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Homem de 80 anos, portador de hipertensão arterial, Doença de Alzheimer em fase inicial e marcapasso definitivo (MP) DDD, foi atendido em unidade de emergência após episódio de síncope enquanto assistia televisão, sem pródromos ou traumatismo craniano. O dispositivo cardíaco foi implantado 3 meses antes, após dois episódios de síncope associados a bloqueio atrioventricular total (BAVT) intermitente. Não apresenta outras comorbidades e, no momento, está em uso apenas de donepezila e anlodipina.
Ao exame: acordado, sem sinais focais, eupneico em ar ambiente, acianótico, afebril. FC: 48 bpm PA: 160 x 80 mmHg, SatO2: 96%. Sítio da unidade geradora com pequenas escoriações na pele em fases diferentes de cicatrização. Exame cardiovascular e o restante do exame físico sem alterações. O paciente foi monitorizado, e o traçado de admissão no monitor em DII encontra-se abaixo (as setas correspondem às espículas de estimulação ventricular do MP).
Enunciado 4643695-1
Considerando o caso clínico e o traçado eletrocardiográfico, a etiologia mais provável do último episódio de síncope é:
 

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Em pacientes atendidos em unidades de emergência com dor torácica e suspeita de síndrome coronariana aguda, a realização de exames de imagem pode auxiliar na avaliação diagnóstica, principalmente quando a troponina é normal e o eletrocardiograma é inconclusivo.
Nos casos de probabilidade intermediária, o seguinte fator favorece a realização de angiotomografia coronariana, em vez de um exame funcional, para avaliação de isquemia:
 

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Homem de 62 anos, com hipertensão arterial, diabetes insulinodependente e dislipidemia, relata desconforto torácico precordial sem relação bem definida com esforço físico, mas que é desencadeado por estresse emocional, há cerca de 6 meses. Nega tabagismo, dispneia ou história familiar de doença cardiovascular. No momento, está em uso de insulina glargina, rosuvastatina, dapagliflozina, metformina e valsartana.
Ao exame, mostra-se corado, acianótico, eupneico em repouso. FC: 78 bpm, PA: 128x64 mmHg. Ausculta respiratória sem ruídos adventícios, ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, sem sopros. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal, sem alterações. Na avaliação inicial do quadro descrito, foi realizado um ecocardiograma transtorácico, que mostrou uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 33%, com hipocinesia difusa. Em seguida foi realizado o exame de imagem abaixo.
Enunciado 4643692-1
AO: aorta; DA: artéria descendente anterior; TCE: tronco da coronária esquerda; VE: ventrículo esquerdo.
Suponha que o exame selecionado tenha confirmado o padrão de doença de alta complexidade sugerido na imagem inicial.
O melhor tratamento para reduzir o risco de morte a longo prazo, considerando o perfil clínico do paciente, seria
 

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Homem de 62 anos, com hipertensão arterial, diabetes insulinodependente e dislipidemia, relata desconforto torácico precordial sem relação bem definida com esforço físico, mas que é desencadeado por estresse emocional, há cerca de 6 meses. Nega tabagismo, dispneia ou história familiar de doença cardiovascular. No momento, está em uso de insulina glargina, rosuvastatina, dapagliflozina, metformina e valsartana.
Ao exame, mostra-se corado, acianótico, eupneico em repouso. FC: 78 bpm, PA: 128x64 mmHg. Ausculta respiratória sem ruídos adventícios, ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, sem sopros. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal, sem alterações. Na avaliação inicial do quadro descrito, foi realizado um ecocardiograma transtorácico, que mostrou uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 33%, com hipocinesia difusa. Em seguida foi realizado o exame de imagem abaixo.
Enunciado 4643691-1
AO: aorta; DA: artéria descendente anterior; TCE: tronco da coronária esquerda; VE: ventrículo esquerdo.
Considerando o caso clínico e os achados da imagem, o próximo exame mais indicado para definir a estratégia terapêutica é
 

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No exame de cintilografia de perfusão miocárdica, as seguintes alterações representam achados considerados de alto risco de eventos adversos, exceto uma. Assinale-a.
 

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O ecocardiograma transesofágico (ETE) apresenta múltiplas potenciais indicações na cardiologia, apresentando utilidade diagnóstica e prognóstica. Entretanto, não é um exame isento de riscos e por isso deve ser indicado de forma criteriosa.
No contexto de pacientes com fibrilação atrial (FA) candidatos a cardioversão elétrica, a seguinte situação representa a indicação mais apropriada para a realização do ETE antes do procedimento:
 

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O teste ergométrico é um exame com múltiplas potenciais indicações clínicas. Ele pode identificar isquemia e arritmias induzidas pelo esforço, avaliar prognóstico e gravidade, resposta terapêutica e possíveis causas de dispneia ou baixa capacidade funcional. Entretanto, não é um exame isento de risco, dependendo do contexto clínico.
Os achados a seguir representam indicação para a interrupção do exame, exceto um. Assinale-o.
 

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Considere o traçado abaixo.

Enunciado 4643686-1

A localização aproximada do eixo elétrico médio do QRS no plano frontal está entre

 

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Mulher de 48 anos refere aumento do volume abdominal e dispneia progressiva, há cerca de 3 meses, associado a hiporexia e perda ponderal. Nega tosse, febre ou dor torácica. Relata tratamento irregular para tuberculose durante 6 meses com RHZE, prescrito há cerca de 1 ano devido a “acúmulo de líquido em volta do coração”, diagnosticado na ocasião. Desconhece se também apresentava algum acometimento pulmonar concomitante. No momento, nega uso de qualquer medicamento.
Ao exame: Lúcida, orientada, com taquipneia leve em ar ambiente, sem esforço, porém não tolera o decúbito dorsal, hipocorada, acianótica, afebril. FC: 110 bpm, PA: 96 × 60 mmHg, SatO2: 95% em ar ambiente. Ausculta respiratória sem alterações. Ictus do ventrículo esquerdo palpável no 5º espaço intercostal esquerdo a 2 cm da linha hemiclavicular, sem mudança de posição em decúbito lateral esquerdo. Ritmo cardíaco regular, em 2T, sem sopros, porém com som diastólico precoce, logo após B2, de alta frequência mais audível no foco tricúspide. Abdome com aumento volumétrico sugestivo de ascite. MMII com edema bilateral 2+/4+ com cacifo. A radiografia de tórax encontra-se a seguir. 
Enunciado 4643685-1

A foto a seguir mostra o exame do pescoço da paciente.

Enunciado 4643685-2

Assinale a opção que apresenta o que classicamente poderá ser observado na região representada pela seta durante a inspiração profunda.

 

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Mulher de 48 anos refere aumento do volume abdominal e dispneia progressiva, há cerca de 3 meses, associado a hiporexia e perda ponderal. Nega tosse, febre ou dor torácica. Relata tratamento irregular para tuberculose durante 6 meses com RHZE, prescrito há cerca de 1 ano devido a “acúmulo de líquido em volta do coração”, diagnosticado na ocasião. Desconhece se também apresentava algum acometimento pulmonar concomitante. No momento, nega uso de qualquer medicamento.
Ao exame: Lúcida, orientada, com taquipneia leve em ar ambiente, sem esforço, porém não tolera o decúbito dorsal, hipocorada, acianótica, afebril. FC: 110 bpm, PA: 96 × 60 mmHg, SatO2: 95% em ar ambiente. Ausculta respiratória sem alterações. Ictus do ventrículo esquerdo palpável no 5º espaço intercostal esquerdo a 2 cm da linha hemiclavicular, sem mudança de posição em decúbito lateral esquerdo. Ritmo cardíaco regular, em 2T, sem sopros, porém com som diastólico precoce, logo após B2, de alta frequência mais audível no foco tricúspide. Abdome com aumento volumétrico sugestivo de ascite. MMII com edema bilateral 2+/4+ com cacifo. A radiografia de tórax encontra-se a seguir. 
Enunciado 4643684-1
Considerando a história, o exame físico e a radiografia de tórax, o diagnóstico mais provável é
 

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