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Leia o trecho adaptado da Odisseia, de Homero, em que Ulisses, preso na caverna do ciclope Polifemo, procura escapar de uma situação desesperadora.
Quando Polifemo perguntou-lhe seu nome, Ulisses respondeu:
— Meu nome é Ninguém.
Mais tarde, depois de ser cegado por Ulisses e seus companheiros, Polifemo gritou por socorro. Os outros ciclopes aproximaram-se da caverna e perguntaram:
— Quem está lhe fazendo mal?
Polifemo respondeu:
— Ninguém está me matando por astúcia!
Ouvindo isso, os ciclopes concluíram que Polifemo não estava sendo atacado por pessoa alguma, atribuindo a sua queixa a algum castigo dos deuses, e foram embora, deixando-o sozinho.
A eficácia do estratagema de Ulisses decorre, sobretudo,
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Com base na leitura abaixo responda a questão.

Fonte: https://arquitetura.vivadecora.com.br/gentrificacao
Analise a fala do segundo personagem no balão à direita:
“Vamos pra escanteio!”
Considerando os recursos expressivos do texto, as dinâmicas territoriais urbanas e a temática do deslocamento forçado de populações vulneráveis, assinale a opção que analisa de forma correta e precisa a construção do efeito de sentido e a crítica social da fala no segundo balão:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
Com base na leitura abaixo responda a questão.

Fonte: https://arquitetura.vivadecora.com.br/gentrificacao
Considere a fala do personagem no primeiro balão da charge de Eugênio Neves:
“E se nos tirarem aqui da vila, pra construir o estádio da Copa, nós vamos pra onde?”
Assinale a alternativa que indica a correta classificação e o valor semântico do vocábulo “se” destacado na frase:
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Texto I
(Hino de General Carneiro – MT)
Agarrado aos rios que arquiteta,
Desde o berço em que um dia nasceu;
Esta linda cidade acolhedora,
Com seu povo arrojado cresceu.
General Carneiro, cidade hospitaleira,
Tão bela que nos apraz;
No Mato Grosso, és brilhante estrela,
Com simbólico gesto de paz.
É a expressão da firmeza de um povo,
Responsável, dinâmico e varonil;
General, General Carneiro,
Orgulho do nosso Brasil.
Com seu distrito e povos indígenas,
Na história tem passagem radiante;
Encravada no encontro das águas,
Na linguagem do índio e do bandeirante.
General Carneiro, cidade hospitaleira,
Tão bela que nos apraz;
No Mato Grosso, és brilhante estrela,
Com simbólico gesto de paz.
É a expressão da firmeza de um povo,
Responsável, dinâmico e varonil;
General, General Carneiro,
Orgulho do nosso Brasil.
Analise as palavras em destaque no texto a seguir, que retrata o cotidiano mato-grossense:
"Aquele tchô tomou um tereré bem gelado, comeu um baguncinha no centro e disse que a cidade está ótima para se viver."
De acordo com as regras de acentuação gráfica vigentes na norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa CORRETA:
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Texto I
(Hino de General Carneiro – MT)
Agarrado aos rios que arquiteta,
Desde o berço em que um dia nasceu;
Esta linda cidade acolhedora,
Com seu povo arrojado cresceu.
General Carneiro, cidade hospitaleira,
Tão bela que nos apraz;
No Mato Grosso, és brilhante estrela,
Com simbólico gesto de paz.
É a expressão da firmeza de um povo,
Responsável, dinâmico e varonil;
General, General Carneiro,
Orgulho do nosso Brasil.
Com seu distrito e povos indígenas,
Na história tem passagem radiante;
Encravada no encontro das águas,
Na linguagem do índio e do bandeirante.
General Carneiro, cidade hospitaleira,
Tão bela que nos apraz;
No Mato Grosso, és brilhante estrela,
Com simbólico gesto de paz.
É a expressão da firmeza de um povo,
Responsável, dinâmico e varonil;
General, General Carneiro,
Orgulho do nosso Brasil.
No texto, o adjetivo "varonil" (linha 10) refere se ao seguinte termo:
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Texto I
(Hino de General Carneiro – MT)
Agarrado aos rios que arquiteta,
Desde o berço em que um dia nasceu;
Esta linda cidade acolhedora,
Com seu povo arrojado cresceu.
General Carneiro, cidade hospitaleira,
Tão bela que nos apraz;
No Mato Grosso, és brilhante estrela,
Com simbólico gesto de paz.
É a expressão da firmeza de um povo,
Responsável, dinâmico e varonil;
General, General Carneiro,
Orgulho do nosso Brasil.
Com seu distrito e povos indígenas,
Na história tem passagem radiante;
Encravada no encontro das águas,
Na linguagem do índio e do bandeirante.
General Carneiro, cidade hospitaleira,
Tão bela que nos apraz;
No Mato Grosso, és brilhante estrela,
Com simbólico gesto de paz.
É a expressão da firmeza de um povo,
Responsável, dinâmico e varonil;
General, General Carneiro,
Orgulho do nosso Brasil.
Com base no verso do Texto I –
"Encravada no encontro das águas" (linha 15),
assinale a opção que reescreve a oração mantendo a correção gramatical e a coerência semântica original do texto.
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Considere o seguinte trecho retirado do texto:
"A escola deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual."
Caso a oração seja corretamente reescrita na voz passiva analítica, mantendo-se o sentido e a correção gramatical, obtém-se:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No último parágrafo, o autor afirma que:
"O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela."
A principal estratégia argumentativa utilizada nesse trecho consiste em:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Observe o período abaixo.
"Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática."
A expressão destacada "embora indispensável" estabelece, em relação à oração principal, uma ideia de:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No segundo parágrafo, o autor afirma que "a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica."
A partir dessa afirmação e do contexto global do texto, pode-se inferir corretamente que:
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