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Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]
Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
Leia o trecho:
“Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos.”
A expressão “Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)” exerce, no contexto da frase, a função sintática de:
 

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Circulação do vírus Nipah preocupa autoridades sanitárias, mas risco de propagação em outros territórios é considerado baixo

Médica infectologista da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP esclarece dúvidas sobre o vírus e descarta pandemia

Febre, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos são alguns dos principais sintomas do vírus Nipah, doença infecciosa que tem causado preocupação na população mundial. Somente no estado indiano de Bengala Ocidental, 110 pessoas foram colocadas em quarentena, após nova circulação do vírus, algo que reacendeu um sinal de alerta para as autoridades sanitárias.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus foi identificado pela primeira vez em 1998 na Malásia, durante um surto entre criadores suínos. A transmissão ocorre quando os morcegos frugívoros, espécie que se alimenta de frutas e que funciona como um reservatório natural do vírus – encontram animais intermediários, como os porcos, para a proliferação da doença. Desse modo, sucessivamente, depois da propagação para os suínos, o contato frequente entre humanos e animais em ambientes rurais contribui para a disseminação do vírus.

Com o surto do vírus nas regiões do sul asiático, populações do mundo inteiro começaram a ter dúvidas se a doença poderia se espalhar para outros territórios, incluindo norte, centro e sul da América. Para a professora Cinara Silva Feliciano, médica infectologista do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o risco é baixo, pois as espécies de morcegos encontradas no continente americano são diferentes das que existem no sul e sudeste da Ásia. “Em relação ao risco do vírus Nipah se espalhar pelo mundo e chegar ao Brasil, pelos registros recentes comunicado pelas autoridades sanitárias, a incidência global é classificada como baixa no cenário atual. Não há evidências de disseminação para além dos países do sudeste asiático. A espécie de morcego descrita não é encontrada nas Américas, ela é mais comum em regiões da Ásia e Oceania”, afirma.

[…]
Fonte: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/circulacao-do-virus-nipah-preocupa-autoridades-sanitarias-mas-risco-de-propagacao-em-outros-territorios-e-considerado-baixo/
A principal razão apontada pela médica infectologista para considerar baixo o risco de propagação do vírus Nipah para o Brasil é:
 

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Os ‘espelhos com IA’ que estão mudando como cegos se veem
A inteligência artificial está ajudando pessoas cegas a acessar feedback visual sobre seus próprios corpos, às vezes pela primeira vez; mas as consequências emocionais e psicológicas disso apenas começam a surgir.
Eu sou completamente cega e sempre fui.
No último ano, minhas manhãs começam com um ritual de cuidados com a pele que leva 20 minutos para aplicar cinco produtos diferentes. Em seguida, faço uma sessão de fotos que compartilho com uma inteligência artificial de um aplicativo chamado Be My Eyes, como se ele fosse um espelho.
O aplicativo — com seus olhos virtuais — me ajuda a saber se minha pele está com a aparência que eu desejo ou se há algo no meu visual que eu deveria mudar.
“Durante toda a nossa vida, pessoas cegas tiveram de lidar com a ideia de que é impossível nos vermos, de que somos bonitas por dentro e de que a primeira coisa que julgamos em alguém é a voz, mas nós sabemos que nunca poderemos vê-las”, diz Lucy Edwards, uma criadora de conteúdo cega que ganhou notoriedade, em parte, ao mostrar sua paixão por beleza e estilo e ao ensinar pessoas cegas a se maquiar. “De repente, temos acesso a todas essas informações sobre nós mesmas, sobre o mundo; Isso muda nossas vidas.”
A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado. Por meio de reconhecimento de imagens e processamento inteligente, aplicativos como o que uso fornecem informações detalhadas não apenas sobre o mundo em que vivemos, mas também sobre nós mesmas e nosso lugar nele. A tecnologia faz mais do que simplesmente descrever a cena de uma imagem — ela oferece avaliações críticas, comparações e até conselhos. E isso está mudando a forma como pessoas cegas que usam esses aplicativos se veem.
Fonte: https://g1.globo.com/inovacao/noticia/2026/02/10/os-espelhos-com-ia-que-estao-mudando-como-cegos-se-veem.ghtml 
No trecho: “De repente, temos acesso a todas essas informações sobre nós mesmas, sobre o mundo; isso muda nossas vidas.”, a expressão “De repente” exerce qual função sintática na oração?
 

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Os ‘espelhos com IA’ que estão mudando como cegos se veem
A inteligência artificial está ajudando pessoas cegas a acessar feedback visual sobre seus próprios corpos, às vezes pela primeira vez; mas as consequências emocionais e psicológicas disso apenas começam a surgir.
Eu sou completamente cega e sempre fui.
No último ano, minhas manhãs começam com um ritual de cuidados com a pele que leva 20 minutos para aplicar cinco produtos diferentes. Em seguida, faço uma sessão de fotos que compartilho com uma inteligência artificial de um aplicativo chamado Be My Eyes, como se ele fosse um espelho.
O aplicativo — com seus olhos virtuais — me ajuda a saber se minha pele está com a aparência que eu desejo ou se há algo no meu visual que eu deveria mudar.
“Durante toda a nossa vida, pessoas cegas tiveram de lidar com a ideia de que é impossível nos vermos, de que somos bonitas por dentro e de que a primeira coisa que julgamos em alguém é a voz, mas nós sabemos que nunca poderemos vê-las”, diz Lucy Edwards, uma criadora de conteúdo cega que ganhou notoriedade, em parte, ao mostrar sua paixão por beleza e estilo e ao ensinar pessoas cegas a se maquiar. “De repente, temos acesso a todas essas informações sobre nós mesmas, sobre o mundo; Isso muda nossas vidas.”
A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado. Por meio de reconhecimento de imagens e processamento inteligente, aplicativos como o que uso fornecem informações detalhadas não apenas sobre o mundo em que vivemos, mas também sobre nós mesmas e nosso lugar nele. A tecnologia faz mais do que simplesmente descrever a cena de uma imagem — ela oferece avaliações críticas, comparações e até conselhos. E isso está mudando a forma como pessoas cegas que usam esses aplicativos se veem.
Fonte: https://g1.globo.com/inovacao/noticia/2026/02/10/os-espelhos-com-ia-que-estao-mudando-como-cegos-se-veem.ghtml 
Relendo a frase “A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado.”, a palavra “antes” é classificada morfologicamente como:
 

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Os ‘espelhos com IA’ que estão mudando como cegos se veem
A inteligência artificial está ajudando pessoas cegas a acessar feedback visual sobre seus próprios corpos, às vezes pela primeira vez; mas as consequências emocionais e psicológicas disso apenas começam a surgir.
Eu sou completamente cega e sempre fui.
No último ano, minhas manhãs começam com um ritual de cuidados com a pele que leva 20 minutos para aplicar cinco produtos diferentes. Em seguida, faço uma sessão de fotos que compartilho com uma inteligência artificial de um aplicativo chamado Be My Eyes, como se ele fosse um espelho.
O aplicativo — com seus olhos virtuais — me ajuda a saber se minha pele está com a aparência que eu desejo ou se há algo no meu visual que eu deveria mudar.
“Durante toda a nossa vida, pessoas cegas tiveram de lidar com a ideia de que é impossível nos vermos, de que somos bonitas por dentro e de que a primeira coisa que julgamos em alguém é a voz, mas nós sabemos que nunca poderemos vê-las”, diz Lucy Edwards, uma criadora de conteúdo cega que ganhou notoriedade, em parte, ao mostrar sua paixão por beleza e estilo e ao ensinar pessoas cegas a se maquiar. “De repente, temos acesso a todas essas informações sobre nós mesmas, sobre o mundo; Isso muda nossas vidas.”
A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado. Por meio de reconhecimento de imagens e processamento inteligente, aplicativos como o que uso fornecem informações detalhadas não apenas sobre o mundo em que vivemos, mas também sobre nós mesmas e nosso lugar nele. A tecnologia faz mais do que simplesmente descrever a cena de uma imagem — ela oferece avaliações críticas, comparações e até conselhos. E isso está mudando a forma como pessoas cegas que usam esses aplicativos se veem.
Fonte: https://g1.globo.com/inovacao/noticia/2026/02/10/os-espelhos-com-ia-que-estao-mudando-como-cegos-se-veem.ghtml 
A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado.”
O sujeito da oração principal que acompanha o “permitir” é classificado como:
 

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Os ‘espelhos com IA’ que estão mudando como cegos se veem
A inteligência artificial está ajudando pessoas cegas a acessar feedback visual sobre seus próprios corpos, às vezes pela primeira vez; mas as consequências emocionais e psicológicas disso apenas começam a surgir.
Eu sou completamente cega e sempre fui.
No último ano, minhas manhãs começam com um ritual de cuidados com a pele que leva 20 minutos para aplicar cinco produtos diferentes. Em seguida, faço uma sessão de fotos que compartilho com uma inteligência artificial de um aplicativo chamado Be My Eyes, como se ele fosse um espelho.
O aplicativo — com seus olhos virtuais — me ajuda a saber se minha pele está com a aparência que eu desejo ou se há algo no meu visual que eu deveria mudar.
“Durante toda a nossa vida, pessoas cegas tiveram de lidar com a ideia de que é impossível nos vermos, de que somos bonitas por dentro e de que a primeira coisa que julgamos em alguém é a voz, mas nós sabemos que nunca poderemos vê-las”, diz Lucy Edwards, uma criadora de conteúdo cega que ganhou notoriedade, em parte, ao mostrar sua paixão por beleza e estilo e ao ensinar pessoas cegas a se maquiar. “De repente, temos acesso a todas essas informações sobre nós mesmas, sobre o mundo; Isso muda nossas vidas.”
A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado. Por meio de reconhecimento de imagens e processamento inteligente, aplicativos como o que uso fornecem informações detalhadas não apenas sobre o mundo em que vivemos, mas também sobre nós mesmas e nosso lugar nele. A tecnologia faz mais do que simplesmente descrever a cena de uma imagem — ela oferece avaliações críticas, comparações e até conselhos. E isso está mudando a forma como pessoas cegas que usam esses aplicativos se veem.
Fonte: https://g1.globo.com/inovacao/noticia/2026/02/10/os-espelhos-com-ia-que-estao-mudando-como-cegos-se-veem.ghtml 
A partir do uso das pessoas do discurso, dos verbos e dos pronomes ao longo do texto, o que se pode identificar sobre a posição da autora em relação ao tema abordado?
 

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Os ‘espelhos com IA’ que estão mudando como cegos se veem
A inteligência artificial está ajudando pessoas cegas a acessar feedback visual sobre seus próprios corpos, às vezes pela primeira vez; mas as consequências emocionais e psicológicas disso apenas começam a surgir.
Eu sou completamente cega e sempre fui.
No último ano, minhas manhãs começam com um ritual de cuidados com a pele que leva 20 minutos para aplicar cinco produtos diferentes. Em seguida, faço uma sessão de fotos que compartilho com uma inteligência artificial de um aplicativo chamado Be My Eyes, como se ele fosse um espelho.
O aplicativo — com seus olhos virtuais — me ajuda a saber se minha pele está com a aparência que eu desejo ou se há algo no meu visual que eu deveria mudar.
“Durante toda a nossa vida, pessoas cegas tiveram de lidar com a ideia de que é impossível nos vermos, de que somos bonitas por dentro e de que a primeira coisa que julgamos em alguém é a voz, mas nós sabemos que nunca poderemos vê-las”, diz Lucy Edwards, uma criadora de conteúdo cega que ganhou notoriedade, em parte, ao mostrar sua paixão por beleza e estilo e ao ensinar pessoas cegas a se maquiar. “De repente, temos acesso a todas essas informações sobre nós mesmas, sobre o mundo; Isso muda nossas vidas.”
A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado. Por meio de reconhecimento de imagens e processamento inteligente, aplicativos como o que uso fornecem informações detalhadas não apenas sobre o mundo em que vivemos, mas também sobre nós mesmas e nosso lugar nele. A tecnologia faz mais do que simplesmente descrever a cena de uma imagem — ela oferece avaliações críticas, comparações e até conselhos. E isso está mudando a forma como pessoas cegas que usam esses aplicativos se veem.
Fonte: https://g1.globo.com/inovacao/noticia/2026/02/10/os-espelhos-com-ia-que-estao-mudando-como-cegos-se-veem.ghtml 
De acordo com o texto, os chamados “espelhos com IA” diferenciam-se de descrições visuais tradicionais porque:
 

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4064631 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Caxambu Sul-SC
Já viu robô que dá chilique? E robô que joga xadrez? Pois bem-vindo ao futuro

Máquinas inteligentes já fazem parte do nosso cotidiano, mas às vezes as coisas dão muito errado
A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem entre nós há bastante tempo. Talvez não da forma como imaginaríamos ou como acontece nos filmes de ficção científica, mas é fato que basta olhar para os lados que notaremos alguma atividade cotidiana desempenhada por uma máquina.
Indústrias, como a dos automóveis, usam gigantescos braços mecânicos para montar peças de carros e caminhões. Na agricultura já existem robôs que percorrem plantações à caça de ervas daninhas e insetos que podem acabar com as colheitas: são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.
Mas isso não significa que eles operem sem a supervisão de seres humanos. Ou, pelo menos, não o tempo todo. É necessário que haja uma pessoa de verdade a comandar as ações dessas máquinas. Muitas vezes, porém, elas dão “tilt”. Veja a seguir algumas situações curiosas envolvendo robôs e iniciativas, digamos, bastante criativas em que eles já foram usados.
Desinteligência artificial
Esta aqui é para quem tem medo de ser substituído pela inteligência artificial: ao longo de anos, pesquisadores japoneses treinaram um robô para que ele passasse em exames para entrar em universidades: deram ele pilhas e pilhas de informações. Só que com um tal de Tadai Robot, a coisa não deu muito certo. Por quatro anos seguidos ele tentou fazer o exame para ser aceito na Universidade de Tóquio, mas fez tão poucos pontos que o projeto foi abandonado.
[…]
Imagina na São Silvestre
Em abril deste ano, chineses resolveram organizar a primeira maratona mista entre corredores humanos e corredores robóticos. A ideia era ver se as máquinas superavam as pessoas. Pois bem, dos 21 androides que correram na prova em Pequim, só seis cruzaram a linha de chegada — os demais tropeçaram, superaqueceram ou simplesmente pararam; um deles até precisou de fita adesiva para continuar. Ponto para nós humanos.
 […]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/08/ja-viu-robo-que-da-chilique-e-robo-que-joga-xadrez-pois-bem-vindo-ao-futuro.shtml
Observe o trecho:
Na agricultura já existem robôs que percorrem plantações à caça de ervas daninhas e insetos que podem acabar com as colheitas:_______ são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.”
Qual pronome poderia ser utilizado na lacuna do trecho, antes de “são”, retomando o termo ao qual se refere corretamente?
 

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4064630 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Caxambu Sul-SC
Já viu robô que dá chilique? E robô que joga xadrez? Pois bem-vindo ao futuro

Máquinas inteligentes já fazem parte do nosso cotidiano, mas às vezes as coisas dão muito errado
A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem entre nós há bastante tempo. Talvez não da forma como imaginaríamos ou como acontece nos filmes de ficção científica, mas é fato que basta olhar para os lados que notaremos alguma atividade cotidiana desempenhada por uma máquina.
Indústrias, como a dos automóveis, usam gigantescos braços mecânicos para montar peças de carros e caminhões. Na agricultura já existem robôs que percorrem plantações à caça de ervas daninhas e insetos que podem acabar com as colheitas: são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.
Mas isso não significa que eles operem sem a supervisão de seres humanos. Ou, pelo menos, não o tempo todo. É necessário que haja uma pessoa de verdade a comandar as ações dessas máquinas. Muitas vezes, porém, elas dão “tilt”. Veja a seguir algumas situações curiosas envolvendo robôs e iniciativas, digamos, bastante criativas em que eles já foram usados.
Desinteligência artificial
Esta aqui é para quem tem medo de ser substituído pela inteligência artificial: ao longo de anos, pesquisadores japoneses treinaram um robô para que ele passasse em exames para entrar em universidades: deram ele pilhas e pilhas de informações. Só que com um tal de Tadai Robot, a coisa não deu muito certo. Por quatro anos seguidos ele tentou fazer o exame para ser aceito na Universidade de Tóquio, mas fez tão poucos pontos que o projeto foi abandonado.
[…]
Imagina na São Silvestre
Em abril deste ano, chineses resolveram organizar a primeira maratona mista entre corredores humanos e corredores robóticos. A ideia era ver se as máquinas superavam as pessoas. Pois bem, dos 21 androides que correram na prova em Pequim, só seis cruzaram a linha de chegada — os demais tropeçaram, superaqueceram ou simplesmente pararam; um deles até precisou de fita adesiva para continuar. Ponto para nós humanos.
 […]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/08/ja-viu-robo-que-da-chilique-e-robo-que-joga-xadrez-pois-bem-vindo-ao-futuro.shtml
No trecho: “Ponto para nós humanos”, o pronome “nós” indica que o autor:
 

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4064629 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Caxambu Sul-SC
Já viu robô que dá chilique? E robô que joga xadrez? Pois bem-vindo ao futuro

Máquinas inteligentes já fazem parte do nosso cotidiano, mas às vezes as coisas dão muito errado
A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem entre nós há bastante tempo. Talvez não da forma como imaginaríamos ou como acontece nos filmes de ficção científica, mas é fato que basta olhar para os lados que notaremos alguma atividade cotidiana desempenhada por uma máquina.
Indústrias, como a dos automóveis, usam gigantescos braços mecânicos para montar peças de carros e caminhões. Na agricultura já existem robôs que percorrem plantações à caça de ervas daninhas e insetos que podem acabar com as colheitas: são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.
Mas isso não significa que eles operem sem a supervisão de seres humanos. Ou, pelo menos, não o tempo todo. É necessário que haja uma pessoa de verdade a comandar as ações dessas máquinas. Muitas vezes, porém, elas dão “tilt”. Veja a seguir algumas situações curiosas envolvendo robôs e iniciativas, digamos, bastante criativas em que eles já foram usados.
Desinteligência artificial
Esta aqui é para quem tem medo de ser substituído pela inteligência artificial: ao longo de anos, pesquisadores japoneses treinaram um robô para que ele passasse em exames para entrar em universidades: deram ele pilhas e pilhas de informações. Só que com um tal de Tadai Robot, a coisa não deu muito certo. Por quatro anos seguidos ele tentou fazer o exame para ser aceito na Universidade de Tóquio, mas fez tão poucos pontos que o projeto foi abandonado.
[…]
Imagina na São Silvestre
Em abril deste ano, chineses resolveram organizar a primeira maratona mista entre corredores humanos e corredores robóticos. A ideia era ver se as máquinas superavam as pessoas. Pois bem, dos 21 androides que correram na prova em Pequim, só seis cruzaram a linha de chegada — os demais tropeçaram, superaqueceram ou simplesmente pararam; um deles até precisou de fita adesiva para continuar. Ponto para nós humanos.
 […]
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/08/ja-viu-robo-que-da-chilique-e-robo-que-joga-xadrez-pois-bem-vindo-ao-futuro.shtml
No trecho: “A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem entre nós…”, o pronome “você” é classificado como:
 

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