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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. É um substantivo que se une ao substantivo “vontade” a fim de formar um substantivo composto.
II. Um sinônimo adequado seria “repentina”.
III. Um antônimo possível seria “prevista”.
Quais estão corretas?
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento diagnosticar aqui mesmo”.
• “A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns exemplares”.
• “Quem prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem”.
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros no rosto”.
• “Até o bigode da Frida me provocava certa ....”.
• “Nunca ...., mas preciso confessar”.
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A autora relembra o medo que sente de mulheres barbadas após narrar suas experiências com esse tipo de personagem em um circo.
II. A autora sugere que seu medo de se tornar homem possa estar relacionado a comportamentos reprováveis de alguns indivíduos do sexo masculino.
III. A autora relata seu incômodo com a maneira como Frida Kahlo expressava aspectos de sua identidade e posicionamentos contestadores.
Quais estão corretas?
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Por que existem dois Congos na África?
Por Luiza Lopes
A campanha da seleção da República Democrática do Congo na Copa do Mundo de 20
voltou a levantar uma pergunta frequente. Afinal, por que o país divide o nome com seu vizinho,
a República do Congo?
Fundado por povos bantos por volta do século 14, seu território abrangia áreas que hoje
pertencem à República Democrática do Congo, à República do Congo, à Angola e ao Gabão,
enquanto sua capital, Mbanza Congo, ficava próxima à foz do rio Congo.
O reino possuía uma estrutura política organizada, com um rei, autoridades regionais,
sistema de cobrança de tributos e intensa atividade comercial.
A partir do fim do século 15, navegadores portugueses chegaram à costa da África Central
e estabeleceram relações diplomáticas e comerciais com o Reino do Congo. Em um primeiro
momento, houve alianças entre as duas partes. A elite congolesa adotou eleme....tos da cultura
europeia, incluindo o cristianismo, por exe....plo.
Com o tempo, porém, a expansão do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas
alterou profundamente essa relação. A crescente demanda por mão de obra nas colônias
americanas estimulou guerras, disputas internas e o comércio de pessoas escravizadas na
região.
Ao longo dos séculos 16 ao 19, milhões de africanos foram traficados para as Américas,
muitos deles oriundos de territórios que hoje correspondem aos dois Congos e à Angola.
Enfraquecido, o antigo Reino do Congo perdeu boa parte de sua influência e poder. Foi
nesse contexto que ocorreu a chamada Partilha da África. No final do século 19, as principais
potências europeias iniciaram uma corrida para ocupar territórios africanos e explorar seus
recursos naturais.
Entre 1884 e 1885, representantes dessas nações se reuniram na Conferência de Berlim
para dividir grande parte do continente em zonas de influência, sem consultar os povos que já
viviam ali.
Na região do rio Congo, a margem oeste foi incorporada pela França e passou a formar o
Congo Francês. Já a margem leste ficou sob domínio do rei Leopoldo II, da Bélgica. Em vez de
transformar a área em uma colônia do Estado belga, ele registrou o território como uma
propriedade particular. Nascia o Estado Livre do Congo.
Na prática, tratava-se de um imenso empreendimento privado voltado para a extração
de marfim e, principalmente, de borracha, cuja demanda crescia rapidamente com a expansão
da indústria mundial.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-existem-dois-congos-na-africa-e-um-e-mais-democratico-que-o-outro/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por que existem dois Congos na África?
Por Luiza Lopes
A campanha da seleção da República Democrática do Congo na Copa do Mundo de 20
voltou a levantar uma pergunta frequente. Afinal, por que o país divide o nome com seu vizinho,
a República do Congo?
Fundado por povos bantos por volta do século 14, seu território abrangia áreas que hoje
pertencem à República Democrática do Congo, à República do Congo, à Angola e ao Gabão,
enquanto sua capital, Mbanza Congo, ficava próxima à foz do rio Congo.
O reino possuía uma estrutura política organizada, com um rei, autoridades regionais,
sistema de cobrança de tributos e intensa atividade comercial.
A partir do fim do século 15, navegadores portugueses chegaram à costa da África Central
e estabeleceram relações diplomáticas e comerciais com o Reino do Congo. Em um primeiro
momento, houve alianças entre as duas partes. A elite congolesa adotou eleme....tos da cultura
europeia, incluindo o cristianismo, por exe....plo.
Com o tempo, porém, a expansão do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas
alterou profundamente essa relação. A crescente demanda por mão de obra nas colônias
americanas estimulou guerras, disputas internas e o comércio de pessoas escravizadas na
região.
Ao longo dos séculos 16 ao 19, milhões de africanos foram traficados para as Américas,
muitos deles oriundos de territórios que hoje correspondem aos dois Congos e à Angola.
Enfraquecido, o antigo Reino do Congo perdeu boa parte de sua influência e poder. Foi
nesse contexto que ocorreu a chamada Partilha da África. No final do século 19, as principais
potências europeias iniciaram uma corrida para ocupar territórios africanos e explorar seus
recursos naturais.
Entre 1884 e 1885, representantes dessas nações se reuniram na Conferência de Berlim
para dividir grande parte do continente em zonas de influência, sem consultar os povos que já
viviam ali.
Na região do rio Congo, a margem oeste foi incorporada pela França e passou a formar o
Congo Francês. Já a margem leste ficou sob domínio do rei Leopoldo II, da Bélgica. Em vez de
transformar a área em uma colônia do Estado belga, ele registrou o território como uma
propriedade particular. Nascia o Estado Livre do Congo.
Na prática, tratava-se de um imenso empreendimento privado voltado para a extração
de marfim e, principalmente, de borracha, cuja demanda crescia rapidamente com a expansão
da indústria mundial.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-existem-dois-congos-na-africa-e-um-e-mais-democratico-que-o-outro/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaNoções de Fonética
Por que existem dois Congos na África?
Por Luiza Lopes
A campanha da seleção da República Democrática do Congo na Copa do Mundo de 20
voltou a levantar uma pergunta frequente. Afinal, por que o país divide o nome com seu vizinho,
a República do Congo?
Fundado por povos bantos por volta do século 14, seu território abrangia áreas que hoje
pertencem à República Democrática do Congo, à República do Congo, à Angola e ao Gabão,
enquanto sua capital, Mbanza Congo, ficava próxima à foz do rio Congo.
O reino possuía uma estrutura política organizada, com um rei, autoridades regionais,
sistema de cobrança de tributos e intensa atividade comercial.
A partir do fim do século 15, navegadores portugueses chegaram à costa da África Central
e estabeleceram relações diplomáticas e comerciais com o Reino do Congo. Em um primeiro
momento, houve alianças entre as duas partes. A elite congolesa adotou eleme....tos da cultura
europeia, incluindo o cristianismo, por exe....plo.
Com o tempo, porém, a expansão do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas
alterou profundamente essa relação. A crescente demanda por mão de obra nas colônias
americanas estimulou guerras, disputas internas e o comércio de pessoas escravizadas na
região.
Ao longo dos séculos 16 ao 19, milhões de africanos foram traficados para as Américas,
muitos deles oriundos de territórios que hoje correspondem aos dois Congos e à Angola.
Enfraquecido, o antigo Reino do Congo perdeu boa parte de sua influência e poder. Foi
nesse contexto que ocorreu a chamada Partilha da África. No final do século 19, as principais
potências europeias iniciaram uma corrida para ocupar territórios africanos e explorar seus
recursos naturais.
Entre 1884 e 1885, representantes dessas nações se reuniram na Conferência de Berlim
para dividir grande parte do continente em zonas de influência, sem consultar os povos que já
viviam ali.
Na região do rio Congo, a margem oeste foi incorporada pela França e passou a formar o
Congo Francês. Já a margem leste ficou sob domínio do rei Leopoldo II, da Bélgica. Em vez de
transformar a área em uma colônia do Estado belga, ele registrou o território como uma
propriedade particular. Nascia o Estado Livre do Congo.
Na prática, tratava-se de um imenso empreendimento privado voltado para a extração
de marfim e, principalmente, de borracha, cuja demanda crescia rapidamente com a expansão
da indústria mundial.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-existem-dois-congos-na-africa-e-um-e-mais-democratico-que-o-outro/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por que existem dois Congos na África?
Por Luiza Lopes
A campanha da seleção da República Democrática do Congo na Copa do Mundo de 20
voltou a levantar uma pergunta frequente. Afinal, por que o país divide o nome com seu vizinho,
a República do Congo?
Fundado por povos bantos por volta do século 14, seu território abrangia áreas que hoje
pertencem à República Democrática do Congo, à República do Congo, à Angola e ao Gabão,
enquanto sua capital, Mbanza Congo, ficava próxima à foz do rio Congo.
O reino possuía uma estrutura política organizada, com um rei, autoridades regionais,
sistema de cobrança de tributos e intensa atividade comercial.
A partir do fim do século 15, navegadores portugueses chegaram à costa da África Central
e estabeleceram relações diplomáticas e comerciais com o Reino do Congo. Em um primeiro
momento, houve alianças entre as duas partes. A elite congolesa adotou eleme....tos da cultura
europeia, incluindo o cristianismo, por exe....plo.
Com o tempo, porém, a expansão do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas
alterou profundamente essa relação. A crescente demanda por mão de obra nas colônias
americanas estimulou guerras, disputas internas e o comércio de pessoas escravizadas na
região.
Ao longo dos séculos 16 ao 19, milhões de africanos foram traficados para as Américas,
muitos deles oriundos de territórios que hoje correspondem aos dois Congos e à Angola.
Enfraquecido, o antigo Reino do Congo perdeu boa parte de sua influência e poder. Foi
nesse contexto que ocorreu a chamada Partilha da África. No final do século 19, as principais
potências europeias iniciaram uma corrida para ocupar territórios africanos e explorar seus
recursos naturais.
Entre 1884 e 1885, representantes dessas nações se reuniram na Conferência de Berlim
para dividir grande parte do continente em zonas de influência, sem consultar os povos que já
viviam ali.
Na região do rio Congo, a margem oeste foi incorporada pela França e passou a formar o
Congo Francês. Já a margem leste ficou sob domínio do rei Leopoldo II, da Bélgica. Em vez de
transformar a área em uma colônia do Estado belga, ele registrou o território como uma
propriedade particular. Nascia o Estado Livre do Congo.
Na prática, tratava-se de um imenso empreendimento privado voltado para a extração
de marfim e, principalmente, de borracha, cuja demanda crescia rapidamente com a expansão
da indústria mundial.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-existem-dois-congos-na-africa-e-um-e-mais-democratico-que-o-outro/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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