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Um paciente de 60 anos de idade, tabagista desde os 14 anos de idade (2 maços de cigarros por dia), procurou um pneumologista, dizendo
que tinha diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Nessa consulta, apresentava quadro infecciosos respiratório, que
fez com que fosse internado. Seu hemograma mais recente mostrava hematócrito de 58% e dosagem de hemoglobina de 19 g/dL,
leucocitose de 11.000 leucócitos/µL, com predomínio de neutrófilos segmentados, e plaquetas de 350.000/µL. O pneumologista pede um
parecer à Hematologia quanto à possibilidade de o paciente ter desenvolvido policitemia vera.
Dentre os exames a seguir, aquele que pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre policitemia vera e poliglobulia secundária à hipóxia crônica (tabagismo e/ou DPOC) é
Dentre os exames a seguir, aquele que pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre policitemia vera e poliglobulia secundária à hipóxia crônica (tabagismo e/ou DPOC) é
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Uma criança de 7 anos de idade, dá entrada na emergência com
epistaxe moderada. Os pais relatam que, uma semana antes, ela
teve uma virose respiratória. Seu hemograma mostra uma
acentuada trombocitopenia (contagem de plaquetas de
4.000/µL). O hemograma aponta também a presença de muitas
plaquetas imaturas. Não há alteração nem na série vermelha e
nem na série branca.
Foi realizado um mielograma (ver esfregaço abaixo).
No que se refere ao diagnóstico dessa criança, é correto afirmar que os dados da história clínica, os exames de laboratório e do mielograma são
Foi realizado um mielograma (ver esfregaço abaixo).
No que se refere ao diagnóstico dessa criança, é correto afirmar que os dados da história clínica, os exames de laboratório e do mielograma são
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Um paciente internado com síndrome de choque pela dengue
evolui com piora clínica, contagem de plaquetas de 9.000/µL,
petéquias e equimoses em membros inferiores e superiores, sem
outras hemorragias.
Em relação à prevenção de sangramentos graves, de grau 3 ou 4 da classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS), é correto afirmar que a
Em relação à prevenção de sangramentos graves, de grau 3 ou 4 da classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS), é correto afirmar que a
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Uma paciente de 18 anos de idade relata que começou, uma
semana antes, a apresentar palidez, manchas roxas no corpo,
hemorragia gengival e epistaxe esporádica.
Seu hemograma mostra anemia normocítica e normocrômica, com hemoglobina de 8 g/dL, contagem de plaquetas de 8.000/µL, leucometria global de 2.200/ µL, com predomínio (58%) das células mostradas na imagem do esfregaço sanguíneo.
O coagulograma mostra um RNI/INR de 2,2, PTTa com relação paciente-controle de 1,85, dosagem de fibrinogênio de 62 mg/dL e D-dímero > 10.000 ng/mL.
O tratamento emergencial da diátese hemorrágica dessa paciente deve ser feito com
Seu hemograma mostra anemia normocítica e normocrômica, com hemoglobina de 8 g/dL, contagem de plaquetas de 8.000/µL, leucometria global de 2.200/ µL, com predomínio (58%) das células mostradas na imagem do esfregaço sanguíneo.
O coagulograma mostra um RNI/INR de 2,2, PTTa com relação paciente-controle de 1,85, dosagem de fibrinogênio de 62 mg/dL e D-dímero > 10.000 ng/mL.
O tratamento emergencial da diátese hemorrágica dessa paciente deve ser feito com
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Um paciente de 38 anos é transferido para um serviço de
Hematologia. Ele notou, um mês antes, o aparecimento de
gânglios na região cervical, bilaterais, que apresentam aumento
de volume desde então. Foi feita uma biópsia de gânglio, que
confirmou o diagnóstico de linfoma difuso de grandes células.
Ao ser hospitalizado no serviço de Hematologia, apresenta massa cervical de grande volume, bilateral, turgência jugular e dispneia de início recente, sem sinais de insuficiência respiratória iminente.
A conduta imediata a ser tomada pelo hematologista é
Ao ser hospitalizado no serviço de Hematologia, apresenta massa cervical de grande volume, bilateral, turgência jugular e dispneia de início recente, sem sinais de insuficiência respiratória iminente.
A conduta imediata a ser tomada pelo hematologista é
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Uma gestante no 7º mês de gravidez apresenta anemia, com hemoglobina de 8 g/dL, VCM de 70 fL e ferritina de 8 ng/mL, confirmando o
diagnóstico de anemia ferropriva. O obstetra consulta um hematologista sobre a rapidez da resposta esperada com as três modalidades
terapêuticas de que dispõe: sulfato ferroso por via oral, carboximaltose férrica intravenosa em dose única e sacarato de ferro intravenoso
em três doses ao longo de uma semana.
O hematologista envia um gráfico, mostrado abaixo, que representa a evolução da contagem de reticulócitos nos primeiros 30 dias após o início de cada tipo de tratamento.
Analisando o gráfico, assinale a opção que identifica corretamente uma dessas curvas.
O hematologista envia um gráfico, mostrado abaixo, que representa a evolução da contagem de reticulócitos nos primeiros 30 dias após o início de cada tipo de tratamento.
Analisando o gráfico, assinale a opção que identifica corretamente uma dessas curvas.
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Uma criança de 8 anos abre um quadro de infecção respiratória,
diagnosticado como de pneumonia atípica; cerca de três dias
depois, apresenta anemia intensa (dosagem de hemoglobina: 6
g/dL, VCM: 104 fL, contagem de reticulócitos: 450.000/µL).
O pediatra solicita um teste de Coombs direto, cujo resultado é mostrado na imagem abaixo (em que a sigla ctl significa “controle”):
O laboratório testa também o soro da criança contra hemácias comerciais do grupo O, provenientes de adultos, e contra hemácias do grupo O obtidas de sangue de cordão umbilical. O soro da criança aglutina apenas as hemácias provenientes dos adultos.
Esse conjunto de sinais e sintomas, associados ao resultados dos exames de laboratório, levam à conclusão de que a anemia hemolítica autoimune foi causada por:
O pediatra solicita um teste de Coombs direto, cujo resultado é mostrado na imagem abaixo (em que a sigla ctl significa “controle”):
O laboratório testa também o soro da criança contra hemácias comerciais do grupo O, provenientes de adultos, e contra hemácias do grupo O obtidas de sangue de cordão umbilical. O soro da criança aglutina apenas as hemácias provenientes dos adultos.
Esse conjunto de sinais e sintomas, associados ao resultados dos exames de laboratório, levam à conclusão de que a anemia hemolítica autoimune foi causada por:
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Uma paciente de 68 anos dá entrada na emergência com febre,
dor torácica à direita, tipo pleurítica, dispneia e queda acentuada
do estado geral. Tomografia de pulmão mostra imagem de
extensa consolidação à direita. Ela é internada e evolui
rapidamente para sepse, e suporte ventilatório. Seu hemograma
mostra:
• Hemoglobina: 10,1 g/dL; VCM: 81,5 fL
• Leucócitos totais: 52.000/µL; eosinófilos: 1.806/µL; mielócitos: 1.056/µL; metamielócitos: 1.586/µL; bastões: 5.750/µL; segmentados: 36.379/µL; linfócitos: 3.167/µL; monócitos: 2.639/µL.
• Plaquetas: 357.000/µL
Diante da leucocitose acentuada, o hospital solicita a transferência da paciente para um serviço de Hematologia. O hematologista consultado, entretanto, considera improvável que se trate de uma doença hematológica primária.
O exame que pode resolver a controvérsia e definir o diagnóstico é
• Hemoglobina: 10,1 g/dL; VCM: 81,5 fL
• Leucócitos totais: 52.000/µL; eosinófilos: 1.806/µL; mielócitos: 1.056/µL; metamielócitos: 1.586/µL; bastões: 5.750/µL; segmentados: 36.379/µL; linfócitos: 3.167/µL; monócitos: 2.639/µL.
• Plaquetas: 357.000/µL
Diante da leucocitose acentuada, o hospital solicita a transferência da paciente para um serviço de Hematologia. O hematologista consultado, entretanto, considera improvável que se trate de uma doença hematológica primária.
O exame que pode resolver a controvérsia e definir o diagnóstico é
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Um paciente submetido a transplante de medula óssea autólogo,
em que a reconstituição da hematopiese ainda não se iniciou,
recebe uma transfusão de uma dose de concentrado de
plaquetas de aférese, cujo volume total de 230 mL. Duas horas
depois do início da transfusão de plaquetas, quando quase todo o
conteúdo da bolsa havia sido transfundido, o paciente
apresentou dispneia, taquicardia, hipertensão arterial e
diminuição da saturação de Oxigênio.
Chamado para atender o paciente, o médico de plantão suspeitou de sobrecarga circulatória induzida pela transfusão (TACO), mas comunicou ao Serviço de Hemoterapia que não podia descartar TRALI.
O dado que favorece o diagnóstico de TACO e, ao mesmo tempo, torna improvável a TRALI fundamenta-se
Chamado para atender o paciente, o médico de plantão suspeitou de sobrecarga circulatória induzida pela transfusão (TACO), mas comunicou ao Serviço de Hemoterapia que não podia descartar TRALI.
O dado que favorece o diagnóstico de TACO e, ao mesmo tempo, torna improvável a TRALI fundamenta-se
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Um dos principais problemas no tratamento de pacientes com
leucemia aguda recém-diagnosticada é a elevada frequência de
neutropenia febril após a quimioterapia de indução. Um fator
adicional de risco é a elevada prevalência de colonização por
bactérias multirresistentes nesses pacientes.
A respeito dessa colonização, é correto afirmar que
A respeito dessa colonização, é correto afirmar que
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