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Todo cuidado é pouco com as misturas
caseiras para limpeza!
A combinação de produtos seguros pode levar a um
resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados
pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
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Todo cuidado é pouco com as misturas
caseiras para limpeza!
A combinação de produtos seguros pode levar a um
resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados
pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
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A combinação de produtos seguros pode levar a um
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É comum ter em casa álcool e água sanitária para
limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados
pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de Textos
Todo cuidado é pouco com as misturas
caseiras para limpeza!
A combinação de produtos seguros pode levar a um
resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados
pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
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Questão presente nas seguintes provas
Todo cuidado é pouco com as misturas
caseiras para limpeza!
A combinação de produtos seguros pode levar a um
resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados
pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
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Leia o trecho a seguir.
A educação de adultos não se compatibiliza com abordagens autoritárias, avaliações que restringem a criatividade e modelos pedagógicos inflexíveis. Ela se realiza em pequenos grupos de adultos motivados a manter a mente ativa e vigorosa, que iniciam sua aprendizagem ao confrontar situações significativas, exploram os reservatórios de suas próprias experiências antes de recorrer a textos e informações secundárias e participam de discussões conduzidas por educadores que também buscam a sabedoria, e não por autoridades detentoras de respostas prontas. Esse é o cenário da educação de adultos, a moderna busca pelo sentido da vida.
Adaptado de Lindeman, E. C. The Meaning of Adult Education. New York: New Republic, 1926, pp. 4-7.
Com base no trecho, uma prática compatível com a aprendizagem de adultos é
A educação de adultos não se compatibiliza com abordagens autoritárias, avaliações que restringem a criatividade e modelos pedagógicos inflexíveis. Ela se realiza em pequenos grupos de adultos motivados a manter a mente ativa e vigorosa, que iniciam sua aprendizagem ao confrontar situações significativas, exploram os reservatórios de suas próprias experiências antes de recorrer a textos e informações secundárias e participam de discussões conduzidas por educadores que também buscam a sabedoria, e não por autoridades detentoras de respostas prontas. Esse é o cenário da educação de adultos, a moderna busca pelo sentido da vida.
Adaptado de Lindeman, E. C. The Meaning of Adult Education. New York: New Republic, 1926, pp. 4-7.
Com base no trecho, uma prática compatível com a aprendizagem de adultos é
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Assinale a frase que mostra uma falha de pontuação.
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Assinale a frase que não apresenta nenhum termo em elipse ou
zeugma.
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Assinale a frase em que está correta a grafia da palavra sublinhada.
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Assinale a frase em que o termo sublinhado não estabelece
relação de coesão com nenhum termo anterior.
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