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Conforme as diretrizes brasileiras (ASBAI/PCDT-MS) para asma grave, um paciente é considerado portador de “Asma Grave Refratária” (Passo 5) e elegível para terapia com imunobiológicos quando
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De acordo com o PCDT do Ministério da Saúde para AEH tipo I ou II, a indicação de profilaxia de longo prazo está formalmente recomendada
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Uma paciente de 64 anos, assintomática (ECOG 0), com história de esteatose hepática não alcoólica (NASH) e sem fibrose avançada (F0-F1 na elastografia), realiza um check-up. Dentre os exames solicitados no check-up, a ressonância magnética de abdome evidenciou um nódulo de 4,2 cm no segmento VII, hipervascular na fase arterial com washout portal, característico de Carcinoma Hepatocelular (HCC). A função hepática está preservada (Child-Pugh A), com INR 1,0, bilirrubinas normais e plaquetas de 310.000/mm³. Não há sinais de hipertensão portal. Considerando o estadiamento, qual é a conduta terapêutica de primeira linha com intenção curativa para esse caso?
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Um paciente com asma grave persistente, acompanhado em um ambulatório especializado do SUS, necessita de ações de promoção e prevenção (como educação e controle ambiental), atendimento clínico especializado e acesso a terapias de alto custo. Segundo o Art. 7º da Lei nº 8.080/1990, o princípio que assegura a organização de um conjunto integrado e permanente de ações e serviços de caráter preventivo e assistencial, tanto individuais quanto coletivos, em todos os níveis de atenção, é denominado
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Um alergista prescreve um autoinjetor de epinefrina (EAI) para um paciente com diagnóstico recente de anafilaxia alimentar. O médico entrega a receita e informa verbalmente que o dispositivo deve ser usado “na coxa, em caso de reação grave”, mas não realiza o treinamento prático demonstrativo (com dispositivo de treinamento ou similar) sobre a técnica correta de aplicação. Sob a ótica da segurança do paciente e da responsabilidade profissional, essa conduta representa
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Adolescente feminina, 14 anos, apresenta quadro de depressão grave com ideação suicida. Em última consulta, foi receitada fluoxetina 20mg e, após vinte dias, a mãe entrou em contato referindo que a filha está muito melhor da depressão, mais animada, com melhora notável da autoestima, sentindo-se a mais inteligente de sua escola e até pesquisando sobre concursos de modelo. Porém, também está mais agitada, quase não dormindo à noite, conversando sem parar sobre muitos tópicos, se movimentando muito em casa ou querendo sair para compras. Qual é a conduta mais apropriada nesse momento?
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45 Paciente de 25 anos, com história de rinite alérgica perene grave e bem documentada por sensibilização a ácaros (Dermatophagoides pteronyssinus), realiza exames sorológicos solicitados por outro profissional. O paciente nega sintomas à ingestão de frutos do mar, incluindo camarão. Os resultados das IgEs específicas (sIgE) foram:
IgE específica D. pteronyssinus (extrato total): 45,0 kU/L;
IgE específica Camarão (extrato total): 18,0 kU/L;
Componente Der p 1: 30,0 kU/L;
Componente Der p 10: 15,0 kU/L;
Componente Pen a 1: 16,5 kU/L.
Com base neste perfil sorológico e na história clínica desse paciente, qual é a interpretação correta?
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Paciente de 40 anos é atendido em serviço de emergência com quadro clínico clássico de anafilaxia (Grau III, com hipotensão) após picada de himenóptero. A triptase sérica é coletada 5 horas após o início dos sintomas, e o resultado liberado é 8 mcg/L (Valor de Referência do laboratório: < 11.4 mcg/L). Quais são a interpretação correta e a conduta adequada com base nesse resultado?
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Paciente de 65 anos, submetido à gastrectomia total com reconstrução em Y-de-Roux, evolui no 4º dia de pós-operatório com aumento progressivo do volume abdominal, náuseas e interrupção da eliminação de gases e fezes. Ao exame, apresenta abdome distendido, doloroso difusamente, sem sinais de peritonite e com ruídos hidroaéreos hipoativos. A tomografia computadorizada evidencia dilatação uniforme de alças intestinais até o reto, sem ponto de obstrução definido, sem líquido livre ou pneumoperitônio. Com base nesse quadro, qual é o diagnóstico mais provável?
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Mateus, 16 anos, estudante do 9° ano do ensino fundamental, volta em consulta após 4 anos do último atendimento com o mesmo psiquiatra infantil, com quem era atendido desde os 8 anos de idade pelo diagnóstico de TDAH. Na consulta, acompanhado pelos avós maternos após fugir de casa, é relatado que há um ano apresenta comportamento como uso eventual de bebidas alcoólicas e cigarros eletrônicos, invasão de estabelecimento para pichação, certa anomia, falta de pragmatismo e baixo interesse em atividades escolares, com aumento das abstenções e risco de reprovação. Apesar de se relacionar bem com colegas, tem tido comportamento mais ameaçador contra os professores. Desde o divórcio dos pais há 2 anos, Mateus preferiu morar junto dos avós e do pai, e as cobranças e os atritos seguem escalonando gravemente, com o pai “já tendo desistido dele”. Ele está sem tratamento farmacológico ou psicoterápico atual. Sobre o caso, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Como estratégia inicial na entrevista com o jovem, o médico deve mostrar seu conhecimento técnico para retomar seu vínculo, falando de sua familiaridade com casos similares.
( ) O quadro clínico mostra um curso típico do TDAH não tratado no adolescente, com o envolvimento em atividades de risco e de prazer imediato, menor persistência em atividades e pobre autocontrole.
( ) Associado ao diagnóstico de TDAH, Mateus fecha critérios segundo o DSM-V, para o diagnóstico de Transtorno Conduta.
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