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A febre das selfies
Você já parou para pensar sobre o fenômeno
contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da
própria imagem sempre existiu, como constatamos na
história humana com as máscaras mortuárias, além de
pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
mental das pessoas.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
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A febre das selfies
Você já parou para pensar sobre o fenômeno
contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da
própria imagem sempre existiu, como constatamos na
história humana com as máscaras mortuárias, além de
pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
mental das pessoas.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
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personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
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Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
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contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da
própria imagem sempre existiu, como constatamos na
história humana com as máscaras mortuárias, além de
pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
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pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
mental das pessoas.
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Você já parou para pensar sobre o fenômeno
contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da
própria imagem sempre existiu, como constatamos na
história humana com as máscaras mortuárias, além de
pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
mental das pessoas.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
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Você já parou para pensar sobre o fenômeno
contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da
própria imagem sempre existiu, como constatamos na
história humana com as máscaras mortuárias, além de
pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
mental das pessoas.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A febre das selfies
Você já parou para pensar sobre o fenômeno
contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da
própria imagem sempre existiu, como constatamos na
história humana com as máscaras mortuárias, além de
pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
mental das pessoas.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
( ) A revisitação histórica sobre a valorização da própria imagem é confirmada no último parágrafo ao se revelar que, mesmo diante de uma crise sanitária grave, as pessoas buscam se preocupar com a própria selfie.
( ) As selfies, muitas vezes, acabam por desencadear nas pessoas a necessidade por tratamentos estéticos, com o intuito de melhorarem e aperfeiçoarem suas fotos.
( ) Durante a pandemia de covid-19, as selfies foram a única forma de exposição social para todos, ao se evidenciar a necessidade de curtidas e de engajamento.
( ) O texto faz referência ao mito de Narciso ao explicar o desenvolvimento da criança a partir da superação do enclausuramento do contato com os outros.
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Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades
sanitárias, mas risco de propagação em outros
territórios é considerado baixo
Médica infectologista da Faculdade de Medicina de
Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o
vírus e descarta pandemia
Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah,
doença infecciosa que tem causado preocupação na
população mundial. Somente no estado indiano de
Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em
quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o
vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na
Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A
transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros,
espécie que se alimenta de frutas e que funciona
como um reservatório natural do vírus – encontram
animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois
da propagação para os suínos, o contato frequente
entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.
Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se
a doença poderia se espalhar para outros territórios,
incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista
do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de
Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é
baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no
continente americano são diferentes das que existem
no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus
Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil,
pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como
baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A
espécie de morcego descrita não é encontrada nas
Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e
Oceania”, afirma.
[…]
Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
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Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades
sanitárias, mas risco de propagação em outros
territórios é considerado baixo
Médica infectologista da Faculdade de Medicina de
Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o
vírus e descarta pandemia
Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah,
doença infecciosa que tem causado preocupação na
população mundial. Somente no estado indiano de
Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em
quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o
vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na
Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A
transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros,
espécie que se alimenta de frutas e que funciona
como um reservatório natural do vírus – encontram
animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois
da propagação para os suínos, o contato frequente
entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.
Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se
a doença poderia se espalhar para outros territórios,
incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista
do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de
Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é
baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no
continente americano são diferentes das que existem
no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus
Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil,
pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como
baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A
espécie de morcego descrita não é encontrada nas
Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e
Oceania”, afirma.
[…]
Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
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