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Um homem de 61 anos, hipertenso e diabético, acompanhado pela equipe de Saúde da Família, refere dispneia aos esforços moderados e fadiga progressiva há cerca de quatro meses. Nega dor torácica, síncope ou internações recentes. Ao exame, apresenta pressão arterial de 128/78 mmHg, frequência cardíaca de 76 bpm, sem estertores pulmonares ou edema periférico. Ecocardiograma recente, solicitado pela APS, demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 35%, sem valvopatias significativas. O paciente encontra-se clinicamente estável, em uso apenas de losartana em dose baixa. A conduta farmacológica inicial recomendada para esse paciente é:
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O Sr. R.S.R. de 45 anos procura a Unidade de Saúde da Família relatando aparecimento progressivo, há cerca de quatro meses, de lesão cutânea hipocrômica no antebraço direito, associada à redução da sensibilidade térmica e tátil no local. Ao exame físico, observa-se lesão única, bem delimitada, com hipoestesia, sem espessamento neural palpável e sem manifestações sistêmicas associadas.
A unidade não dispõe, no momento, de baciloscopia para avaliação imediata. A equipe procede à classificação operacional do caso para definição terapêutica, conforme os critérios estabelecidos no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde.
Considerando exclusivamente os parâmetros normativos para classificação operacional na ausência de baciloscopia, o caso deve ser classificado como: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
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A Sra. PTF de 44 anos, com obesidade, hipertensão arterial sistêmica e histórico de baixa adesão terapêutica, é acompanhada longitudinalmente por uma equipe de Saúde da Família. Em reunião multiprofissional, não se discutem apenas intervenções farmacológicas, mas também fatores relacionados ao contexto familiar, às condições de trabalho, às oportunidades de prática de atividade física no território, às barreiras de acesso aos serviços e às estratégias de fortalecimento do autocuidado.
As intervenções são pactuadas com a usuária, envolvendo acompanhamento médico e de enfermagem, articulação com outros profissionais para apoio técnico, definição compartilhada de metas e revisão periódica do plano conforme a evolução clínica e social. Todo o processo é registrado em prontuário e compartilhado entre os profissionais envolvidos, garantindo continuidade e corresponsabilização.
À luz das definições normativas da Política Nacional de Atenção Básica e da Carteira de Serviços da Atenção Primária à Saúde, o instrumento de gestão do cuidado aplicado nesse caso corresponde a: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
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A Sra. L.J.G. de 42 anos comparece à Unidade de Saúde da Família após investigação de contato domiciliar com familiar recentemente diagnosticado com tuberculose pulmonar bacilífera. O usuário encontra-se assintomático, sem tosse, febre, sudorese noturna ou perda ponderal. A radiografia de tórax não evidencia alterações sugestivas de doença ativa, e o teste para infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis apresenta resultado positivo.
A equipe registra o caso no sistema de vigilância, exclui criteriosamente sinais de tuberculose ativa e avalia a necessidade de intervenção preventiva, considerando as diretrizes nacionais vigentes para controle da infecção latente.
De acordo com os protocolos oficiais do Ministério da Saúde, a conduta mais adequada nesse cenário consiste em: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
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HGS masculino criança de 5 meses de idade é levada à Unidade de Saúde da Família para conferência e atualização da caderneta de vacinação. Consta registro de aplicação, ao nascer, de BCG e da primeira dose da vacina contra hepatite B e, aos 2 meses de idade, de vacina pentavalente, poliomielite inativada (VIP) e pneumocócica conjugada. Não há registro de comparecimento aos 4 meses para a administração das segundas doses previstas no calendário.
A criança encontra-se clinicamente estável, sem intercorrências recentes, sem contraindicações registradas e com condições adequadas para vacinação. A equipe identifica o atraso e avalia a regularização do esquema, considerando os intervalos mínimos recomendados e as orientações normativas vigentes.
À luz do Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação do Ministério da Saúde, a conduta tecnicamente correta consiste em: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
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