Foram encontradas 365.038 questões.
As figuras de linguagem são recursos
expressivos que conferem maior
criatividade, beleza e impacto à mensagem,
afastando-se do uso literal das palavras.
Entre elas destacam-se a metáfora, a
metonímia, a prosopopeia, a hipérbole e a
ironia. Identificar essas figuras é
fundamental para a correta interpretação de
textos literários e não literários. Leia o
trecho abaixo e responda: no trecho "O sol sorria para a cidade adormecida", a figura de linguagem presente é?
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
A coesão textual é responsável pela
conexão superficial entre os elementos de
um texto, utilizando recursos como
pronomes, conjunções, elipses e sinônimos
para garantir a fluidez entre frases e
parágrafos. Já a coerência diz respeito ao
sentido lógico e à unidade temática,
garantindo que as ideias se articulem de
forma compreensível. Um texto coeso não é
necessariamente coerente, e vice-versa, de
modo que ambos os mecanismos devem
atuar em conjunto para produzir um texto
bem construído. Considere essas noções
para responder à questão a seguir e
assinale a alternativa em que o recurso
coesivo empregado compromete a
coerência do texto:
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A flexão de gênero dos substantivos distingue o masculino do feminino. Enquanto alguns substantivos formam o feminino de maneira regular (acréscimo da desinência "-a"), outros apresentam formas especiais, com radicais distintos ou sufixos próprios, sendo necessário conhecer cada caso individualmente. Avalie as formas femininas apresentadas e assinale a alternativa em que o feminino do substantivo está corretamente indicado.
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A acentuação gráfica segue regras definidas pela tonicidade das palavras (oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas) e por suas terminações. Saber classificar uma palavra quanto à sílaba tônica é o primeiro passo para aplicar corretamente os acentos agudo e circunflexo. Observe as palavras e assinale a alternativa em que todas as palavras recebem acento gráfico em razão da mesma regra de acentuação:
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A pontuação organiza o fluxo do texto, delimita pausas e entonações, e esclarece o sentido das orações. O emprego adequado da vírgula, em especial, exige cuidado: ela isola termos explicativos, separa elementos em enumeração e marca intercalações, porém seu uso indevido pode comprometer a clareza da frase. Leia as alternativas com atenção e assinale a que o emprego da pontuação está totalmente correto:
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A divisão silábica consiste em separar as sílabas que compõem uma palavra, respeitando os sons da fala e as regras gramaticais. Encontros vocálicos e consonantais exigem atenção redobrada, pois alguns são inseparáveis e outros admitem divisão. Analise a palavra proposta e assinale a alternativa que apresenta a correta divisão silábica da palavra "perspicaz":
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A ortografia é o conjunto de regras que
determina a forma correta de escrever as
palavras. Dúvidas frequentes envolvem o
uso de letras com sons semelhantes (como
"s" e "z", "g" e "j", "ch" e "x"), além da
grafia de palavras paroxítonas,
proparoxítonas e compostas. O domínio da
ortografia é indispensável para a produção
de textos claros. Observe com atenção cada
palavra apresentada nas alternativas e
assinale a que todas as palavras estão
grafadas corretamente:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
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