M.A.L., mulher de 56 anos, relata desconforto intenso em membros inferiores ao se deitar, descrito como
necessidade irresistível de movimentar as pernas, pior à
noite e parcialmente aliviado com movimento. Os sintomas duram há mais de seis meses, prejudicam o sono e não
há sinais de neuropatia. A ferritina sérica é de 42 ng/mL
(VR:15 ng/mL a 200 ng/mL. Metodologia CLIA). Qual é
a conduta mais apropriada? Assinalar a melhor alternativa
entre as proposições abaixo.
A.S.M., homem de 64 anos, com diagnóstico de
Doença de Parkinson há dois anos, em uso de levodopa,
apresenta boa resposta motora, mas relata alucinações
visuais bem estruturadas. Não há confusão mental, uso de
anticolinérgicos ou alterações metabólicas. O exame neurológico não mostra delirium, e a cognição está preservada.
Qual conduta é mais adequada neste cenário? Assinalar a
melhor alternativa entre as proposições abaixo.
S.G.A., mulher de 62 anos, com antecedente de hipertensão controlada, apresenta episódio de disartria e instabilidade de marcha, com melhora parcial após 10 dias. A ressonância magnética de encéfalo demonstra múltiplas lesões hiperintensas em T2 periventriculares e infratentoriais, sendo algumas com realce por gadolínio e outras sem realce. O líquor mostra bandas oligoclonais positivas. Qual afirmação é correta frente ao caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
L.F.R., homem de 44 anos, procura atendimento por fraqueza progressiva em membros inferiores há quatro dias, associada a parestesias distais, dificuldade para subir escadas e arreflexia generalizada. Refere episódio de diarreia infecciosa duas semanas antes. A capacidade vital forçada encontra-se em queda progressiva, ainda acima de 20 mL/kg. O líquor coletado no terceiro dia de sintomas mostra discreta elevação proteica sem pleocitose significativa. A equipe discute a necessidade de iniciar tratamento específico. Qual é a conduta terapêutica corretamente indicada neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
T.M.C., homem, 52 anos, previamente hígido, é levado ao pronto-socorro em atividade convulsiva tônico-clônica contínua com duração aproximada de 8 minutos.
Não há recuperação da consciência entre os episódios e o
acesso venoso ainda não foi obtido no primeiro minuto de
atendimento. A equipe discute a conduta inicial mais adequada. Qual é a conduta correta como terapia de primeira
linha neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as
proposições abaixo.
D.G.M., homem, 39 anos, previamente hígido, apresenta uma crise convulsiva tônico-clônica generalizada,
com recuperação completa. O exame neurológico é normal, a tomografia de crânio não mostra alterações, e o EEG
demonstra descargas epileptiformes focais. O paciente trabalha como operador de máquinas pesadas e demonstra
preocupação com o risco de nova crise. Qual é a afirmação
correta sobre o início do tratamento após uma primeira
crise não provocada? Assinalar a melhor alternativa entre
as proposições abaixo.
Um homem de 41 anos apresenta uma primeira crise
convulsiva não provocada, com generalização tônico-clônica, recuperação completa e exame neurológico normal.
A tomografia de crânio é normal. O eletroencefalograma
realizado em vigília e sono demonstra descargas epileptiformes interictais focais. O paciente questiona o risco de
recorrência e a necessidade de seguimento. Sobre o caso,
qual afirmação é correta? Assinalar a melhor alternativa
entre as proposições abaixo.
A Srta. R.A.P., 22 anos, previamente hígida, é levada
ao pronto-socorro após 10 dias de alterações comportamentais, insônia, ansiedade intensa e episódios de agitação
psicomotora. Evolui com discurso desorganizado, crises
convulsivas generalizadas e rebaixamento progressivo do
nível de consciência. O líquor mostra pleocitose discreta
com proteinorraquia leve, e a ressonância magnética de
crânio não evidencia alterações. O EEG revela atividade
lenta difusa. A equipe considera as possíveis etiologias
neurológicas para o quadro subagudo. Qual é o diagnóstico mais compatível com este quadro, segundo a literatura especializada? Assinalar a melhor alternativa entre as
proposições abaixo.
F.H.C., homem, 62 anos, foi admitido por acidente
vascular cerebral isquêmico em território da artéria cerebral média direita, sem indicação para trombólise. Após
48 horas, encontra-se clinicamente estável, sem infecções,
com função respiratória preservada e nível de consciência íntegro. Apresenta hemiparesia esquerda moderada,
dependência parcial para transferências e disfagia leve já
compensada com dieta adaptada. Qual é a conduta mais
adequada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre
as proposições abaixo
R.L.S., homem, 71 anos, sofreu acidente vascular cerebral isquêmico há três meses, com boa recuperação funcional e seguimento ambulatorial regular. É hipertenso, diabético, ex-tabagista, apresenta fibrilação atrial permanente e não possui história prévia de sangramento. Encontra-se clinicamente estável, sem déficits neurológicos residuais significativos. Qual é a conduta mais adequada para este perfil clínico? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.