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Disponível em: https://www.portugues.com.br/redacao/coesao-e-coerencia.html. Acesso em: 31 jan. 2026.
Levando-se em consideração que estrutura, coesão e coerência são os três pilares fundamentais para a construção de um texto claro, organizado e compreensível, dados os fragmentos de obras de Guimarães Rosa,
I. “O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”.
II. “Viver – não é? – é muito perigoso. Porque ainda não se sabe. Porque aprender-a-viver é que é o viver, mesmo”.
III. “Há uma hora certa, no meio da noite, uma hora morta, em que a água dorme”.
IV. “Era a sério. Encomendou a canoa especial, de pau de vinhático, pequena, mal com a tabuinha da popa, como para caber justo o remador”.
V. “Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalcou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. Nem falou outras palavras, não pegou matula e trouxa, não fez a alguma recomendação”.
verifica-se que há processo de coesão referencial anafórico apenas em
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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/88735055145139345/. Acesso em: 31 jan. 2026.
Tendo em vista a organização ou esquematização típica do gênero anúncio, bem como as informações específicas resultantes desse tipo de texto, dadas as afirmativas,
I. De maneira análoga, o gênero artigo científico seguirá uma espécie de roteiro que deve desenvolver um conjunto de esquemas e de configurações bastantes nítidas.
II. Discursivamente, as informações específicas do gênero anúncio resultam num texto com uma dada configuração, cuja função é persuadir os fregueses.
III. A fim de atingir um objetivo específico, a própria seleção da linguagem segue a decisão do gênero anúncio e seu funcionamento discursivo no contexto pretendido.
IV. O gênero em questão, ao contrário da produção de um cardápio, exige um tipo de configuração, ações discursivas e seleção de toda ordem bastante limitadas.
verifica-se que está/ão correta/s
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Disponível em: https://conversadeportugues.com.br/2013/03/leitura/. Acesso em: 8 fev. 2026.
Sabendo-se que o sentido de um texto é construído com base em elementos linguísticos, em sua organização e no conjunto de saberes que o leitor já tem, dadas as afirmativas,
I. Se observarmos a linguagem e a construção do texto de Bob Thaves, veremos que o foco da leitura considera a interação autor-texto-leitor. O texto é visto como um “espaço” de interação e de diálogo entre os interlocutores.
II. A fim de que se reconheça o sentido da tira, cabe ao leitor desvendar o texto como representação mental, além das intenções psicológicas do autor.
III. Na tira, não há evidências de interação entre o autor e o leitor, uma vez que não há sinalização de conhecimento de mundo do leitor para interpretar a mensagem do chargista.
IV. A compreensão do texto exige mais do que conhecimentos linguísticos: o leitor deve reparar que houve, na tira de Bob Thaves, o emprego de duas metáforas.
verifica-se que está/ão correta/s
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Eu ando pelo mundo
Prestando atenção em cores
Que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo
Cores!
Passeio pelo escuro
Eu presto muita atenção
No que meu irmão ouve
E como uma segunda pele
Um calo, uma casca
Uma cápsula protetora
Ai, eu quero chegar antes
Pra sinalizar
O estar de cada coisa
Filtrar seus graus
Eu ando pelo mundo
Divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome
Nos meninos que têm fome
[...]
Disponível em: https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/43856/. Acesso em: 19 fev. 2026.
Em se tratando dos aspectos que envolvem o emprego dos pronomes relativos, dadas as afirmativas,
I. No que diz respeito a verbos seguidos de preposição, a construção dos versos “Prestando atenção em cores / Que eu não sei o nome” é aceita pela tradição gramatical no processo de relativização.
II. A construção “Prestando atenção em cores / Que eu não sei o nome” encontra-se em desacordo com as gramáticas normativas. Deveria ser substituída por “Prestando atenção em cores / Que eu não sei o nome delas”, forma chamada pelos linguistas de “relativa copiadora”.
III. A construção “Prestando atenção em cores / Que eu não sei o nome”, procedimento rejeitado pela gramática normativa, é chamada pelos linguistas de “relativa cortadora”. Recebe esse nome porque a preposição que o verbo rege é “cortada”, ou seja, é apagada na segunda oração.
IV. Em: “Prestando atenção em cores / Que eu não sei o nome”, há um procedimento rejeitado pela gramática normativa, chamado pelos linguistas de “relativa cortadora”. Recebe esse nome porque a preposição que o substantivo rege é “cortada”, ou seja, é apagada na segunda oração.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
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Disponível em: https://ufabloguei.blogspot.com/2012/05/concepcoes-de-linguagem-e-ensino-da.html. Acesso em: 31 jan. 2026.
Dadas as afirmativas acerca das concepções de língua e de linguagem,
I. O pai da linguística, Ferdinand de Saussure, define, dentro dos parâmetros formalistas de ciência, a língua como um contrato entre os diversos membros de uma comunidade, e todos, de modo implícito, acatam esse contrato, uma vez que cada indivíduo possui em seu cérebro todo um acervo lexical, de regras, de maneira análoga aos demais membros da comunidade.
II. A concepção de língua é marcada por dualidades e paradoxos. Entre eles está o fato de a linguagem ter um lado individual (fala) e outro social (língua). Outro aspecto é que a linguagem é, ao mesmo tempo, um sistema estabelecido e uma evolução.
III. A língua é corpórea e composta de unidades mínimas significativas que, unidas, assumem forma, ou seja, a própria língua.
IV. Ao definir a língua como um sistema abstrato de sinais, a concepção saussuriana, fundamentada por Ferdinand de Saussure, estabelece a linguística moderna que compreende a língua como o sistema individual e abstrato compartilhado pela sociedade, enquanto a fala como o ato coletivo e concreto de uso desse sistema.
verifica-se que está/ão correta/s
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HÍPICA
Saltos records
cavalos da Penha
correm jóqueis de Higienópolis
Os magnatas
As meninas
E a orquestra toca chá
Na sala de cocktails
ANDRADE, Oswald de. Poesias Reunidas. In: Obras Completas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974. v. 7, p. 129.
Dadas as afirmativas, considerando-se que o poema de Oswald de Andrade descreve cenas de lazer da alta burguesia,
I. O poeta Oswald de Andrade lança mão da fragmentação cubista e, por meio de flashes cinematográficos, utiliza-se de linguagem sintética e imagética, descrevendo um cenário elitizado.
II. Uma vez que o sentido só pode ser estabelecido, em sua totalidade, por meio das relações entre os enunciados e entre os contextos de produção e de recepção do texto, o poema “Hípica” apresenta-se incoerente.
III. Oswald de Andrade utiliza o poema para ironizar a vida social fútil e o luxo da burguesia paulistana da época, um tema recorrente no período pós-modernista.
IV. Os versos: “cavalos da Penha / correm jóqueis de Higienópolis” podem sugerir uma sutil justaposição de mundos, típica da visão crítica do autor.
V. O poema não segue uma estrutura narrativa linear. Ele funciona como uma colagem de cenas ou flashes cinematográficos, influenciado pela fase pós-modernista.
verifica-se que estão corretas apenas
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ADEUS
Então disse:
– Viver era isso?
E fechou lentamente os olhos.
NETO, Miguel Sanches. Os cem menores contos brasileiros do século. Marcelino Freire (Org). Cotia: Ateliê, 2004, p. 68.
Pelo contexto desse microconto, assinale a alternativa correta que apresenta o efeito de sentido a que é remetido o leitor.
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Uma forma relativamente simples da relação humana é a conversa. Um fala, o outro replica. O primeiro responde, o segundo retruca. E assim as ideias de cada um podem ir mudando… É possível, por exemplo, que se chegue a um certo acordo durante a conversa. Talvez um convença o outro de um ou outro ponto. Nesse caso, alguma coisa passa de um para outro, é assimilada em suas ideias, é capaz de produzir mudanças e de ser também modificada. O mesmo acontece quando há uma discordância. Nesse caso, as ideias de um penetram no diálogo interno do outro como se fossem um adversário, impulsionando seus pensamentos. A característica especial desse tipo de processo é que cada um dos interlocutores forma ideias que não existiam até então ou leva adiante ideias que já existiam de algum modo. Mas a direção e a ordem seguidas, por essa formação e transformação das ideias não são explicáveis unicamente pelo que apresenta um ou outro parceiro, e sim pela relação entre os dois. É justamente essa possibilidade de as pessoas irem mudando em relação umas às outras e através de sua relação mútua, de irem se reconfigurando em relação umas às outras, que torna a conversa um processo potente e necessário na convivência humana.
ELIAS, Norbert. A sociedade dos Indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. (Fragmento).
Ao discorrer sobre a conversa como processo de convivência humana, o autor recorre à referenciação e à exemplificação.
Nesse sentido, o que define o contexto dos exemplos apresentados?
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Disponível em: https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/campanhas-e-produtos. Acesso em: 23 fev. 2026.
A expressão verbal na imagem denuncia a propaganda enganosa (ref. CDC-Código de Defesa do Consumidor) porque
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“... a inexistência de uma política específica para os cursos noturnos caminhou ao lado da escassez de pesquisas sobre o tema. Ausentes das políticas educacionais do Estado, o curso noturno também não se constituiu num tema de pesquisas em educação, deixando assim de contribuir para a superação de alguns dos seus impasses”.
PIMENTA, Selma Garrido (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
Com base nos aspectos morfossintáticos da língua portuguesa, examine todas as ocorrências sintagmáticas da expressão em destaque no fragmento textual dado.
Assinale a alternativa que estabelece corretamente a constituição dessa expressão.
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