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SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL
CADASTRO NA PLATAFORMA TORCEDOR ARRETADO

O Torcedor Arretado é uma plataforma digital criada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS), para organizar informações sobre torcedores, clubes e torcidas organizadas.
O sistema ajuda os órgãos públicos a planejarem melhor a segurança nos jogos e eventos esportivos, reunindo informações importantes em um só lugar.
Entre as principais funções estão:

• Cadastro de torcedores e torcidas organizadas;
• Identificação dos integrantes das torcidas;
• Controle de pessoas impedidas de participar de eventos esportivos;
• Registro de ocorrências e histórico de comportamento em jogos;
• Acompanhamento de medidas judiciais ou administrativas;
• Solicitação de apoio para eventos, como escolta, entrada de materiais e organização de caravanas;
• Comunicação entre torcidas, clubes e órgãos de segurança.

O sistema também permite que as torcidas organizadas administrem seus membros e mantenham seus dados atualizados.
O Torcedor Arretado busca tornar a segurança nos estádios mais eficiente, permitindo que as autoridades trabalhem de forma preventiva, com informações atualizadas e melhor planejamento.

https://www.pe.gov.br

No nome da plataforma digital apresentada, o emprego do vocábulo "Arretado" produz um efeito de sentido que se explica, predominantemente, pelo fato de
 

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SGI DO TCE-PE: FERRAMENTA DE CONTROLE SE TORNA ALIADA
DOS GESTORES PÚBLICOS PERNAMBUCANOS

Fiscalizar para punir ou fiscalizar para aprimorar? Essa distinção, aparentemente sutil, marca uma virada importante na forma como o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) tem atuado junto aos gestores públicos. O Sistema de Gerenciamento de Indícios (SGI), desenvolvido pela instituição, vem se consolidando não apenas como um instrumento de detecção de irregularidades, mas como uma poderosa ferramenta de apoio à boa gestão — e os administradores estaduais e municipais que souberem aproveitá-la têm muito a ganhar.

https://tcepe.tc.br/internet/index.php/noticias/503-2026/julho/

A pergunta que inicia o texto exerce, predominantemente, a função de
 

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4269357 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: TCE-PE

Enunciado 4648017-1

https://diplomatique.org.br/novas-tirinhas-de-andre-dahmer-transformamalgoritmo-em-personagem-intrometido

No último quadrinho, o verbo "tem" é empregado com sentido de existência.

Considerando sua adequação ao contexto de uso da frase, assinale

 

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4269356 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: TCE-PE
AOS 99 ANOS E COM CINCO TRINETOS, SUPERIDOSA EXPÕE ROTINA NAS REDES SOCIAIS E CONQUISTA INTERNET: 'SOU DIGITAL INFLUENCER'

Recifense, Zuleide Lima começou a gravar vídeos na pandemia, com ajuda da neta, e hoje acumula 332 mil seguidores. 'As pessoas com muita idade não devem parar', afirma.
Aniversários, consultas médicas, partidas de bingo, exercícios físicos e passeios. Com uma rotina que poderia ser o dia a dia de qualquer produtor de conteúdo, a influenciadora Zuleide Lima conquistou milhares de seguidores nas redes sociais, aos 99 anos.
https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2026/07/04/

No título da notícia, o vocábulo “superidosa” é um exemplo de criação lexical que se justifica, no contexto, por um processo de formação de palavras caracterizado pela
 

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4269355 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: TCE-PE
Porém, senhor conde, o que fiz de mais importante para ressuscitar o meu porto não foi nenhuma reforma ou construção, mas inventar uns presentes e umas prendas para atiçar o apetite dos mercadores, porque se há um segredo no comércio é saber fazer com que o comprador pense que está tendo vantagens e recebendo mais do que aquilo pelo que pagou.
TORRERO, J. R. e PIMENTA, M. A. Terra Papagalli. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. p. 141.

As conjunções são importantes elementos de coesão textual. Considerando a função sintático-semântica dos conectivos destacados no excerto, assinale a opção correta.
 

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4269354 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: TCE-PE
A transformação começou ainda na infância, quando o que era pra ser dom se tornou pesar. Do pai, ela herdou o gosto pela notícia; da mãe, a vida restrita ao lar. Do mundo, ganhou desgostos; do destino, a falta de escolhas. Formou-se assim a essência da fofoqueira.
BATALHA, Martha. A vida invisível de Eurídice Gusmão. São Paulo: Cia das Letras, 2016. p. 12.

Na construção das características da personagem, que conduz à conclusão sobre sua essência, a autora emprega paralelismo sintático associado à elipse verbal, recurso que contribui, predominantemente, para
 

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4269072 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PREVCOM
Leia o texto do escritor angolano Pepetela para responder à questão:
Os balanços
    Quero falar dos balanços que as instituições e os poderes políticos, desde governos a comissões de moradores de prédios, fazem anualmente. Felizmente para nós, pobres cidadãos que deles dependemos, os balanços são sempre positivos. Por isso não compreendo como podemos ficar descontentes ou andar sempre macambúzios1, de bolsos furados.
    Se tudo corre sempre bem e os balanços foram favoráveis, por que resmungamos com a carestia da vida, ou a opacidade do futuro? Nós, os pequenos, somos incuravelmente pessimistas, caso para psiquiatria. Pois então não ouvimos as notas positivas emanadas dos balanços? Até mesmo uma comissão criada para um programa que desconseguiu de resolver apresenta balanço positivo e abre champanhe na hora de prestar contas (verbais, porque as monetárias ficam só para alguns, os mesmos de sempre). Somos pessimistas e ingratos, invejosos de os ver sempre a beber champanhe. Desconfiamos dos que apresentam os balanços, os nossos chefes bem-amados. É evidente, merecemos o inferno em que vivemos, sem champanhe.
    Divirto-me muito a ouvir ou ler o balanço feito a visitas ao estrangeiro de membros do Governo ou delegações de qualquer tipo, desportivas, diplomáticas ou culturais. As viagens são sempre positivas, alcançando resultados de que só o futuro mostrará a magnitude. Como temos fraca memória, no futuro nunca lembramos os termos de referência dessas visitas positivas.
    Ultimamente surgiram balanços em muitos jornais. Partindo do princípio que a década acabou agora (os matemáticos que resolvam definitivamente essa maka2, pois parece que é só para o ano), fez-se o balanço da década. Como esses jornais se concentram no Norte (ou seguindo os interesses do Norte), finalmente encontramos balanços negativos. Terrorismo, guerras, crises financeiras e econômicas constantes, desemprego em alta, suicídios de ricos (raríssimos, mas servem de índice), tímidas prisões de uns poucos corruptos, enfim, tudo desgraças. Para esses jornais, a primeira década desse milênio é para esquecer.
    Pois eu faço um balanço positivo. Por uma vez tinha de ser. Nesta década gozamos finalmente de paz. E o país até cresce muito, apesar dos disparates. Andamos na contramão, já é mania de ser diferente...
(Pepetela. Crónicas Maldispostas. 2015. Adaptado)
Vocabulário:
1macambúzios: tristonhos, taciturnos
2maka: cisão, desentendimento
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de pontuação.
 

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4269071 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PREVCOM
Leia o texto do escritor angolano Pepetela para responder à questão:
Os balanços
    Quero falar dos balanços que as instituições e os poderes políticos, desde governos a comissões de moradores de prédios, fazem anualmente. Felizmente para nós, pobres cidadãos que deles dependemos, os balanços são sempre positivos. Por isso não compreendo como podemos ficar descontentes ou andar sempre macambúzios1, de bolsos furados.
    Se tudo corre sempre bem e os balanços foram favoráveis, por que resmungamos com a carestia da vida, ou a opacidade do futuro? Nós, os pequenos, somos incuravelmente pessimistas, caso para psiquiatria. Pois então não ouvimos as notas positivas emanadas dos balanços? Até mesmo uma comissão criada para um programa que desconseguiu de resolver apresenta balanço positivo e abre champanhe na hora de prestar contas (verbais, porque as monetárias ficam só para alguns, os mesmos de sempre). Somos pessimistas e ingratos, invejosos de os ver sempre a beber champanhe. Desconfiamos dos que apresentam os balanços, os nossos chefes bem-amados. É evidente, merecemos o inferno em que vivemos, sem champanhe.
    Divirto-me muito a ouvir ou ler o balanço feito a visitas ao estrangeiro de membros do Governo ou delegações de qualquer tipo, desportivas, diplomáticas ou culturais. As viagens são sempre positivas, alcançando resultados de que só o futuro mostrará a magnitude. Como temos fraca memória, no futuro nunca lembramos os termos de referência dessas visitas positivas.
    Ultimamente surgiram balanços em muitos jornais. Partindo do princípio que a década acabou agora (os matemáticos que resolvam definitivamente essa maka2, pois parece que é só para o ano), fez-se o balanço da década. Como esses jornais se concentram no Norte (ou seguindo os interesses do Norte), finalmente encontramos balanços negativos. Terrorismo, guerras, crises financeiras e econômicas constantes, desemprego em alta, suicídios de ricos (raríssimos, mas servem de índice), tímidas prisões de uns poucos corruptos, enfim, tudo desgraças. Para esses jornais, a primeira década desse milênio é para esquecer.
    Pois eu faço um balanço positivo. Por uma vez tinha de ser. Nesta década gozamos finalmente de paz. E o país até cresce muito, apesar dos disparates. Andamos na contramão, já é mania de ser diferente...
(Pepetela. Crónicas Maldispostas. 2015. Adaptado)
Vocabulário:
1macambúzios: tristonhos, taciturnos
2maka: cisão, desentendimento
Somos pessimistas e ingratos, incomodados______ a tomar champanhe. E somos acostumados ______ desconfiar dos que apresentam os balanços. É evidente ______ merecemos o inferno em que vivemos, sem champanhe.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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4269070 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PREVCOM
Leia o texto do escritor angolano Pepetela para responder à questão:
Os balanços
    Quero falar dos balanços que as instituições e os poderes políticos, desde governos a comissões de moradores de prédios, fazem anualmente. Felizmente para nós, pobres cidadãos que deles dependemos, os balanços são sempre positivos. Por isso não compreendo como podemos ficar descontentes ou andar sempre macambúzios1, de bolsos furados.
    Se tudo corre sempre bem e os balanços foram favoráveis, por que resmungamos com a carestia da vida, ou a opacidade do futuro? Nós, os pequenos, somos incuravelmente pessimistas, caso para psiquiatria. Pois então não ouvimos as notas positivas emanadas dos balanços? Até mesmo uma comissão criada para um programa que desconseguiu de resolver apresenta balanço positivo e abre champanhe na hora de prestar contas (verbais, porque as monetárias ficam só para alguns, os mesmos de sempre). Somos pessimistas e ingratos, invejosos de os ver sempre a beber champanhe. Desconfiamos dos que apresentam os balanços, os nossos chefes bem-amados. É evidente, merecemos o inferno em que vivemos, sem champanhe.
    Divirto-me muito a ouvir ou ler o balanço feito a visitas ao estrangeiro de membros do Governo ou delegações de qualquer tipo, desportivas, diplomáticas ou culturais. As viagens são sempre positivas, alcançando resultados de que só o futuro mostrará a magnitude. Como temos fraca memória, no futuro nunca lembramos os termos de referência dessas visitas positivas.
    Ultimamente surgiram balanços em muitos jornais. Partindo do princípio que a década acabou agora (os matemáticos que resolvam definitivamente essa maka2, pois parece que é só para o ano), fez-se o balanço da década. Como esses jornais se concentram no Norte (ou seguindo os interesses do Norte), finalmente encontramos balanços negativos. Terrorismo, guerras, crises financeiras e econômicas constantes, desemprego em alta, suicídios de ricos (raríssimos, mas servem de índice), tímidas prisões de uns poucos corruptos, enfim, tudo desgraças. Para esses jornais, a primeira década desse milênio é para esquecer.
    Pois eu faço um balanço positivo. Por uma vez tinha de ser. Nesta década gozamos finalmente de paz. E o país até cresce muito, apesar dos disparates. Andamos na contramão, já é mania de ser diferente...
(Pepetela. Crónicas Maldispostas. 2015. Adaptado)
Vocabulário:
1macambúzios: tristonhos, taciturnos
2maka: cisão, desentendimento
Considere as passagens:

• Quero falar dos balanços que as instituições e os poderes políticos, desde governos a comissões de moradores de prédios, fazem anualmente. (1º parágrafo)
• … por que resmungamos com a carestia da vida, ou a opacidade do futuro? (2º parágrafo)
• Ultimamente surgiram balanços em muitos jornais. (4º parágrafo)

O par de preposições “desde ... a” e as preposições “com” e “em” estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:
 

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4269069 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PREVCOM
Leia o texto do escritor angolano Pepetela para responder à questão:
Os balanços
    Quero falar dos balanços que as instituições e os poderes políticos, desde governos a comissões de moradores de prédios, fazem anualmente. Felizmente para nós, pobres cidadãos que deles dependemos, os balanços são sempre positivos. Por isso não compreendo como podemos ficar descontentes ou andar sempre macambúzios1, de bolsos furados.
    Se tudo corre sempre bem e os balanços foram favoráveis, por que resmungamos com a carestia da vida, ou a opacidade do futuro? Nós, os pequenos, somos incuravelmente pessimistas, caso para psiquiatria. Pois então não ouvimos as notas positivas emanadas dos balanços? Até mesmo uma comissão criada para um programa que desconseguiu de resolver apresenta balanço positivo e abre champanhe na hora de prestar contas (verbais, porque as monetárias ficam só para alguns, os mesmos de sempre). Somos pessimistas e ingratos, invejosos de os ver sempre a beber champanhe. Desconfiamos dos que apresentam os balanços, os nossos chefes bem-amados. É evidente, merecemos o inferno em que vivemos, sem champanhe.
    Divirto-me muito a ouvir ou ler o balanço feito a visitas ao estrangeiro de membros do Governo ou delegações de qualquer tipo, desportivas, diplomáticas ou culturais. As viagens são sempre positivas, alcançando resultados de que só o futuro mostrará a magnitude. Como temos fraca memória, no futuro nunca lembramos os termos de referência dessas visitas positivas.
    Ultimamente surgiram balanços em muitos jornais. Partindo do princípio que a década acabou agora (os matemáticos que resolvam definitivamente essa maka2, pois parece que é só para o ano), fez-se o balanço da década. Como esses jornais se concentram no Norte (ou seguindo os interesses do Norte), finalmente encontramos balanços negativos. Terrorismo, guerras, crises financeiras e econômicas constantes, desemprego em alta, suicídios de ricos (raríssimos, mas servem de índice), tímidas prisões de uns poucos corruptos, enfim, tudo desgraças. Para esses jornais, a primeira década desse milênio é para esquecer.
    Pois eu faço um balanço positivo. Por uma vez tinha de ser. Nesta década gozamos finalmente de paz. E o país até cresce muito, apesar dos disparates. Andamos na contramão, já é mania de ser diferente...
(Pepetela. Crónicas Maldispostas. 2015. Adaptado)
Vocabulário:
1macambúzios: tristonhos, taciturnos
2maka: cisão, desentendimento
Na passagem “... suicídios de ricos (raríssimos, mas servem de índice) ...” (4º parágrafo), a flexão do adjetivo destacado tem por objetivo
 

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