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Ao tratar da composição dos níveis escolares, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB Nº 9.394/96) informa, em seu Artigo 21, que a educação escolar compõe-se dos seguintes
níveis:
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Um dos desafios a serem enfrentados na Política Educacional brasileira, inclusive para os próximos
anos, é a ampliação do número de vagas e matrículas no ensino superior, questão que não ficou de
fora do Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024). É possível que o fato do Brasil ter
alcançado o patamar de cerca dez milhões de estudantes no ensino superior em 2024 possa ser um
dos desdobramentos do que foi proposto no Plano ao buscar a ampliação de vagas e matrículas.
Entretanto, esse desafio ainda permanece. Assinale a alternativa correta a partir do que o PNE
estabeleceu em sua Meta 12.
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Assinale a alternativa correta.
I. No ensino de Química, o conhecimento científico é fundamental para o professor transmitir conceitos e princípios químicos de forma precisa e atualizada.
II. As principais habilidades didáticas incluem: planejamento de aulas, comunicação eficaz, uso de recursos didáticos, avaliação e feedback, e capacidade de adaptar o ensino às necessidades dos alunos.
III. O conhecimento científico pode ser integrado à prática pedagógica por meio de atividades experimentais, discussões de casos, resolução de problemas, uso de tecnologias e recursos visuais.
IV. A experimentação não é fundamental no ensino de Química, pois os alunos não são capazes de compreender conceitos e princípios observando fenômenos químicos.
I. No ensino de Química, o conhecimento científico é fundamental para o professor transmitir conceitos e princípios químicos de forma precisa e atualizada.
II. As principais habilidades didáticas incluem: planejamento de aulas, comunicação eficaz, uso de recursos didáticos, avaliação e feedback, e capacidade de adaptar o ensino às necessidades dos alunos.
III. O conhecimento científico pode ser integrado à prática pedagógica por meio de atividades experimentais, discussões de casos, resolução de problemas, uso de tecnologias e recursos visuais.
IV. A experimentação não é fundamental no ensino de Química, pois os alunos não são capazes de compreender conceitos e princípios observando fenômenos químicos.
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Na perspectiva da Psicologia Histórico Cultural, as intervenções pedagógicas devem contemplar:
I. Expressão criativa.
II. Situações que primem pelo intercâmbio, diálogo e trabalho em grupo.
III. Consideração do contexto histórico-cultural em que vivem os sujeitos.
IV. Respeito às atividades discursivas do aluno e sua singularidade.
V. Aprendizagem mecânica.
Marque a alternativa que apresenta os itens corretos:
I. Expressão criativa.
II. Situações que primem pelo intercâmbio, diálogo e trabalho em grupo.
III. Consideração do contexto histórico-cultural em que vivem os sujeitos.
IV. Respeito às atividades discursivas do aluno e sua singularidade.
V. Aprendizagem mecânica.
Marque a alternativa que apresenta os itens corretos:
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Sobre a educação e a função social da escola, é correto afirmar:
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O estudo da Didática visa desenvolver o pensamento crítico e a ação compartilhada, com
entendimento das práticas de ensino em um processo formativo de cunho social e crítico,
ancorando-se na práxis e no trabalho coletivo, levando em consideração as implicações decorrentes
do contexto sociopolítico, econômico, cultural e histórico, garantindo uma formação que não ocorra
distanciada da vida social mais ampla. Em uma perspectiva histórica, a Didática estuda as
tendências pedagógicas no contexto escolar para melhor compreender a trajetória e evolução
histórica da educação e da Pedagogia.
Assinale a alternativa falsa acerca das tendências pedagógicas no contexto educativo.
Assinale a alternativa falsa acerca das tendências pedagógicas no contexto educativo.
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Acerca da avaliação no âmbito da educação superior no Brasil, seja de iniciativa pública ou
privada, o Ministério da Educação prevê e articula vários instrumentos e processos avaliativos
para diagnosticar tal nível de ensino e propor políticas públicas educacionais. Segundo o IPEA
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em relatório de 2021: “Uma instituição que produz
muitos e bons papers (amplamente citados por outros cientistas) são as mesmas em que os alunos
têm o melhor ensino na sala de aula? O melhor professor é aquele que mais publica artigos
científicos? É aquele que tem mais prêmios? Ou aquele cujos alunos formados têm um índice
maior de impacto, de liderança e de empregabilidade? As instituições de ensino superior tendem a
ficar cada vez mais parecidas como resultado das avaliações? Ou futuras universidades passarão a
se destacar justamente por serem diferentes da massa? São, todavia, questões centrais também
quando a avaliação é conduzida pelo Estado e tem desdobramentos regulatórios. No Brasil, tanto a
graduação quanto a pós-graduação são objetos de avaliação conduzida pelo Estado e com efeitos
regulatórios. No limite, cursos e programas podem vir a ser descontinuados quando sistematicamente
apresentam resultados considerados insatisfatórios nas avaliações”. Acerca dos dispositivos,
instituições e processos avaliativos dos cursos de graduação nas IES no Brasil, é correto afirmar
que:
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aponta 10 competências para a formação do estudante
da educação básica. Tais competências são articuladas com o mundo contemporâneo onde as
tecnologias têm papel essencial na busca por conhecimento e no tratamento do mesmo. Vivemos
uma revolução tecnológica, presente não apenas na educação, mas em todos os campos da
sociedade. A BNCC define a tecnologia digital como uma das 10 competências gerais
(Competência 5 - Cultura Digital), que discute e orienta pedagogicamente para que docentes e
discentes utilizem e criem com ferramentas digitais de forma crítica, ética e reflexiva. Acerca de tal
competência, podemos afirmar que:
I. A competência 5 da BNCC está atrelada para objetivos curriculares que trabalhem a formação do educando na perspectiva da cidadania digital;
II. O pensamento computacional e sua utilização pedagógica e formativa deve focar não apenas para a utilização técnica, mas como forma de produzir conhecimentos de forma ética e crítica;
III. Os objetivos curriculares da competência 5 estão atrelados, principalmente às TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
I. A competência 5 da BNCC está atrelada para objetivos curriculares que trabalhem a formação do educando na perspectiva da cidadania digital;
II. O pensamento computacional e sua utilização pedagógica e formativa deve focar não apenas para a utilização técnica, mas como forma de produzir conhecimentos de forma ética e crítica;
III. Os objetivos curriculares da competência 5 estão atrelados, principalmente às TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
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As metodologias ativas trazem o questionamento para a educação contemporânea acerca do papel
do ensino ativo e não passivo frente ao conhecimento e refletindo a função docente e discente no
processo pedagógico. Segundo a Revista Nova Escola, “... já faz muito tempo que educadores do
Brasil e do mundo fazem esse tipo de questionamento. “O próprio Paulo Freire já discutia essa
questão, por exemplo, quando colocou o paradigma da educação bancária, fazendo a reflexão de
que, na sala de aula com carteiras enfileiradas, os alunos ficavam ali, sentados, recebendo
passivamente a Educação”, aponta Adolfo Tanzi Neto, doutor em Linguística Aplicada e Estudos
da Linguagem, e especialista em metodologias ativas para o contexto escolar. A partir de reflexões
críticas como essa, estudiosos e professores passaram a desenvolver pesquisas e a buscar práticas
que permitissem trazer inovação para a sala de aula e, principalmente, colocar o aluno como
protagonista do processo de construção do conhecimento. Como explica Débora Garofalo,
professora e coordenadora de tecnologia e inovação da Secretaria da Educação do Estado de São
Paulo (Seduc-SP), “a pandemia apenas tornou mais latente a necessidade do estudante ser visto em
sua individualidade, numa busca por um ensino cada vez mais personalizado e ativo” (Revista
Nova Escola, 08/09/21). São exemplos de metologias ativas contemporâneas do ensino:
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Um importante processo no currículo e no planejamento de ensino é a avaliação. Luckesi (2005)
reflete sobre o papel da avaliação no sentido de diagnosticar a situação da aprendizagem, tendo em
vista subsidiar a tomada de decisão para a melhoria da qualidade do desempenho do educando e da
prática educativa. A avaliação não é uma simples verificação de resultados, deve oferecer uma
análise de todo o processo educativo. Todos os agentes do processo educativo (professores e
estudantes) devem acessar informações a partir do diagnóstico avaliativo que promovam
questionamento contínuo, reflexão crítica e a adoção de medidas de reorientação e aprimoramento
do processo pedagógico. Assim, a avaliação é concebida como uma etapa essencial do processo
formativo, e não como um objetivo final em si mesma. Avaliar, segundo o autor, é um ato de amor,
pois acolhe as dificuldades de aprendizagens dos alunos e replaneja novas “rotas” metodológicas.
Segundo a perspectiva do autor Cipriano Luckesi sobre o ato de avaliar, é falsa a sentença:
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