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TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
A sociedade da informação e os desafios da leitura crítica.
Nas últimas décadas, o desenvolvimento das tecnologias digitais alterou profundamente a forma como o conhecimento é produzido, compartilhado e consumido. A informação, que durante muito tempo esteve concentrada em livros, bibliotecas e meios tradicionais de comunicação, passou a circular de maneira praticamente instantânea por diferentes plataformas digitais. Esse processo ampliou significativamente o acesso ao conhecimento e favoreceu a democratização da comunicação. Entretanto, trouxe consigo desafios que extrapolam o domínio da tecnologia e alcançam dimensões sociais, educacionais e éticas.
A rapidez com que notícias, opiniões e imagens são difundidas faz com que milhões de pessoas tenham contato diário com uma quantidade de informações muito superior à capacidade humana de analisá-las de forma criteriosa. Em consequência, torna-se cada vez mais frequente a formação de opiniões baseadas em leituras superficiais, interpretações precipitadas ou conteúdos cuja veracidade sequer foi verificada. Em um cenário marcado pelo excesso de informações, a dificuldade já não consiste apenas em obter acesso ao conhecimento, mas em distinguir aquilo que se fundamenta em evidências daquilo que se apoia na desinformação, na manipulação ou na ausência de critérios confiáveis.
Essa realidade evidencia que a leitura, por si só, não garante compreensão. Ler criticamente pressupõe interpretar argumentos, identificar relações de causa e consequência, reconhecer estratégias persuasivas, analisar pressupostos e confrontar diferentes pontos de vista. Em outras palavras, significa compreender que todo texto resulta de escolhas linguísticas e discursivas realizadas por seu autor, escolhas essas que podem influenciar a maneira como determinados fatos são percebidos pelo leitor.
Nesse contexto, a escola assume papel essencial na formação de cidadãos capazes de utilizar a informação de maneira ética, responsável e crítica. Mais do que transmitir conteúdos, compete à educação desenvolver competências relacionadas à análise, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Afinal, em uma sociedade na qual a informação circula em velocidade cada vez maior, a capacidade de refletir tornou-se tão importante quanto o próprio acesso ao conhecimento.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Considere o período:
"Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos."
Em relação ao emprego das vírgulas nesse trecho, é correto afirmar que elas foram utilizadas para:
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- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- Morfologia
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Analise a palavra destacada.
FORTALECIMENTO
Sobre sua formação e estrutura, assinale a alternativa correta.
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TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Observe o trecho:
"Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública."
A expressão "Da mesma forma" estabelece, em relação ao parágrafo anterior, uma ideia de:
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TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
No terceiro parágrafo, o autor afirma que "essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente".
Considerando o contexto em que essa expressão foi empregada, assinale a alternativa que melhor traduz o sentido pretendido pelo autor.
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