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Homem de 45 anos, vivendo com HIV, em uso irregular da terapia antirretroviral de primeira linha, procura a emergência com queixas de odinofagia intensa, disfagia progressiva e dor retroesternal, associadas à perda ponderal. Ao exame físico, observam-se placas esbranquiçadas aderidas à mucosa oral.
Com base no quadro clínico apresentado, é possível afirmar que:
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Paciente de 27 anos é admitida na emergência com febre, prostração, palidez cutâneo-mucosa e icterícia. Exames laboratoriais mostram anemia hemolítica (LDH elevada, bilirrubina indireta aumentada, haptoglobina indetectável), plaquetopenia e presença de esquizócitos no sangue periférico. Função renal encontrase discretamente alterada e os testes de coagulação - TP (tempo de protrombina) e TTPa (tempo de tromboplastina parcial ativada) - são normais.
Diante do diagnóstico sindrômico de anemia hemolítica microangiopática (AHMA), pode-se afirmar que:
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Mulher de 56 anos, internada há quatro semanas por complicações clínicas, em uso de cateter venoso central de longa permanência, evolui com febre persistente, associada a calafrios, mal-estar, tosse seca e dispneia progressiva. Ao exame físico, observa-se sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa, que era previamente inexistente. Saturação periférica de oxigênio é de 91% em ar ambiente. Laboratorialmente, apresenta aumento da proteína C reativa, leucocitose com desvio à esquerda e fator reumatoide positivo em baixo título. Tomografia computadorizada de tórax é sugestiva de embolia séptica pulmonar.
Diante da suspeita de endocardite infecciosa, considerando os critérios de Duke, a conduta terapêutica inicial mais adequada é:
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Homem de 82 anos, portador de demência avançada, totalmente dependente para atividades básicas da vida diária, com histórico de múltiplas internações no último ano, encontra-se internado por infecção respiratória grave, evoluindo com piora clínica progressiva. O paciente não tem capacidade de expressar sua vontade no momento. Familiares relatam que, quando ainda lúcido, ele manifestava desejo de não ser submetido a medidas invasivas em caso de doença irreversível. Não há documento formal registrado.
Do ponto de vista ético-legal, a conduta mais adequada da equipe de saúde é:
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Homem de 24 anos, previamente hígido, procura atendimento por urina escura após episódio recente de esforço físico intenso, relatando treino extenuante de corrida de longa distância no dia anterior. Nega dor lombar, disúria ou trauma abdominal. Hemograma completo mostra anemia normocítica normocrômica, com índice de produção de reticulócitos de 3%, havendo consumo de haptoglobina sérica. O exame de urina tipo I evidencia hemoglobinúria, sem hematúria significativa ao microscópio. Tomografia computadorizada e ultrassonografia de abdome sem alterações estruturais. Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais, o diagnóstico mais provável é:
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Mulher de 29 anos, com história de viagem recente, há cerca de quatro semanas, procura atendimento devido a episódios recorrentes de febre alta, associados a calafrios intensos, mal-estar e fadiga. Relata que os episódios febris ocorrem de forma cíclica, a cada 48 horas, com períodos de aparente melhora entre as crises. Ao exame físico, encontra-se hipocorada, com icterícia leve e esplenomegalia palpável. Os sinais vitais mostram temperatura de 38,9 °C durante a crise febril.
Diante do quadro clínico, a conduta diagnóstica inicial mais adequada é:
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Homem de 55 anos, previamente hígido, comparece à emergência com queixa de cefaleia persistente e zumbido bilateral há algumas semanas. Nega tabagismo, etilismo, uso de drogas ilíicitas ou doenças pulmonares prévias. Exames laboratoriais revelam: hemoglobina de 19,2 g/dL, hematócrito de 58%, contagens de leucócitos e plaquetas, bem como dosagem sérica de creatinina, normais. A gasometria arterial em ar ambiente demonstra paO2 de 92 mmHg, sem evidência de hipoxemia. A tomografia computadorizada de crânio não evidencia alterações agudas. Já a tomografia computadorizada de abdome mostra massa sólida renal à direita, heterogênea, hipervascular, medindo cerca de 5,5 cm, com realce após contraste, achado sugestivo de neoplasia renal.
Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais e de imagem, o achado que justifica as queixas clínicas do paciente e sua provável etiologia é:
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Mulher de 36 anos procura atendimento por dispneia progressiva, ortopneia e edema de membros inferiores há duas semanas, com importante limitação funcional (classe III da NYHA). Ao exame físico: PA 100/65 mmHg, FC 98 bpm, extremidades aquecidas, estertores crepitantes bibasais, turgência jugular patológica e edema maleolar bilateral. O ecocardiograma transtorácico evidencia fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30%, que se encontra dilatado com trabeculações miocárdicas proeminentes, sem trombos cavitários. ECG em ritmo sinusal, sendo o complexo QRS estreito. A função renal é preservada e o potássio, normal.
Com base nos achados ecocardiográficos e no perfil hemodinâmico da insuficiência cardíaca descompensada da paciente, a alternativa que indica a etiologia mais provável da insuficiência cardíaca e a conduta inicial mais adequada é:
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Mulher de 33 anos é internada para investigação de dispneia progressiva há alguns meses. Relata história prévia de pneumotórax espontâneo, tratado de forma conservadora, sem investigação etiológica na ocasião. Encontra-se em uso de contraceptivo oral combinado. A paciente nega tabagismo, etilismo ou uso de drogas ilícitas. Diante do quadro clínico e do perfil epidemiológico, levanta-se a hipótese diagnóstica de linfangioleiomiomatose pulmonar (LAM).
O achado abaixo mais característico dessa doença e que reforça a hipótese diagnóstica é:
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Paciente feminina, hipertensa, diabética e obesa, com diagnóstico prévio de cirrose hepática por MAS (esteato-hepatite associada a disfunção metabólica), comparece à emergência com quadro de ascite, dor abdominal e febre. Ao exame físico, encontra-se ictérica (+/4+), levemente taquicárdica e febril; abdome com ascite volumosa, circulação colateral e dor à palpação superficial difusamente.
Diante da suspeita clínica de peritonite bacteriana espontânea (PBE), o conjunto de achados obtidos na paracentese que confirma o diagnóstico é:
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