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Uma paciente de 34 anos, portadora de asma grave não
controlada (técnica adequada de manuseio do mecanismo
inalatório) usa corticoide inalatório em alta dose associado a
LABA + LAMA.
Mesmo com o tratamento administrado, ela apresentou, nos últimos 12 meses, três exacerbações tratadas com corticosteroide oral.
Exames laboratoriais mostram: IgE total de 180 UI/mL, eosinófilos sanguíneos de 450 células/mL e teste cutâneo (prick test) positivo para poeira domiciliar.
Com o objetivo de iniciar uma terapia biológica alvo com base fenótipo inflamatório predominante, o imunobiológico mais adequado, pela diretriz vigente, é
Mesmo com o tratamento administrado, ela apresentou, nos últimos 12 meses, três exacerbações tratadas com corticosteroide oral.
Exames laboratoriais mostram: IgE total de 180 UI/mL, eosinófilos sanguíneos de 450 células/mL e teste cutâneo (prick test) positivo para poeira domiciliar.
Com o objetivo de iniciar uma terapia biológica alvo com base fenótipo inflamatório predominante, o imunobiológico mais adequado, pela diretriz vigente, é
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Paciente masculino, 56 anos, tabagista de 40 maços/ano. Queixa
se de dispnéia aos esforços e tosse crônica.
Pelas diretrizes do Gold, o seguinte achado a espirometria confirma o diagnóstico de DPOC:
Pelas diretrizes do Gold, o seguinte achado a espirometria confirma o diagnóstico de DPOC:
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Paciente feminina, 45 anos, queixa se de episódios recorrentes de
calafrios, febre, tosse seca e dispneia intensa que piora durante a
semana de trabalho e melhoram nos períodos de férias. Relata
que trabalha em escritório antigo com histórico de infiltrações e
mofo nas paredes.
TCAR de tórax solicitado identifica áreas de atenuação em
mosaico na expiração e pequenos nódulos centrolobulares mal
definidos. Broncoscopia com lavado broncoalveolar (LBA)
realizada revela celularidade com 48% de linfócitos e relação
CD4/CD8 de 0,6.
A hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais eficaz são
A hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais eficaz são
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Paciente tabagista de longa data, 70 anos, com diagnóstico de
DPOC, vai a consulta ambulatorial de rotina. Estável e
clinicamente compensado em ar ambiente.
Pelas recomendações da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia para oxigenoterapia domiciliar prolongada, com base nos critérios gasométricos, a indicação de oxigenoterapia domiciliar é:
Pelas recomendações da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia para oxigenoterapia domiciliar prolongada, com base nos critérios gasométricos, a indicação de oxigenoterapia domiciliar é:
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Um paciente com suspeita de cetoacidose diabética apresenta os
seguintes resultados na gasometria arterial:
pH: 7,21; pCO2: 28mmHg; HCO3: 11mEq/L.
O diagnóstico do distúrbio ácido-base primário desse pacienteé:
pH: 7,21; pCO2: 28mmHg; HCO3: 11mEq/L.
O diagnóstico do distúrbio ácido-base primário desse pacienteé:
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Ao realizar uma espirometria, o seguinte critério deve ser usado
para avaliar positividade do teste broncodilatador, segundo os
critérios utilizados atualmente pela GINA:
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Uma mulher de 63 anos, portadora de adenocarcinoma de mama
metastático, apresenta dispneia progressiva, ortopneia e fadiga.
Ao exame, apresenta hipotensão arterial, taquicardia, turgência
jugular e bulhas cardíacas hipofonéticas. O ecocardiograma
evidencia derrame pericárdico volumoso com sinais de
tamponamento cardíaco. A tomografia demonstra espessamento
irregular do pericárdio.
Após a estabilização inicial, a conduta definitiva mais adequada é
Após a estabilização inicial, a conduta definitiva mais adequada é
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Um homem de 69 anos, com exposição ocupacional prolongada
ao asbesto, apresenta dor torácica, dispneia e derrame pleural à
direita. A tomografia evidencia espessamento pleural difuso e
nodular, envolvendo as pleuras parietal, mediastinal e
diafragmática, sem lesões pulmonares. A citologia do líquido
pleural é negativa para malignidade.
Diante da suspeita de mesotelioma pleural maligno, a conduta mais adequada é
Diante da suspeita de mesotelioma pleural maligno, a conduta mais adequada é
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Um homem de 58 anos apresenta febre, tosse produtiva, dor
torácica e dispneia há oito dias, sem melhora após
antibioticoterapia oral. A tomografia computadorizada evidencia
derrame pleural loculado com espessamento pleural (sinal da
pleura dividida), e a ultrassonografia confirma múltiplas
septações.
Nesse contexto, a conduta inicial mais adequada será
Nesse contexto, a conduta inicial mais adequada será
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Uma mulher de 67 anos, portadora de adenocarcinoma pulmonar
metastático, apresenta dispneia progressiva associada a derrame
pleural direito recidivante. Foi submetida inicialmente a
toracocentese de alívio, com retirada de 1.500 mL de líquido
citologicamente positivo para malignidade. Devido à recorrência
precoce do derrame, foi realizada drenagem pleural tubular para
programação de pleurodese.
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão, apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame pleural.
Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da pleurodese química é
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão, apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame pleural.
Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da pleurodese química é
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