Foram encontradas 365.038 questões.
A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
conhecimento e a sua autorização.
Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org> (com adaptações).
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A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
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dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
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privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
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especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
conhecimento e a sua autorização.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
Internet:<abiquim.org.br> (com adaptações).
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Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
Internet:<abiquim.org.br> (com adaptações).
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
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Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
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