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A seleção de pacientes para terapias de reperfusão no Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCi) agudo depende fundamentalmente da interpretação crítica de exames de neuroimagem. Com base nas Diretrizes mais recentes da AHA/ASA para manejo do AVC isquêmico agudo, analise as sentenças a seguir:
I- A Tomografia Computadorizada (TC) de crânio sem contraste apresenta sensibilidade superior à Ressonância Magnética (RM) na sequência de Difusão (DWI) para a detecção de isquemia hiperaguda (nas primeiras 3 horas de sintomas), sendo o exame de escolha para visualizar o núcleo isquêmico irreversível precocemente.
II- Em centros com protocolo de trombectomia mecânica, a avaliação pelo escore ASPECTS (Alberta Stroke Program Early CT Score) deve ser realizada exclusivamente em exames de RM, sendo este escore contraindicado para análise de TCs de crânio sem contraste devido à baixa correlação com o prognóstico funcional.
III- A realização de neuroimagem avançada (como Angiotomografia com Perfusão ou RM com Perfusão) é recomendada para a seleção de pacientes com oclusão de grandes vasos na janela estendida (6 a 24 horas), visando identificar o mismatch (desproporção) entre o núcleo isquêmico e a área de penumbra salvável.
Analisadas as sentenças, é CORRETO o que se afirma em:
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Um Cardiologista investiga infarto agudo do miocárdio de parede posterior e solicita derivações torácicas adicionais. Nesse contexto, as derivações V7, V8 e V9 devem ser posicionadas, CORRETA e respectivamente:
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Mulher, 64 anos, com doença arterial periférica sintomática documentada (claudicação intermitente, índice tornozelo-braquial 0,72), hipertensão arterial em tratamento e doença renal crônica com TFGe de 48 mL/min/1,73 m². Nunca apresentou evento coronariano ou cerebrovascular. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose (2025), a meta de LDL-c recomendada para essa paciente é:
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Homem, 70 anos, com história de dispneia progressiva, edema de membros inferiores e ascite há 3 meses. Ao exame: turgência jugular com descenso "y" proeminente, sinal de Kussmaul presente, pulso paradoxal ausente. Radiografia de tórax com calcificações pericárdicas. Ecocardiograma demonstra espessamento pericárdico e movimento septal anormal. O cateterismo cardíaco revela descenso abrupto da pressão diastólica seguido de platô. Acerca do caso, a hipótese diagnóstica CORRETA é:
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Homem, 35 anos, apresenta dor torácica aguda há 5 dias. O ECG inicial mostra supradesnivelamento difuso do segmento ST. Há dúvida entre pericardite aguda e repolarização precoce. Na análise do ECG em V6, o supradesnivelamento do segmento ST mede 2 mm e a onda T mede 6 mm. Sobre a diferenciação eletrocardiográfica entre essas duas condições, é CORRETO afirmar que:
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Mulher, 30 anos, sem comorbidades conhecidas, é admitida com dor torácica aguda de início súbito e diagnóstico de dissecção aguda de aorta tipo A. Considerando a faixa etária atípica, assinale CORRETAMENTE a condição que está fortemente associada ao desenvolvimento de dissecção aórtica em pacientes jovens:
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Homem, 45 anos, portador de síndrome de Marfan, é levado ao pronto-socorro com dor torácica intensa de início súbito, hipotensão (PA 78x50 mmHg), turgência jugular e bulhas cardíacas hipofonéticas. A angiotomografia confirma dissecção de aorta tipo A de Stanford com derrame pericárdico volumoso. Enquanto se aguarda a cirurgia de emergência, a conduta prioritária para estabilização hemodinâmica como ponte para o tratamento definitivo deve ser:
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Paciente de 70 anos, portador de doença renal crônica, é admitido no departamento de emergência com mal-estar e fraqueza. O ECG demonstra taquicardia com QRS de 220 ms, FC de 105 bpm e ausência de ondas P. Potássio sérico: 7,8 mEq/L. Com base no caso, a conduta farmacológica inicial CORRETA é:
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Mulher, 60 anos, hipertensa em uso de losartana 100 mg, anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg, mantém PA de consultório de 158/96 mmHg em três consultas consecutivas. A MAPA confirma PA elevada. Confirmada a Hipertensão Arterial Resistente (HAR) verdadeira, assinale CORRETAMENTE a sequência terapêutica mais adequada como quarto fármaco:
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Mulher, 62 anos, portadora de prótese valvar biológica mitral e insuficiência aórtica moderada, será submetida a exodontia de terceiro molar com manipulação gengival. Considerando a profilaxia de endocardite infecciosa, o tratamento farmacológico CORRETO deve ser:
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