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A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR
A gente deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os
caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações
estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
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A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR
A gente deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os
caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações
estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
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A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR
A gente deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os
caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações
estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
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A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR
A gente deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os
caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações
estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
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A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR
A gente deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os
caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações
estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
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A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR
A gente deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os
caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações
estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
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A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR
A gente deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os
caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações
estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
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A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR
A gente deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os
caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações
estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
(A cor do invisível. São Paulo: Globo, 1994. P.34)
I. Ao empregar a expressão “a gente”, o eu lírico inclui-se no texto.
II. O emprego da expressão “a gente” faz com que o autor fique mais perto do leitor.
III. A expressão “a gente” foi empregada no sentido coloquial e corresponde a nós.
IV. O eu lírico aconselha a chegarmos aos lugares como se chegássemos de muito longe.
Marque a alternativa correta:
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A febre das selfies
Você já parou para pensar sobre o fenômeno
contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da
própria imagem sempre existiu, como constatamos na
história humana com as máscaras mortuárias, além de
pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
mental das pessoas.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
I. Já compreendi o porquê desta resposta. II. Saiu de casa tranquila, porque estava adiantada. III. Ana não veio ontem por que? IV. A rua por que passei era cheia de árvores.
Está CORRETO o que se afirma:
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A febre das selfies
Você já parou para pensar sobre o fenômeno
contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da
própria imagem sempre existiu, como constatamos na
história humana com as máscaras mortuárias, além de
pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma
personalidade. Também os artistas sempre fizeram
autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente
agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a
possibilidade da reprodução da própria imagem.
Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito
grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem
refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo
e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou
esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante
para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto
de amor dos outros e também de si mesma. O problema é
não conseguir superar o enclausuramento que impede o
contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor
ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu
ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as
exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há
quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual,
constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara —
imediatamente exibida nas redes sociais.
Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de
isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o
único recurso de exposição social. Catalisadoras de
interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e
quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão.
Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e
ferramentas de edição de fotos para manipular a própria
imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso
acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma
preocupação excessiva com a aparência e com
características mínimas e imperceptíveis.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela
American Academy of Facial Plastic and Reconstructive
Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e
Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a
busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes
relatando que as intervenções teriam como finalidade
melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo
das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter
sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma
obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde
mental das pessoas.
Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
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