Um homem de 57 anos, etilista crônico, dá entrada com febre, cefaleia intensa e rebaixamento
do nível de consciência há 12 horas. Ao exame: Glasgow 12, rigidez de nuca, sem déficits focais
evidentes. São coletadas hemoculturas e iniciada antibioticoterapia empírica. A análise do
líquor, obtido após tomografia de crânio sem contraindicações, revela: 1.800 leucócitos/mm³
(90% neutrófilos), glicose 28 mg/dL, (glicemia sérica 110 mg/dL), proteína 220 mg/dL. Considerando-se o agente etiológico mais provável nesse contexto clínico, qual é o esquema
antimicrobiano empírico mais adequado?
Um homem de 68 anos, com diagnóstico de Doença de Parkinson há 6 anos, em uso de
levodopa/carbidopa em doses fracionadas, refere piora progressiva da mobilidade ao longo do
dia, com períodos de boa resposta intercalados com episódios de rigidez e bradicinesia,
(“wearing-off”). Relata, ainda, surgimento recente de movimentos involuntários coreiformes nos
períodos de melhor resposta à medicação. Nega sintomas psicóticos. Ao exame, apresenta
discinesias de pico de dose e flutuações motoras previsíveis. Qual é a melhor estratégia
terapêutica inicial para manejo desse quadro?
Uma mulher de 62 anos, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, (DPOC),
GOLD III e uso recente de antibiótico por exacerbação há 20 dias, procura atendimento por
febre, dispneia progressiva e tosse produtiva. Ao exame: FR 30 irpm, PA 92/58 mmHg, FC 118
bpm, SatO₂ 88% em ar ambiente. Apresenta confusão leve. Radiografia de tórax mostra infiltrado
multilobar. Foi internada em enfermaria nas últimas 3 semanas por exacerbação da DPOC. A
partir do quadro clínico e fatores de risco, qual é a melhor conduta inicial em relação à
antibioticoterapia empírica?
Certo médico de Atenção Primária acompanha um homem de 46 anos com diagnóstico
confirmado de tuberculose pulmonar bacilífera, em acompanhamento irregular e baixa adesão
ao tratamento. Em consulta recente, o paciente afirma que não pretende seguir o tratamento e
continua frequentando ambientes fechados com outras pessoas, recusando-se também a
informar contatos próximos. Diante desse cenário, qual é a conduta mais adequada do ponto de
vista ético-profissional?
As mulheres têm aumentado sobremaneira sua participação na sociedade e no mercado de trabalho e isto
tem reflexo na postergação da maternidade de forma que
muitas somente vão buscar engravidar em idades mais
avançadas. Quando isso ocorre, querem saber as probabilidades de engravidar em função de suas reservas
ovulares.
Mulher com 31 anos, II gesta I para, colocou DIU de
cobre há 2 anos e buscou o serviço médico com queixa
de sangramento às relações, que vem ocorrendo há 6
meses. Diz que não é sempre, mas tem se tornado mais
frequente.
Mulher com 30 anos, I para, parto normal há 8 anos,
procura a UBS com queixa de metrorragia há 6 meses.
Solicitada ultrassonografia pélvica mostrou um mioma
submucoso com 3 cm.
Mulher com 60 anos, e menopausada há cinco anos, procurou o seu ginecologista, pois apresentou sangramento
vaginal em pequena quantidade, sendo esse episódio o
segundo que ocorreu, embora em pequena quantidade,
e isso a está preocupando.
Mulher com 33 anos, negra, procurou o serviço de
ginecologia com queixa de ciclos hipermenorrágicos e
dismenorreia muito intensa que a impedia de trabalhar
no período menstrual. Ao exame ginecológico, o útero
apresentava-se de aspecto globoso e endurecido.