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4088117 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais grosso ou mais fino que o normal, pode indicar desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais comum para estimar gordura corporal, mas não considera diferenças de composição muscular. Por isso, a medição da circunferência do pescoço tornou-se um parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin, do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade. Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha para a obesidade, associada a várias doenças. Essa gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar, colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço. O espessamento pode indicar síndrome metabólica, conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos saudáveis, prática de exercícios e sono adequado ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado esteticamente atraente em algumas culturas, pode apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e, às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra cervical extra — condição congênita e geralmente inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
O texto aborda diferentes aspectos da relação entre o formato do pescoço e possíveis condições de saúde.

Com base nas informações do texto-base, é correto afirmar que
 

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4088116 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais grosso ou mais fino que o normal, pode indicar desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais comum para estimar gordura corporal, mas não considera diferenças de composição muscular. Por isso, a medição da circunferência do pescoço tornou-se um parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin, do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade. Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha para a obesidade, associada a várias doenças. Essa gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar, colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço. O espessamento pode indicar síndrome metabólica, conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos saudáveis, prática de exercícios e sono adequado ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado esteticamente atraente em algumas culturas, pode apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e, às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra cervical extra — condição congênita e geralmente inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical College, um pescoço grosso indica "que o corpo caminha para a obesidade", associada a várias doenças.

Com base na classificação sintática das orações, é correto afirmar que
 

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4088115 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais grosso ou mais fino que o normal, pode indicar desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais comum para estimar gordura corporal, mas não considera diferenças de composição muscular. Por isso, a medição da circunferência do pescoço tornou-se um parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin, do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade. Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha para a obesidade, associada a várias doenças. Essa gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar, colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço. O espessamento pode indicar síndrome metabólica, conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos saudáveis, prática de exercícios e sono adequado ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado esteticamente atraente em algumas culturas, pode apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e, às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra cervical extra — condição congênita e geralmente inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
"Já" um pescoço muito fino, embora considerado esteticamente atraente em algumas culturas, pode apontar anemia.

Com base na classificação das palavras destacadas, é correto afirmar que o termo "já" é
 

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4088114 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que o tamanho do seu pescoço pode dizer sobre sua saúde?
Muitos associam o ganho de peso ao aumento da barriga ou ao aperto das roupas, mas o pescoço também revela sinais importantes sobre a saúde. Se estiver mais grosso ou mais fino que o normal, pode indicar desequilíbrios no organismo.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é o método mais comum para estimar gordura corporal, mas não considera diferenças de composição muscular. Por isso, a medição da circunferência do pescoço tornou-se um parâmetro adicional. De acordo com Shiv Kumar Sarin, do ILBS em Delhi, a medida ideal é de trinta e três a trinta e cinco centímetros para mulheres e de trinta e sete a quarenta centímetros para homens.
Fora do contexto atlético, um pescoço espesso pode sinalizar acúmulo de gordura e risco de obesidade. Segundo Amitav Banerjee, professor do DY Medical College, um pescoço grosso indica que o corpo caminha para a obesidade, associada a várias doenças. Essa gordura é metabolicamente ativa e reflete o volume de gordura visceral, que interfere nos níveis de açúcar, colesterol e pressão arterial.
Ahmed Elbediwy, da Universidade Kingston, explica que quanto maior o excesso de peso, maior será o pescoço. O espessamento pode indicar síndrome metabólica, conjunto de fatores que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doenças cardíacas e apneia do sono. O médico Mohsin Wali acrescenta que quem tem pescoço grosso pode apresentar colesterol alto, fígado gorduroso e pressão elevada.
Apesar disso, Elbediwy orienta a não se alarmar: hábitos saudáveis, prática de exercícios e sono adequado ajudam a equilibrar o metabolismo e reduzir gordura corporal.
Já um pescoço muito fino, embora considerado esteticamente atraente em algumas culturas, pode apontar anemia. O médico Atreya Niharachandra afirma que esses casos exigem reposição de ferro, vitaminas e, às vezes, transfusões.
Certas pessoas também apresentam uma vértebra cervical extra — condição congênita e geralmente inofensiva, descoberta por acaso em exames. Outra alteração comum é o bócio, causado pelo aumento da glândula tireoide. Embora indolor, o NHS recomenda avaliação médica.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais sobre sua saúde do que você imagina.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqjrz6520o.adaptado.
Observar o pescoço, portanto, fornece indícios valiosos sobre o corpo. Diante do espelho, ele pode revelar mais sobre sua saúde do que você imagina.
Com base nas regras de concordância nominal, é correto afirmar que
 

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4088113 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de história, desde o período pré-dinástico até as eras grega e romana, consolidando-se como um novo marco cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico. Entre as atrações principais está a exposição completa do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente pela primeira vez desde sua descoberta por Howard Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi oferecer ao público a mesma experiência vivida por Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o museu espera receber até oito milhões de visitantes por ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro para a egiptologia, abrigando também o barco funerário de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das embarcações mais remotas e bem preservadas do mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados — equivalente a setenta campos de futebol —, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua conclusão representa o orgulho nacional do Egito moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece o pedido de repatriação de peças como a Pedra de Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti, retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente: restauradores egípcios recuperaram meticulosamente peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
De acordo com o texto-base, o Grande Museu Egípcio (GEM) simboliza, para o Egito contemporâneo, um marco de preservação histórica e de reafirmação cultural.

Nesse contexto, a inauguração do museu representa
 

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4088112 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de história, desde o período pré-dinástico até as eras grega e romana, consolidando-se como um novo marco cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico. Entre as atrações principais está a exposição completa do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente pela primeira vez desde sua descoberta por Howard Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi oferecer ao público a mesma experiência vivida por Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o museu espera receber até oito milhões de visitantes por ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro para a egiptologia, abrigando também o barco funerário de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das embarcações mais remotas e bem preservadas do mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados — equivalente a setenta campos de futebol —, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua conclusão representa o orgulho nacional do Egito moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece o pedido de repatriação de peças como a Pedra de Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti, retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente: restauradores egípcios recuperaram meticulosamente peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
O complexo reúne cerca de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de história.
Com base na análise sintática do período acima, é correto afirmar que
 

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4088111 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de história, desde o período pré-dinástico até as eras grega e romana, consolidando-se como um novo marco cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico. Entre as atrações principais está a exposição completa do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente pela primeira vez desde sua descoberta por Howard Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi oferecer ao público a mesma experiência vivida por Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o museu espera receber até oito milhões de visitantes por ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro para a egiptologia, abrigando também o barco funerário de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das embarcações mais remotas e bem preservadas do mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados — equivalente a setenta campos de futebol —, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua conclusão representa o orgulho nacional do Egito moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece o pedido de repatriação de peças como a Pedra de Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti, retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente: restauradores egípcios recuperaram meticulosamente peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Para Tawfik, o museu é um tributo "à história antiga" e "à força do Egito" contemporâneo.
Com base nas regras de uso do acento indicativo de crase, é correto afirmar que o emprego do sinal nas expressões destacadas ocorre
 

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4088110 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de história, desde o período pré-dinástico até as eras grega e romana, consolidando-se como um novo marco cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico. Entre as atrações principais está a exposição completa do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente pela primeira vez desde sua descoberta por Howard Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi oferecer ao público a mesma experiência vivida por Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o museu espera receber até oito milhões de visitantes por ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro para a egiptologia, abrigando também o barco funerário de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das embarcações mais remotas e bem preservadas do mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados — equivalente a setenta campos de futebol —, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua conclusão representa o orgulho nacional do Egito moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece o pedido de repatriação de peças como a Pedra de Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti, retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente: restauradores egípcios recuperaram meticulosamente peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura o Grande Museu Egípcio.
De acordo com a estrutura sintática da oração apresentada, é correto afirmar que
 

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4088109 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de história, desde o período pré-dinástico até as eras grega e romana, consolidando-se como um novo marco cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico. Entre as atrações principais está a exposição completa do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente pela primeira vez desde sua descoberta por Howard Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi oferecer ao público a mesma experiência vivida por Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o museu espera receber até oito milhões de visitantes por ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro para a egiptologia, abrigando também o barco funerário de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das embarcações mais remotas e bem preservadas do mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados — equivalente a setenta campos de futebol —, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua conclusão representa o orgulho nacional do Egito moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece o pedido de repatriação de peças como a Pedra de Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti, retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente: restauradores egípcios recuperaram meticulosamente peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.

O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados, "exibe" fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide.

Com base nas regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo destacado é

 

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4088012 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Contagem-MG
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Por que seguros residenciais contra desastres climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando mais de cem mil residências sem energia. Segundo a Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o debate sobre a falta de seguros residenciais contra desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo assim, a América Latina é a segunda região do mundo com maior diferença entre prejuízos e cobertura de seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o seguro residencial, opcional e personalizável; o habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A procura tem aumentado: residências seguradas passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos, culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém certa despreocupação com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800 anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das Seguradoras propõe criar um seguro social contra catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e indenização automática às famílias atingidas. Pesquisadores da FGV sugerem que municípios contratem seguros privados com financiamento climático e pagamento automático quando parâmetros pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de prevenção e a participação do poder público é essencial para transformar o seguro contra desastres climáticos em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado. 

O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém "certa despreocupação" "com riscos".

Sintaticamente, os termos destacados no trecho são, respectivamente,

 

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