando um banheiro público exige as duas mãos, o problema não é minha limitação, mas o fato de o designer não pensar em mim." Ela teme que o mesmo ocorra com a IA, se os sistemas continuarem a ignorar a diversidade humana.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c33pe2410l0o.adaptado.

Ao questionar o motivo, a IA respondeu que "não havia dados suficientes" para representar sua condição.

Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada, o verbo "haver" é

 

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4088118 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais grosso ou mais fino que o normal, pode indicar desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais comum para estimar gordura corporal, mas não considera diferenças de composição muscular. Por isso, a medição da circunferência do pescoço tornou-se um parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin, do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade. Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha para a obesidade, associada a várias doenças. Essa gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar, colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço. O espessamento pode indicar síndrome metabólica, conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos saudáveis, prática de exercícios e sono adequado ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado esteticamente atraente em algumas culturas, pode apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e, às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra cervical extra — condição congênita e geralmente inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica "que" quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço.

Morfologicamente, o termo destacado trata-se de
 

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