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Uma mulher de 28 anos foi encaminhada ao ambulatório de
cirurgia, com história de dor recorrente na fossa ilíaca direita há
oito meses, diarreia intermitente, perda ponderal de 7 kg e
episódios ocasionais de febre baixa, que não foi aferida. Relata
fadiga progressiva e melhora apenas parcial com analgésicos.
Nega sangramento digestivo importante.
Ao exame físico, apresenta discreta dor à palpação profunda em fossa ilíaca direita, sem sinais de irritação peritoneal ou massas palpáveis. Ausculta cardiopulmonar e sinais vitais estão dentro da normalidade.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de hipótese diagnóstica, propedêutica e tratamento é:
Ao exame físico, apresenta discreta dor à palpação profunda em fossa ilíaca direita, sem sinais de irritação peritoneal ou massas palpáveis. Ausculta cardiopulmonar e sinais vitais estão dentro da normalidade.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de hipótese diagnóstica, propedêutica e tratamento é:
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Paciente, 67 anos, com tumor de cólon direito com invasão da
cápsula de Gerota do rim direito, irá ser submetido à
hemicolectomia direita aberta com intenção curativa.
Há quatro anos, durante investigação de dor torácica atípica, realizou cineangiocoronariografia que demonstrou placas ateroscleróticas não obstrutivas (< 30%), sem necessidade de angioplastia ou cirurgia cardíaca. Desde então usa: ácido acetilsalicílico (AAS) 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e losartana 50 mg/dia.
Em relação à necessidade de suspensão do AAS, a melhor conduta a ser adotada é
Há quatro anos, durante investigação de dor torácica atípica, realizou cineangiocoronariografia que demonstrou placas ateroscleróticas não obstrutivas (< 30%), sem necessidade de angioplastia ou cirurgia cardíaca. Desde então usa: ácido acetilsalicílico (AAS) 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e losartana 50 mg/dia.
Em relação à necessidade de suspensão do AAS, a melhor conduta a ser adotada é
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O serviço de clínica médica encaminha um paciente de 59 anos,
hipertenso e com diabetes Mellitus tipo 2 bem controlado, que
procurou atendimento após a realização de uma tomografia
computadorizada de abdome solicitada para investigação de
nefrolitíase.
O exame revelou, incidentalmente, uma massa sólida de 3,8 cm na suprarrenal esquerda. O paciente nega perda ponderal, dor abdominal, palpitações, sudorese, cefaleia paroxística, fraqueza muscular ou episódios de hipertensão de difícil controle. Ao exame físico encontra-se em bom estado geral, com pressão arterial de 136/84 mmHg, sem achados clínicos compatíveis com hipercortisolismo, hiperaldosteronismo ou excesso de catecolaminas.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de hipótese diagnóstica, propedêutica e conduta terapêutica é:
O exame revelou, incidentalmente, uma massa sólida de 3,8 cm na suprarrenal esquerda. O paciente nega perda ponderal, dor abdominal, palpitações, sudorese, cefaleia paroxística, fraqueza muscular ou episódios de hipertensão de difícil controle. Ao exame físico encontra-se em bom estado geral, com pressão arterial de 136/84 mmHg, sem achados clínicos compatíveis com hipercortisolismo, hiperaldosteronismo ou excesso de catecolaminas.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de hipótese diagnóstica, propedêutica e conduta terapêutica é:
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Paciente, 69 anos, apresentando ferida necrótica em membro
superior com áreas de crepitação. Relata também anemia
ferropriva leve e emagrecimento de 5 kg em 3 meses de forma
não intencional. Vem apresentando episódios de febre há 5 dias e
internou hoje com leucocitose de 14.000, PCR de 38, ureia de 60
e creatinina de 1,3. A hemocultura foi positiva para Clostridium
septicum.
A conduta mais indicada nesse caso é
A conduta mais indicada nesse caso é
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Você atende a uma mulher de 46 anos, com obesidade grau 2,
que procurou o serviço de emergência com queixa de dor
contínua no hipocôndrio direito há aproximadamente 18 horas,
iniciada após farta refeição gordurosa. Refere náuseas, quatro
episódios de vômitos e febre, que não aferida. Nega icterícia,
colúria ou acolia fecal.
Ao exame físico, apresenta temperatura axilar de 38,3 ºC, frequência cardíaca de 102 bpm, pressão arterial de 122/78 mmHg e dor intensa à palpação do hipocôndrio direito, com interrupção inspiratória durante a palpação profunda da região. Não há sinais de irritação peritoneal difusa, nem instabilidade hemodinâmica. Tem ausculta cardiopulmonar sem alterações significativas.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de propedêutica, diagnóstico e tratamento é:
Ao exame físico, apresenta temperatura axilar de 38,3 ºC, frequência cardíaca de 102 bpm, pressão arterial de 122/78 mmHg e dor intensa à palpação do hipocôndrio direito, com interrupção inspiratória durante a palpação profunda da região. Não há sinais de irritação peritoneal difusa, nem instabilidade hemodinâmica. Tem ausculta cardiopulmonar sem alterações significativas.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de propedêutica, diagnóstico e tratamento é:
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Paciente, 58 anos, procurou, há 12 dias, pronto-socorro e teve
diagnosticada pneumonia de base pulmonar direita para a qual
prescreveu-se amoxicilina + clavulanato por 14 dias.
Após 10 dias, retorna apresentando febre de 39 ºC, FC: 122, PA: 100 x 60 mmHg, bpm, FR: 28 irpm e sat: 90%. RX mostra consolidação em lobo pulmonar direito com derrame pleural moderado e pleura pouco espessada. A toracocentese mostrou líquido francamente purulento, cuja análise relevou: pH: 6,95, Glicose: 22 mg/dL, LDH: 3.800 U/L, Proteínas: 4,8 g/dL e 58.000 células/mm³.
Das condutas a seguir, assinale a melhor e mais importante a ser adotada no momento.
Após 10 dias, retorna apresentando febre de 39 ºC, FC: 122, PA: 100 x 60 mmHg, bpm, FR: 28 irpm e sat: 90%. RX mostra consolidação em lobo pulmonar direito com derrame pleural moderado e pleura pouco espessada. A toracocentese mostrou líquido francamente purulento, cuja análise relevou: pH: 6,95, Glicose: 22 mg/dL, LDH: 3.800 U/L, Proteínas: 4,8 g/dL e 58.000 células/mm³.
Das condutas a seguir, assinale a melhor e mais importante a ser adotada no momento.
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Você é o cirurgião responsável por uma paciente de 37 anos,
advogada, mãe de 3 filhos, que será submetida a uma
colecistectomia videolaparoscópica eletiva para tratamento de
colecistolitíase sintomática. Durante a consulta pré-anestésica,
relata episódios prévios de urticária generalizada,
broncoespasmo e hipotensão após procedimentos odontológicos
e ginecológicos. Refere ainda prurido intenso ao utilizar luvas de
borracha e diz-se alérgica a banana e kiwi. O prontuário confirma
diagnóstico de alergia grave ao látex. No dia da cirurgia, durante
o checklist de entrada na sala cirúrgica, observa-se que a equipe
ainda utiliza luvas de látex sobre a mesa cirúrgica, o carrinho
anestésico não foi preparado especificamente para esse caso e a
paciente ainda não recebeu identificação visual de risco.
Considerando os protocolos de segurança do paciente, a sua conduta será
Considerando os protocolos de segurança do paciente, a sua conduta será
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O seguinte antibiótico é mais indicado no tratamento de
infecções causadas por enterococos resistentes à vancomicina
(ERV):
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No leito 3 da sala de mulheres está uma paciente de 23 anos,
ectoscopicamente hígida, que procurou o serviço de emergência
com dor abdominal iniciada há cerca de 10 horas na região
periumbilical, migrando progressivamente para a fossa ilíaca
direita. Refere anorexia, náuseas e um episódio de vômito. Não
relata diarreia, disúria ou corrimento vaginal. A última
menstruação ocorreu há duas semanas.
Ao exame físico, apresenta temperatura de 37,8 °C, frequência cardíaca de 94 bpm, dor localizada na fossa ilíaca direita, defesa muscular discreta e dor à descompressão brusca nessa região. Não há sinais de irritação peritoneal difusa, tampouco instabilidade hemodinâmica.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de propedêutica, diagnóstico e tratamento é:
Ao exame físico, apresenta temperatura de 37,8 °C, frequência cardíaca de 94 bpm, dor localizada na fossa ilíaca direita, defesa muscular discreta e dor à descompressão brusca nessa região. Não há sinais de irritação peritoneal difusa, tampouco instabilidade hemodinâmica.
Considerando esse quadro clínico, a melhor sequência de propedêutica, diagnóstico e tratamento é:
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As cicatrizes hipertróficas, diferentemente dos queloides, contêm
principalmente colágeno
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