Magna Concursos

Foram encontradas 364.478 questões.

4274204 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Morro Redondo-RS
Provas:
Programa federal alerta eletronicamente mulheres sob proteção judicial quando agressor se aproximar
    O Programa Alerta Mulher Segura monitora eletronicamente agressores como medida protetiva de urgência em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A iniciativa regulamenta dispositivo da Lei Maria da Penha que autoriza o monitoramento eletrônico de autores de violência. O programa, que funciona desde o final do mês de julho de 2026, prevê duas frentes principais de proteção: o monitoramento eletrônico do agressor e a disponibilização de unidade portátil de rastreamento para a vítima.
  O equipamento permite que a mulher receba alertas automáticos quando houver descumprimento da distância mínima determinada pela Justiça e possibilita o acionamento imediato das forças de segurança em situações de risco. De acordo com o decreto, a implementação ocorre de forma articulada entre os órgãos responsáveis pela monitoração eletrônica, as forças de segurança pública, o sistema de justiça e as redes de enfrentamento à violência contra a mulher. A execução cabe aos estados e ao Distrito Federal.
    O modelo de referência do programa é composto por Centrais de Monitoração Eletrônica, Núcleos Regionais de Monitoração Eletrônica e Polos de Monitoração Eletrônica. As centrais são responsáveis pela coordenação técnica, acompanhamento das pessoas monitoradas e monitoramento geoespacial das medidas protetivas. Os núcleos regionais atuam de forma descentralizada nas microrregiões, enquanto os polos são destinados à instalação, manutenção e retirada dos equipamentos, podendo funcionar em delegacias ou em outras unidades definidas pelos governos estaduais. Embora estabeleça parâmetros nacionais, o decreto permite que estados e o Distrito Federal adotem modelos proprios de organização, desde que garantam a proteção das vítimas e o acompanhamento adequado dos agressores monitorados.
      A adesão ao dispositivo de rastreamento pela vítima é voluntária e depende de consentimento expresso e informado. O equipamento deverá ser entregue de forma imediata, sempre que possível já no primeiro contato com a autoridade responsável pelo atendimento.
     O monitoramento ocorre por programa informatizado capaz de registrar, processar e consolidar informações sobre as medidas protetivas. O sistema também deve permitir a produção de estatísticas desagregadas por raça, etnia, deficiência e outras situações de vulnerabilidade, com o objetivo de subsidiar o aperfeiçoamento das políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica. O Programa estabelece ainda que eventuais alertas emitidos pelo sistema não serão considerados automaticamente como descumprimento da medida protetiva. Cada ocorrência deverá passar por análise técnica e contextualizada pelas equipes responsáveis.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brldireitos-humanos/noticia/2026- 07/mu I heres-sob- protecao- receberao-aviso-q u a ndo-ag ressor- seaproximar (adaptado)
A palavra portátil, utilizada ao longo do texto, recebe acento gráfico. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta a regra de acentuação que justifica o acento nessa palavra.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274203 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Morro Redondo-RS
Provas:
Programa federal alerta eletronicamente mulheres sob proteção judicial quando agressor se aproximar
    O Programa Alerta Mulher Segura monitora eletronicamente agressores como medida protetiva de urgência em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. A iniciativa regulamenta dispositivo da Lei Maria da Penha que autoriza o monitoramento eletrônico de autores de violência. O programa, que funciona desde o final do mês de julho de 2026, prevê duas frentes principais de proteção: o monitoramento eletrônico do agressor e a disponibilização de unidade portátil de rastreamento para a vítima.
  O equipamento permite que a mulher receba alertas automáticos quando houver descumprimento da distância mínima determinada pela Justiça e possibilita o acionamento imediato das forças de segurança em situações de risco. De acordo com o decreto, a implementação ocorre de forma articulada entre os órgãos responsáveis pela monitoração eletrônica, as forças de segurança pública, o sistema de justiça e as redes de enfrentamento à violência contra a mulher. A execução cabe aos estados e ao Distrito Federal.
    O modelo de referência do programa é composto por Centrais de Monitoração Eletrônica, Núcleos Regionais de Monitoração Eletrônica e Polos de Monitoração Eletrônica. As centrais são responsáveis pela coordenação técnica, acompanhamento das pessoas monitoradas e monitoramento geoespacial das medidas protetivas. Os núcleos regionais atuam de forma descentralizada nas microrregiões, enquanto os polos são destinados à instalação, manutenção e retirada dos equipamentos, podendo funcionar em delegacias ou em outras unidades definidas pelos governos estaduais. Embora estabeleça parâmetros nacionais, o decreto permite que estados e o Distrito Federal adotem modelos proprios de organização, desde que garantam a proteção das vítimas e o acompanhamento adequado dos agressores monitorados.
      A adesão ao dispositivo de rastreamento pela vítima é voluntária e depende de consentimento expresso e informado. O equipamento deverá ser entregue de forma imediata, sempre que possível já no primeiro contato com a autoridade responsável pelo atendimento.
     O monitoramento ocorre por programa informatizado capaz de registrar, processar e consolidar informações sobre as medidas protetivas. O sistema também deve permitir a produção de estatísticas desagregadas por raça, etnia, deficiência e outras situações de vulnerabilidade, com o objetivo de subsidiar o aperfeiçoamento das políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica. O Programa estabelece ainda que eventuais alertas emitidos pelo sistema não serão considerados automaticamente como descumprimento da medida protetiva. Cada ocorrência deverá passar por análise técnica e contextualizada pelas equipes responsáveis.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brldireitos-humanos/noticia/2026- 07/mu I heres-sob- protecao- receberao-aviso-q u a ndo-ag ressor- seaproximar (adaptado)
As palavras programa e decreto constam no texto. Quanto à posição da sílaba tônica, ambas são classificadas como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274098 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG
Todas as palavras são substantivos abstratos em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274097 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG
"Não sei ____________ ela não foi à reunião ontem.” A palavra que completa corretamente a frase é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274096 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG
No que se refere ao acento, uma das palavras a seguir deve ser acentuada.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274095 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

ATENTE para a charge a seguir.

Enunciado 4651237-1

A frase que JUSTIFICA a regra do NÃO emprego da crase demonstrada na charge é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274094 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

Das palavras retiradas do texto, aquela em que o número de letras é SUPERIOR ao número de fonemas é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274093 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

“Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar.” A oração destacada EXPRIME em relação à posposta, uma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274092 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O trecho do texto que APRESENTA uma expressão indicando um modalizador circunstancial de tempo está em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4274091 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O protagonista do conto demonstra no desenrolar do texto suas divagações através da janela. Já no desfecho, ao retornar à casa, ele observa a janela não tão fantasiosa como antes, através de um olhar mais denotativo. Pode-se INFERIR:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas