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A alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal é:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Mundo pouco
O amo de Fabiana Crioula morreu em 1618, em Lima.
Em seu testamento, rebaixou-lhe o preço da liberdade, de
duzentos a cento e cinquenta pesos.
Fabiana passou toda a noite sem dormir, perguntando-
-se quanto valeria a sua caixa de madeira cheia de canela
em pó. Ela não sabe somar, de modo que não pode calcular
as liberdades que comprou, com seu trabalho, ao longo do
meio século que leva no mundo, nem o preço dos filhos que
fizeram nela e depois arrancaram dela.
Nem bem desponta a alvorada, acode o pássaro a bater
na janela com o bico. Cada dia, o mesmo pássaro avisa que
é hora de despertar e andar.
Fabiana boceja, senta na esteira e olha os pés gastos.
(Eduardo Galeano, Mulheres)
“Nem bem desponta a alvorada, acode o pássaro a bater na janela com o bico.” (3º parágrafo)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Mundo pouco
O amo de Fabiana Crioula morreu em 1618, em Lima.
Em seu testamento, rebaixou-lhe o preço da liberdade, de
duzentos a cento e cinquenta pesos.
Fabiana passou toda a noite sem dormir, perguntando-
-se quanto valeria a sua caixa de madeira cheia de canela
em pó. Ela não sabe somar, de modo que não pode calcular
as liberdades que comprou, com seu trabalho, ao longo do
meio século que leva no mundo, nem o preço dos filhos que
fizeram nela e depois arrancaram dela.
Nem bem desponta a alvorada, acode o pássaro a bater
na janela com o bico. Cada dia, o mesmo pássaro avisa que
é hora de despertar e andar.
Fabiana boceja, senta na esteira e olha os pés gastos.
(Eduardo Galeano, Mulheres)
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Mundo pouco
O amo de Fabiana Crioula morreu em 1618, em Lima.
Em seu testamento, rebaixou-lhe o preço da liberdade, de
duzentos a cento e cinquenta pesos.
Fabiana passou toda a noite sem dormir, perguntando-
-se quanto valeria a sua caixa de madeira cheia de canela
em pó. Ela não sabe somar, de modo que não pode calcular
as liberdades que comprou, com seu trabalho, ao longo do
meio século que leva no mundo, nem o preço dos filhos que
fizeram nela e depois arrancaram dela.
Nem bem desponta a alvorada, acode o pássaro a bater
na janela com o bico. Cada dia, o mesmo pássaro avisa que
é hora de despertar e andar.
Fabiana boceja, senta na esteira e olha os pés gastos.
(Eduardo Galeano, Mulheres)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Mundo pouco
O amo de Fabiana Crioula morreu em 1618, em Lima.
Em seu testamento, rebaixou-lhe o preço da liberdade, de
duzentos a cento e cinquenta pesos.
Fabiana passou toda a noite sem dormir, perguntando-
-se quanto valeria a sua caixa de madeira cheia de canela
em pó. Ela não sabe somar, de modo que não pode calcular
as liberdades que comprou, com seu trabalho, ao longo do
meio século que leva no mundo, nem o preço dos filhos que
fizeram nela e depois arrancaram dela.
Nem bem desponta a alvorada, acode o pássaro a bater
na janela com o bico. Cada dia, o mesmo pássaro avisa que
é hora de despertar e andar.
Fabiana boceja, senta na esteira e olha os pés gastos.
(Eduardo Galeano, Mulheres)
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Leia a tira de Dik Browne a seguir para responder à questão:

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Leia a tira de Dik Browne a seguir para responder à questão:

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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás
O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell,
Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador
que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos
de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5
anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem,
mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente
negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira
infância.
Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória
a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice
de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede,
94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o
que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater
a meta.
Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades
intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o
Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda
não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de
300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à
educação infantil.
O local de nascimento de uma criança pode definir quem
tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí
100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse
índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores
negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90%
das crianças na pré-escola.
A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é
muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas
aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as
desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade,
com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças
não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não
honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as,
assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
• a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância. (1° parágrafo)
• Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. (2° parágrafo)
De acordo com a norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás
O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell,
Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador
que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos
de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5
anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem,
mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente
negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira
infância.
Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória
a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice
de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede,
94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o
que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater
a meta.
Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades
intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o
Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda
não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de
300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à
educação infantil.
O local de nascimento de uma criança pode definir quem
tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí
100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse
índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores
negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90%
das crianças na pré-escola.
A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é
muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas
aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as
desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade,
com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças
não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não
honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as,
assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
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