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[Sucuri, cascavel, coral, caninana.]
De todas as cobras, o título de “campeã” de picadas de pessoas no Brasil pertence à jararaca (cobras do gênero Bothrops), segundo informações do Instituto Butantan, instituição de pesquisa sediada na cidade de São Paulo. No país, 69,3% dos acidentes envolvendo serpentes são de picada de jararaca — considerando só o estado de São Paulo, o número chega a 90% dos casos.
A jararaca tem uma característica marcante chamada
policromatismo: seu padrão de cor varia de cobra para
cobra, abrangendo [“tons marrons escuros ou claros, verdes,
acinzentados ou amarelos”]
O comprimento dos machos é de aproximadamente 1 metro, ao passo que as fêmeas chegam a 1,5 metro — o motivo é que elas precisam de espaço para abrigar os embriões, pois carregam os ovos no interior do corpo.
Essa cobra pode ser encontrada da Bahia ao Rio Grande do Sul, normalmente em áreas de Mata Atlântica, além de regiões da Argentina e do Paraguai que fazem fronteira com o Brasil.
O efeito do veneno da jararaca muda conforme a idade do réptil. Nos exemplares juvenis, tem ação anticoagulante. Já no caso de jararacas adultas, a ação inflamatória é mais intensa.
Em adultos, os principais sintomas, segundo o Butantan, são dor e inchaço local, além da possibilidade de sangramento em mucosas (como gengivas). Há ainda o risco de complicações, como infecção e necrose na região da picada e insuficiência renal.
Para evitar ser picado, use calçados fechados, de preferência de cano alto quando for andar em meio ao mato. Ao manipular folhas, lenhas, palhas, lixo ou entulho (que podem servir de abrigo para diferentes cobras), é importante usar luvas.
Se avistar uma jararaca na natureza, mantenha distância e não toque o animal. Em áreas urbanas e residenciais, as autoridades competentes, como Corpo de Bombeiros e serviços de controle de zoonoses, devem ser acionadas para capturar a cobra.
O soro antiofídico é o único tratamento eficaz contra picadas de serpentes venenosas. Quanto antes for feita a aplicação, sempre com acompanhamento médico, menores são as chances de complicações.
Somente na região das Américas, estima-se que 57 mil pessoas por ano sejam mordidas por serpentes venenosas, com uma taxa de letalidade de 0,6%. No entanto, estima-se que esses números sejam ainda subnotificados, já que muitos casos sequer são reportados às autoridades médicas.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
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[Sucuri, cascavel, coral, caninana.]
De todas as cobras, o título de “campeã” de picadas de pessoas no Brasil pertence à jararaca (cobras do gênero Bothrops), segundo informações do Instituto Butantan, instituição de pesquisa sediada na cidade de São Paulo. No país, 69,3% dos acidentes envolvendo serpentes são de picada de jararaca — considerando só o estado de São Paulo, o número chega a 90% dos casos.
A jararaca tem uma característica marcante chamada
policromatismo: seu padrão de cor varia de cobra para
cobra, abrangendo [“tons marrons escuros ou claros, verdes,
acinzentados ou amarelos”]
O comprimento dos machos é de aproximadamente 1 metro, ao passo que as fêmeas chegam a 1,5 metro — o motivo é que elas precisam de espaço para abrigar os embriões, pois carregam os ovos no interior do corpo.
Essa cobra pode ser encontrada da Bahia ao Rio Grande do Sul, normalmente em áreas de Mata Atlântica, além de regiões da Argentina e do Paraguai que fazem fronteira com o Brasil.
O efeito do veneno da jararaca muda conforme a idade do réptil. Nos exemplares juvenis, tem ação anticoagulante. Já no caso de jararacas adultas, a ação inflamatória é mais intensa.
Em adultos, os principais sintomas, segundo o Butantan, são dor e inchaço local, além da possibilidade de sangramento em mucosas (como gengivas). Há ainda o risco de complicações, como infecção e necrose na região da picada e insuficiência renal.
Para evitar ser picado, use calçados fechados, de preferência de cano alto quando for andar em meio ao mato. Ao manipular folhas, lenhas, palhas, lixo ou entulho (que podem servir de abrigo para diferentes cobras), é importante usar luvas.
Se avistar uma jararaca na natureza, mantenha distância e não toque o animal. Em áreas urbanas e residenciais, as autoridades competentes, como Corpo de Bombeiros e serviços de controle de zoonoses, devem ser acionadas para capturar a cobra.
O soro antiofídico é o único tratamento eficaz contra picadas de serpentes venenosas. Quanto antes for feita a aplicação, sempre com acompanhamento médico, menores são as chances de complicações.
Somente na região das Américas, estima-se que 57 mil pessoas por ano sejam mordidas por serpentes venenosas, com uma taxa de letalidade de 0,6%. No entanto, estima-se que esses números sejam ainda subnotificados, já que muitos casos sequer são reportados às autoridades médicas.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
( ) Segundo o Butantan, o padrão de cor nunca varia, as jararacas são sempre de tons marrons escuros.
( ) As jararacas podem apresentar manchas mais escuras na lateral do corpo.
( ) O comprimento das fêmeas é de pelo menos 1 metro a mais que os machos, pois elas precisam abrigar os embriões dentro delas.
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Observe o verso:
“tudo é do índio”.
Analise as afirmativas sobre regência verbal e nominal:
I. O verbo “ser” exige, nesse contexto, a preposição “de”, indicando posse ou pertencimento.
II. A expressão “do índio” resulta da contração da preposição “de” com o artigo indefinido “o”.
III. Caso se utilizasse “para o índio”, haveria alteração semântica, indicando destinação em vez de posse.
IV. A regência nominal de “pertencente” seria equivalente à do verbo “ser” nesse contexto: “pertencente ao índio”.
É correto apenas o que se afirma em:
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Leia o trecho do poema:
“palavras são do índio / terra é do índio / canto é do índio”.
Sobre a concordância verbal e nominal nesse trecho, analise as afirmativas.
I. Em “palavras são do índio”, o verbo concorda corretamente com o sujeito plural.
II. Em “terra é do índio”, o verbo concorda com o sujeito singular, mantendo a norma culta.
III. Em “canto é do índio”, há concordância nominal incorreta, pois o adjetivo deveria estar no plural.
IV. O uso de “são” e “é” demonstra adequação às regras de concordância verbal da língua portuguesa.
É correto apenas o que se afirma em:
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Acerca do texto, avalie as afirmações a seguir:
I. O texto sugere que a identidade indígena é fundadora e inseparável da própria noção de Brasil.
II. A repetição da expressão “tudo é do índio” enfatiza a ideia de pertencimento e resistência cultural.
III. Os neologismos criados pela autora indicam uma tentativa de dissolver a língua portuguesa na língua indígena, apagando a primeira.
IV. O poema apresenta uma crítica à invisibilidade dos povos indígenas, ao afirmar “ídios – não há / só há índios”.
É correto apenas o que se afirma em:
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I- “Humanidade” é usada com sentido coletivo, referindo-se ao conjunto dos seres humanos.
II- “Hipocrisia” indica falsidade, dissimulação.
III- “Cortêzia” (grafia original) significa polidez, urbanidade.
IV- “Gananciosa” é empregada como sinônimo de generosa.
É correto apenas o que se afirma em:
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● “Virtude rara”
● “Pertencente ao grupo”
Agora, analise as afirmativas.
I- Apesar de “pertencente” ser adjetivo, mantém a regência verbal do verbo “pertencer”, que exige a preposição a.
II- O substantivo “virtude” pode reger o adjetivo “rara” sem necessidade de preposição.
III- Se fosse utilizado o adjetivo “extra” em “virtude extra”, haveria necessidade de flexão para o plural (“virtudes extras”), pois “extra” se comporta como adjetivo variável.
É correto apenas o que se afirma em:
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“Eu fui envelhecendo
E perdendo
as ilusões”
Considerando o funcionamento morfossintático dos verbos no trecho e as regras de regência verbal da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
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“Humanidade ambiciosa
E gananciosa”
Considerando as regras de concordância nominal da Língua Portuguesa e a estrutura sintática do fragmento, assinale a alternativa correta.
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Agora, avalie as afirmativas a seguir.
I- “Que tem aparência nobre” caracteriza a humanidade.
II- “Que encobre as péssimas qualidades” exerce função de adjunto adnominal.
III- As orações subordinadas estabelecem relação de causa.
É correto apenas o que se afirma em:
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