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BROWNE, Chris. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DYX9RmfJv0N/>.
O enunciado "Por que diz isso?", empregado na fala da personagem da charge acima, pode ser reescrito corretamente como:
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Assinale a alternativa em que a palavra
destacada atende corretamente às normas de
colocação pronominal em Língua Portuguesa.
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"Durante a reunião, muitas discussões
em torno de um mesmo tema."
Assinale a alternativa em que cada uma das formas verbais apresentadas fica correta no preenchimento da lacuna acima, de acordo com a norma-padrão.
Assinale a alternativa em que cada uma das formas verbais apresentadas fica correta no preenchimento da lacuna acima, de acordo com a norma-padrão.
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Assinale a alternativa cujos elementos
preenchem corretamente as lacunas a seguir, na
mesma ordem:
- Encaminhe sua demanda organização do evento.
- Tudo ocorreu conforme agenda elaborada com antecedência.
- Fiz referência que você me disse anteriormente.
- Encaminhe sua demanda organização do evento.
- Tudo ocorreu conforme agenda elaborada com antecedência.
- Fiz referência que você me disse anteriormente.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
"Não ensine seu filho apenas a ler. Ensine-o a
ler e questionar o que ele está lendo." (George
Carlin)
A forma verbal destacada no pensamento acima indica uma ação:
A forma verbal destacada no pensamento acima indica uma ação:
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Assinale a alternativa cuja palavra destacada
apresenta função substantiva, dando nome a
uma ação.
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Do primeiro celular ao smartphone
Do primeiro celular a gente nunca se
esquece: falo do tijolão preto quando chegou ao
Brasil! Lembro como se fosse o primeiro
dinossauro. Causou uma revolução em nossos
costumes. Mas era apenas um telefone - falar e
ouvir. E foi fantástico. Lembro a minha euforia.
Quando me desfiz do primeiro, para tornar-me
vítima do consumismo, fiquei com o coração
apertado. Sou sentimental, tenho carinho pelos
elos que vão ficando para trás. E o "pretinho
básico" ficou esquecido. Foi um susto ao ver as
pessoas falando nas calçadas. Gesticulavam
igual a nossa Elis Regina ao cantar "Arrastão".
Muito esquisito, eu parava na rua para olhar, e
jurei não entrar naquela onda louca. Não
adiantou.
Na época, eu pensei que aquele
estardalhaço nas ruas, com o aparelho no
ouvido, seria coisa passageira, logo as pessoas
entrariam no equilíbrio. Mas não; piorou. Sem
cerimônia entramos na vida dos outros, nas
conversas de família, nas doenças, nas brigas. E
não se respeitam mais hospitais, clínicas,
elevadores, lojas... O tranco é o mesmo. Um
berreiro. E assim seguiremos, já acostumados a
compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em
lugar público. Compartilhamos o que somos
e o que gostaríamos de ser. Uma mistura surreal
contemporânea, massificada. Um novo
movimento. Não se sabe onde fica a linha
divisória da razão. Existe o vício. Vi uma
menina tuitando e rindo no cantinho de um
velório. Senti vontade de lhe chamar a atenção
(...).
O mundo virtual está engolindo o
mundo real nas lojas e bancos. Não gosto.
Há uma ânsia em comunicar, alegrias e
tristezas a compartilhar. Será que nossa cruz
fica mais leve de carregar? Os filhos não
querem saber de papo familiar, vão direto ao Facebook e lá tiram suas dúvidas com centenas
de amigos.
Só o futuro dirá algo sobre isso.
CARVALHO, Taís Luso de. Do primeiro celular ao
smartphone. Porto das crônicas. Disponível em
<https://taisluso.blogspot.com/2018/11/do-primeirocelular-ao-smartphone.html>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Do primeiro celular ao smartphone
Do primeiro celular a gente nunca se
esquece: falo do tijolão preto quando chegou ao
Brasil! Lembro como se fosse o primeiro
dinossauro. Causou uma revolução em nossos
costumes. Mas era apenas um telefone - falar e
ouvir. E foi fantástico. Lembro a minha euforia.
Quando me desfiz do primeiro, para tornar-me
vítima do consumismo, fiquei com o coração
apertado. Sou sentimental, tenho carinho pelos
elos que vão ficando para trás. E o "pretinho
básico" ficou esquecido. Foi um susto ao ver as
pessoas falando nas calçadas. Gesticulavam
igual a nossa Elis Regina ao cantar "Arrastão".
Muito esquisito, eu parava na rua para olhar, e
jurei não entrar naquela onda louca. Não
adiantou.
Na época, eu pensei que aquele
estardalhaço nas ruas, com o aparelho no
ouvido, seria coisa passageira, logo as pessoas
entrariam no equilíbrio. Mas não; piorou. Sem
cerimônia entramos na vida dos outros, nas
conversas de família, nas doenças, nas brigas. E
não se respeitam mais hospitais, clínicas,
elevadores, lojas... O tranco é o mesmo. Um
berreiro. E assim seguiremos, já acostumados a
compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em
lugar público. Compartilhamos o que somos
e o que gostaríamos de ser. Uma mistura surreal
contemporânea, massificada. Um novo
movimento. Não se sabe onde fica a linha
divisória da razão. Existe o vício. Vi uma
menina tuitando e rindo no cantinho de um
velório. Senti vontade de lhe chamar a atenção
(...).
O mundo virtual está engolindo o
mundo real nas lojas e bancos. Não gosto.
Há uma ânsia em comunicar, alegrias e
tristezas a compartilhar. Será que nossa cruz
fica mais leve de carregar? Os filhos não
querem saber de papo familiar, vão direto ao Facebook e lá tiram suas dúvidas com centenas
de amigos.
Só o futuro dirá algo sobre isso.
CARVALHO, Taís Luso de. Do primeiro celular ao
smartphone. Porto das crônicas. Disponível em
<https://taisluso.blogspot.com/2018/11/do-primeirocelular-ao-smartphone.html>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Do primeiro celular ao smartphone
Do primeiro celular a gente nunca se
esquece: falo do tijolão preto quando chegou ao
Brasil! Lembro como se fosse o primeiro
dinossauro. Causou uma revolução em nossos
costumes. Mas era apenas um telefone - falar e
ouvir. E foi fantástico. Lembro a minha euforia.
Quando me desfiz do primeiro, para tornar-me
vítima do consumismo, fiquei com o coração
apertado. Sou sentimental, tenho carinho pelos
elos que vão ficando para trás. E o "pretinho
básico" ficou esquecido. Foi um susto ao ver as
pessoas falando nas calçadas. Gesticulavam
igual a nossa Elis Regina ao cantar "Arrastão".
Muito esquisito, eu parava na rua para olhar, e
jurei não entrar naquela onda louca. Não
adiantou.
Na época, eu pensei que aquele
estardalhaço nas ruas, com o aparelho no
ouvido, seria coisa passageira, logo as pessoas
entrariam no equilíbrio. Mas não; piorou. Sem
cerimônia entramos na vida dos outros, nas
conversas de família, nas doenças, nas brigas. E
não se respeitam mais hospitais, clínicas,
elevadores, lojas... O tranco é o mesmo. Um
berreiro. E assim seguiremos, já acostumados a
compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em
lugar público. Compartilhamos o que somos
e o que gostaríamos de ser. Uma mistura surreal
contemporânea, massificada. Um novo
movimento. Não se sabe onde fica a linha
divisória da razão. Existe o vício. Vi uma
menina tuitando e rindo no cantinho de um
velório. Senti vontade de lhe chamar a atenção
(...).
O mundo virtual está engolindo o
mundo real nas lojas e bancos. Não gosto.
Há uma ânsia em comunicar, alegrias e
tristezas a compartilhar. Será que nossa cruz
fica mais leve de carregar? Os filhos não
querem saber de papo familiar, vão direto ao Facebook e lá tiram suas dúvidas com centenas
de amigos.
Só o futuro dirá algo sobre isso.
CARVALHO, Taís Luso de. Do primeiro celular ao
smartphone. Porto das crônicas. Disponível em
<https://taisluso.blogspot.com/2018/11/do-primeirocelular-ao-smartphone.html>.
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ISINALIZA.COM. Disponível em <https://www.isinaliza.com/placa-nao-pise-arranqueflores-jardim/p>.
As formas verbais utilizadas na placa acima encontram-se no:
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