Foram encontradas 355.429 questões.
Observe as seguintes palavras: reflexão, milhões, região.
O que elas têm em comum ortograficamente? Assinale a
alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Dia Internacional do Trabalhador, festejado no dia 1º de maio, mobiliza trabalhadores e trabalhadoras de todo o mundo para uma reflexão sobre a importância do esforço humano para a economia.
“No mundo atual, o trabalho é a garantia de esperança para milhões de pessoas e deve ser comemorado todos os dias”, destacou o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN), desembargador Eduardo Rocha.
https://www.trt21.jus.br/noticias/noticia/todo-dia-e-dia-do-trabalho-dos trabalhadores-e-da-justica-do-trabalho (adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Observe a seguinte frase: “Faça sol ou faça chuva, durante a semana, precisamos trabalhar”. De acordo com o número de sílabas, como as palavras grifadas são classificadas, respectivamente?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os sinônimos são palavras que tem o mesmo significado, podendo, assim, uma palavra ser substituída pela outra. Na frase “Antes de sair para o trabalho, ele deu um beijo nela.”, qual palavra pode ser substituída pela palavra beijo sem mudar o sentido da frase?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na era digital, os vídeos virais são conteúdos que se
espalham rapidamente pela internet, alcançando milhões
de visualizações em pouco tempo. Em agosto de 2025,
Felca, criador de conteúdo digital, publicou um vídeo de
denúncias que se tornou um vídeo viral. Qual era o
assunto deste vídeo de Felca? Marque a alternativa
correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
"A herança"
Mariana encontrou a carta quando revirava os pertences
da avó, falecida há pouco mais de uma semana. A letra,
ainda que trêmula, era inconfundível. "Minha neta",
começava ela, "sei que você me julgava rígida, talvez
injusta. Não me cabe agora justificar-me; o tempo já o fez
por mim. Mas quero que saiba que tudo o que fiz — cada
palavra dura, cada silêncio imposto — teve em vista teu
bem. Não o entenderás agora, e não peço que o
entendas. Apenas guarda isto: o amor se revela de
muitas formas, e algumas delas são quase impossíveis
de reconhecer quando se é jovem. Perdoa-me, se
puderes. Se não puderes, que esta carta, pelo menos, te
sirva para compreender que também eu fui jovem um dia,
e que também me feriram, e que também aprendi a ferir
por medo de ser ferida. A casa é tua. Os bens são teus.
Mas o que realmente importa está nestas linhas, que
agora te entrego, e que guardaram por tanto tempo o que
minha boca nunca soube dizer."
TELLES, Lygia Fagundes. As horas nuas. São Paulo: Companhia das
Letras, 2010 p. 50
I. Os três "que" são conjunções integrantes, introduzindo objetos diretos oracionais do verbo “compreender”, coordenados entre si.
II. O pronome "me" em "me feriram" exerce função de sujeito, indicando que a avó sofreu a ação de ferir; já em "aprendi a ferir", o pronome está ausente porque o verbo "ferir", nesse contexto, causa ambiguidade, que é exatamente a intenção da autora.
III. A estrutura "por medo de ser ferida" está redigida na voz passiva ("ser ferida"), e o agente da passiva está implícito, indeterminando o responsável pelo ato de ferir.
IV. A repetição anafórica de "que também" cria um efeito de intensificação emocional, coesivo e coerente com a confissão da avó, progressivamente reveladora de sua vulnerabilidade.
Está correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
"A herança"
Mariana encontrou a carta quando revirava os pertences
da avó, falecida há pouco mais de uma semana. A letra,
ainda que trêmula, era inconfundível. "Minha neta",
começava ela, "sei que você me julgava rígida, talvez
injusta. Não me cabe agora justificar-me; o tempo já o fez
por mim. Mas quero que saiba que tudo o que fiz — cada
palavra dura, cada silêncio imposto — teve em vista teu
bem. Não o entenderás agora, e não peço que o
entendas. Apenas guarda isto: o amor se revela de
muitas formas, e algumas delas são quase impossíveis
de reconhecer quando se é jovem. Perdoa-me, se
puderes. Se não puderes, que esta carta, pelo menos, te
sirva para compreender que também eu fui jovem um dia,
e que também me feriram, e que também aprendi a ferir
por medo de ser ferida. A casa é tua. Os bens são teus.
Mas o que realmente importa está nestas linhas, que
agora te entrego, e que guardaram por tanto tempo o que
minha boca nunca soube dizer."
TELLES, Lygia Fagundes. As horas nuas. São Paulo: Companhia das
Letras, 2010 p. 50
I. O pronome "ela" em "começava ela" retoma o termo "Mariana", funcionando como elemento de coesão e evitando a repetição desnecessária.
II. O pronome "teu" em "teu bem" tem o mesmo referente do pronome "você" e do vocativo “Minha neta”.
III. O pronome "o" em "não o entenderás" retoma o que se afirma no período anterior, garantindo a progressão temática.
IV. O pronome "me" em "Perdoa-me", segundo a gramática normativa, exerce função de sujeito, enquanto em "não peço que o entendas" o pronome "o" funciona como objeto indireto de "entendas".
Está correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
"O silêncio dos inocentes"
O escritor, cujas obras haviam sido aclamadas pela
crítica e pelo público, sentia-se, paradoxalmente, cada
vez mais oco. As palavras, que outrora lhe fluíam com a
naturalidade de um rio em despenhadeiro, agora
resistiam em brotar. Era como se a linguagem o tivesse
traído, abandonando-o justamente quando mais
precisava dela. O que o angustiava, porém, não era a
possibilidade de nunca mais escrever, mas a terrível
suspeita de que tudo o que produzira fora, no fundo, uma
longa e elaborada mentira. E se ele não passasse de um
impostor? E se a verdade que buscara revelar estivesse,
na verdade, oculta sob camadas tão densas de artifício
que nem mesmo ele próprio conseguia mais distinguir
onde terminava a sinceridade e começava a farsa?
ROTH, Philip. A marca humana. Tradução de Paulo Henriques Britto. 1.
ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 94
Provas
Questão presente nas seguintes provas
"O silêncio dos inocentes"
O escritor, cujas obras haviam sido aclamadas pela
crítica e pelo público, sentia-se, paradoxalmente, cada
vez mais oco. As palavras, que outrora lhe fluíam com a
naturalidade de um rio em despenhadeiro, agora
resistiam em brotar. Era como se a linguagem o tivesse
traído, abandonando-o justamente quando mais
precisava dela. O que o angustiava, porém, não era a
possibilidade de nunca mais escrever, mas a terrível
suspeita de que tudo o que produzira fora, no fundo, uma
longa e elaborada mentira. E se ele não passasse de um
impostor? E se a verdade que buscara revelar estivesse,
na verdade, oculta sob camadas tão densas de artifício
que nem mesmo ele próprio conseguia mais distinguir
onde terminava a sinceridade e começava a farsa?
ROTH, Philip. A marca humana. Tradução de Paulo Henriques Britto. 1.
ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 94
Provas
Questão presente nas seguintes provas
"A última crônica"
[...]
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a
garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à
sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os
três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um
discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e
brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma
caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também,
atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa
além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a
mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E
enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e
acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a
menininha repousa o queixo no mármore e sopra com
força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a
bater palmas, muito compenetrada, cantando num
balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "Parabéns
pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as
velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra
finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a
comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura —
ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de
bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo
botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente
do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a
observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba,
constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas
acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
Assim eu quereria minha última crônica: que
fosse pura como esse sorriso.
Fonte: SABINO, Fernando. A Companheira de Viagem. Rio de Janeiro:
Editora do Autor, 1965. (Disponível em:
https://rubem.wordpress.com/2023/04/19/a-ultima-cronica-fernando-sabino/)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container