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Amaral, em Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas (Aquino, 1998), descreve o estereótipo do “herói” no chamado “deplorável trio” (herói, vítima e vilão).
De acordo com a autora, o “herói” seria
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Maria Lúcia Amiralian (2004), no artigo “Sou cego ou enxergo? As questões da baixa visão”, indica que parece não existir uma compreensão clara do que sejam pessoas com baixa visão. Em sua pesquisa, qualitativa, ela analisou fenômenos específicos desse grupo.
Assinale a alternativa que está em consonância com um dos fenômenos citados pela autora.
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Masini (2014), na obra O perceber de quem está na escola sem dispor da visão, apresenta um breve delineamento histórico, apresentando instituições que foram criadas para atendimento à pessoa com deficiência visual.
Assinale a alternativa que corresponde ao nome original da primeira instituição voltada a esse público no Brasil.
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Masini (2014), na obra O perceber de quem está na escola sem dispor da visão, discute os aspectos necessários para que o educador desenvolva um trabalho de qualidade com estudantes com deficiência visual. A autora ressalta a importância de o educador estar atento a determinados pontos em sua prática pedagógica.
Um desses pontos consiste em
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Mariana é uma criança cega matriculada em escola regular. A professora percebe que ela interage e aprende de forma distinta das crianças que enxergam, com uso prioritário de audição e tato para explorar objetos.
Considerando esse contexto e os apontamentos de Amorim e Alves (A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização, 2008), assinale a alternativa que descreve corretamente uma consequência da ausência da visão.
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Em A criança cega vai à escola: preparando para a alfabetização (Célia Amorim e Maria Glicélia Alves, 2008), as autoras afirmam que, normalmente, quando a criança cega é bem estimulada e recebe o apoio necessário nos primeiros anos de vida, chega aos 3 ou 4 anos com um desenvolvimento próximo ao da criança que enxerga.
Nessa fase, segundo as autoras, quanto ao motor amplo e ao desenvolvimento da criança cega, um dos principais critérios a serem observados é o de que a criança
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Em Atendimento Educacional Especializado: deficiência visual (MEC, 2007), na seção “Quando falta a visão”, as autoras apresentam recomendações acerca da baixa visão.
Entre essas recomendações, está
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No documento Atendimento Educacional Especializado: deficiência visual (MEC, 2007), as autoras – Elizabet Dias de Sá, Izilda Maria de Campos e Myriam Beatriz Campolina Silva – destacam que a linguagem, a comunicação e as múltiplas formas de expressão cultural e artística envolvem imagens e apelos visuais cada vez mais complexos e sofisticados.
Diante dessa realidade, as autoras propõem uma reflexão sobre as propostas pedagógicas inclusivas voltadas a estudantes cegos e com baixa visão, indicando que é necessário
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