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4039199 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica do tempo.


Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.


O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)

Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.

Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...

E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..

Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...

O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.

E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)

Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!

Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.

Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)

TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em .

“O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de.”
A palavra destacada e repetida enfaticamente no trecho acima é um(a):
 

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4039198 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica do tempo.


Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.


O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)

Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.

Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...

E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..

Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...

O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.

E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)

Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!

Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.

Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)

TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em .

“nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
 

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4039197 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica do tempo.


Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão.


O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)

Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente.

Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...

E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..

Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...

O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.

E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)

Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!

Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.

Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)

TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em .

É correto afirmar que, no texto “Crônica do tempo”, o autor apresenta uma relação:
 

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Enunciado 4969512-1

BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em <https://i.pinimg.com/736x/f5/bf/08/f5bf08846febf68bf00bc23543140f0b.jpg>.

No último quadrinho acima, as formas verbais destacadas em “Você pode levar meu gibi da Mônica! Mas tem que devolver!”, nessa mesma ordem, expressam os sentidos de:

 

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Assinale a alternativa cuja colocação do pronome destacado na sentença se encontra de acordo com a norma-padrão.
 

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Assinale a alternativa em que a palavra destacada indica uma circunstância da ação expressa pelo verbo.
 

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“A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.” (Fernando Pessoa)

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual se apresenta a palavra destacada no pensamento acima.

 

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Assinale a alternativa em que a palavra “chão” está sendo empregada em sentido próprio, denotativo.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Dinheiro não traz felicidade

Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade.

Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em  <https://cronicasiagudas.blogspot.com/2010/07/dinheiro-nao-traz-felicidade.html>.

“Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.”

A palavra destacada no trecho acima remete ao sentido de algo que:

 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Dinheiro não traz felicidade

Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade.

Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em  <https://cronicasiagudas.blogspot.com/2010/07/dinheiro-nao-traz-felicidade.html>.

“A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade.”

Assinale a alternativa que apresenta o sentido expresso pela locução destacada no trecho acima e o termo que substitui adequadamente essa locução.

 

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