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Homem de 52 anos, obeso, com roncos intensos e
sonolência diurna, está em seguimento por hipertensão
arterial há 8 meses. Usa losartana 100 mg/dia, anlodipina 10 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia, com boa
adesão. Nega uso de anti-inflamatórios, descongestionantes nasais ou estimulantes.
Em consulta, apresenta PA de 164/96 mmHg, confirmada após repouso e técnica adequada. Traz medidas domiciliares frequentemente acima de 150/90 mmHg.
Exames:
Creatinina: 0,9 mg/dL;
Potássio: 3,0 mEq/L;
Sódio: 140 mEq/L;
Urina tipo I: sem proteinúria ou hematúria;
ECG: sinais de sobrecarga ventricular esquerda; IMC: 34 kg/m2 .
A próxima investigação mais apropriada, considerando o conjunto clínico-laboratorial, é:
Em consulta, apresenta PA de 164/96 mmHg, confirmada após repouso e técnica adequada. Traz medidas domiciliares frequentemente acima de 150/90 mmHg.
Exames:
Creatinina: 0,9 mg/dL;
Potássio: 3,0 mEq/L;
Sódio: 140 mEq/L;
Urina tipo I: sem proteinúria ou hematúria;
ECG: sinais de sobrecarga ventricular esquerda; IMC: 34 kg/m2 .
A próxima investigação mais apropriada, considerando o conjunto clínico-laboratorial, é:
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Mulher de 34 anos, natural de região com alta prevalência de febre reumática, procura atendimento por dispneia progressiva aos esforços e palpitações. Relata dois episódios de hemoptise discreta no último mês. Ao exame: ritmo irregular,
hiperfonese de B1, estalido de abertura e ruflar diastólico em foco mitral. Há discreta turgência jugular e estertores finos
bibasais. A seguir, ECG realizado:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Ecocardiograma transtorácico:
Valva mitral com espessamento comissural e fusão comissural;
Área valvar mitral: 0,9 cm2 ;
Gradiente médio mitral: 12 mmHg;
PSAP estimada: 62 mmHg;
Átrio esquerdo aumentado;
Insuficiência mitral discreta;
Escore ecocardiográfico favorável à intervenção percutânea;
Função sistólica do VE preservada.
Foi iniciada anticoagulação adequada e controle de frequência. A paciente permanece sintomática apesar de tratamento clínico inicial.
A próxima estratégia terapêutica mais apropriada é:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Ecocardiograma transtorácico:
Valva mitral com espessamento comissural e fusão comissural;
Área valvar mitral: 0,9 cm2 ;
Gradiente médio mitral: 12 mmHg;
PSAP estimada: 62 mmHg;
Átrio esquerdo aumentado;
Insuficiência mitral discreta;
Escore ecocardiográfico favorável à intervenção percutânea;
Função sistólica do VE preservada.
Foi iniciada anticoagulação adequada e controle de frequência. A paciente permanece sintomática apesar de tratamento clínico inicial.
A próxima estratégia terapêutica mais apropriada é:
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Mulher, 58 anos, com dispneia progressiva há 18 meses, piora recente da tolerância ao esforço e dois episódios de pré-
-síncope ao subir escadas. Nega dor torácica típica. Tem antecedente de tromboembolismo pulmonar há 4 anos, tratado
com anticoagulação por 6 meses. Não tem antecedente de tabagismo.
Ao exame: PA: 112/72 mmHg, FC: 94 bpm, SatO2 : 93% em ar ambiente, turgência jugular discreta, hiperfonese de P2, sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa, hepatomegalia dolorosa e edema maleolar bilateral.
Exames complementares:
BNP: 420 pg/mL;
ECG: desvio do eixo para direita e sinais de sobrecarga ventricular direita;
Ecocardiograma: VD dilatado, função sistólica reduzida, PSAP estimada em 74 mmHg, insuficiência tricúspide moderada, VE com fração de ejeção preservada e sem valvopatia esquerda significativa;
Espirometria: sem distúrbio obstrutivo relevante;
Angiotomografia de tórax: negativa para TEP agudo.
Diante da hipótese clínica principal, o próximo exame mais apropriado para avançar a investigação é:
Ao exame: PA: 112/72 mmHg, FC: 94 bpm, SatO2 : 93% em ar ambiente, turgência jugular discreta, hiperfonese de P2, sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa, hepatomegalia dolorosa e edema maleolar bilateral.
Exames complementares:
BNP: 420 pg/mL;
ECG: desvio do eixo para direita e sinais de sobrecarga ventricular direita;
Ecocardiograma: VD dilatado, função sistólica reduzida, PSAP estimada em 74 mmHg, insuficiência tricúspide moderada, VE com fração de ejeção preservada e sem valvopatia esquerda significativa;
Espirometria: sem distúrbio obstrutivo relevante;
Angiotomografia de tórax: negativa para TEP agudo.
Diante da hipótese clínica principal, o próximo exame mais apropriado para avançar a investigação é:
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Homem de 47 anos, portador de valva aórtica bicúspide,
procura atendimento por febre há 12 dias, calafrios, perda
ponderal e piora recente de dispneia aos esforços. Recebeu
amoxicilina por conta própria por 4 dias, com melhora parcial da febre. Ao exame: PA: 118/54 mmHg, FC: 104 bpm,
temperatura 38,2 ºC, sopro diastólico aspirativo em borda
esternal esquerda e estertores bibasais discretos.
Exames iniciais:
Hemoglobina: 10,8 g/dL;
Leucócitos: 15.600/mm3 ;
PCR elevada;
Creatinina: 1,3 mg/dL;
Urina tipo I: hematúria microscópica;
Hemoculturas colhidas na admissão ainda sem crescimento em 24 horas.
Ecocardiograma transtorácico: imagem móvel aderida à face ventricular da valva aórtica, medindo 12 mm, associada à insuficiência aórtica importante. Há dilatação discreta do ventrículo esquerdo, sem abscesso evidente ao transtorácico.
Após coleta de hemoculturas e início de antibioticoterapia empírica, a próxima conduta mais apropriada é:
Exames iniciais:
Hemoglobina: 10,8 g/dL;
Leucócitos: 15.600/mm3 ;
PCR elevada;
Creatinina: 1,3 mg/dL;
Urina tipo I: hematúria microscópica;
Hemoculturas colhidas na admissão ainda sem crescimento em 24 horas.
Ecocardiograma transtorácico: imagem móvel aderida à face ventricular da valva aórtica, medindo 12 mm, associada à insuficiência aórtica importante. Há dilatação discreta do ventrículo esquerdo, sem abscesso evidente ao transtorácico.
Após coleta de hemoculturas e início de antibioticoterapia empírica, a próxima conduta mais apropriada é:
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Homem de 66 anos, tabagista e hipertenso, foi internado por infarto inferior há 4 dias, tratado inicialmente de
forma conservadora por chegada tardia. Evoluía estável
até apresentar dispneia súbita, sudorese, hipotensão e
hipoxemia. Ao exame: PA: 82/54 mmHg, FC: 118 bpm,
estertores difusos, extremidades frias e novo sopro sistólico apical, pouco audível, com irradiação posterior.
ECG: ondas Q em DII, DIII e aVF, sem novo supradesnivelamento.
Radiografia de tórax: edema pulmonar bilateral.
Ecocardiograma transtorácico à beira-leito: função sistólica global moderadamente reduzida, hipocinesia inferior, jato regurgitante excêntrico de difícil quantificação, sem derrame pericárdico.
Cateter de artéria pulmonar: pressão de oclusão pulmonar elevada, com ondas sistólicas proeminentes no traçado.
A combinação mais compatível com a fisiopatologia do quadro e a conduta prioritária é:
ECG: ondas Q em DII, DIII e aVF, sem novo supradesnivelamento.
Radiografia de tórax: edema pulmonar bilateral.
Ecocardiograma transtorácico à beira-leito: função sistólica global moderadamente reduzida, hipocinesia inferior, jato regurgitante excêntrico de difícil quantificação, sem derrame pericárdico.
Cateter de artéria pulmonar: pressão de oclusão pulmonar elevada, com ondas sistólicas proeminentes no traçado.
A combinação mais compatível com a fisiopatologia do quadro e a conduta prioritária é:
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Mulher de 63 anos, hipertensa e diabética, é internada
por dispneia progressiva, ortopneia e edema de membros
inferiores. Ao exame: PA: 154/86 mmHg, FC: 96 bpm,
turgência jugular, crepitações bibasais e edema periférico. Ecocardiograma: fração de ejeção do VE de 32%,
dilatação ventricular esquerda e insuficiência mitral funcional discreta. Os exames laboratoriais mostram: creatinina: 1,1 mg/dL; potássio: 4,3 mEq/L. Após melhora da
congestão com diurético intravenoso, mantém-se estável, sem hipotensão ou hipercalemia.
A estratégia medicamentosa de base mais adequada antes da alta, além do uso de vasodilatador como um inibidor do receptor da angiotensina associado a inibidor da neprilisina ou um bloqueador do receptor da angiotensina, é:
A estratégia medicamentosa de base mais adequada antes da alta, além do uso de vasodilatador como um inibidor do receptor da angiotensina associado a inibidor da neprilisina ou um bloqueador do receptor da angiotensina, é:
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Homem de 59 anos, hipertenso, chega ao pronto-
-socorro com dor torácica súbita, intensa, em “rasgo”,
irradiada para o dorso. Está ansioso, sudoreico, com
PA de 210/110 mmHg no braço direito e 178/96 mmHg
no braço esquerdo. Ao exame, há assimetria de pulsos
radiais e sopro diastólico em borda esternal direita. ECG
sem supradesnivelamento do ST. Angiotomografia de
aorta mostra flap intimal envolvendo a aorta ascendente
e estendendo-se até a aorta descendente proximal.
A conduta mais adequada é:
A conduta mais adequada é:
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Homem de 64 anos, com hipertensão arterial e antecedente de infarto anterior há 5 anos, procura atendimento por
palpitações iniciadas há cerca de 2 horas, associadas a
tontura e desconforto torácico leve. Está consciente, orientado, com pressão arterial de 118/74 mmHg, frequência
cardíaca de 168 bpm e saturação de O2
de 96% em ar
ambiente.
O ECG mostra taquicardia regular de QRS largo, com duração do QRS de 160 ms, dissociação atrioventricular intermitente e eixo elétrico superior. Não há sinais de instabilidade hemodinâmica grave no momento.
A conduta inicial mais adequada é:
O ECG mostra taquicardia regular de QRS largo, com duração do QRS de 160 ms, dissociação atrioventricular intermitente e eixo elétrico superior. Não há sinais de instabilidade hemodinâmica grave no momento.
A conduta inicial mais adequada é:
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Homem, 78 anos, previamente independente, procura
atendimento por dispneia progressiva aos esforços há 6
meses e dois episódios recentes de pré-síncope ao caminhar. Ao exame físico, apresenta pulso carotídeo parvus
et tardus, ictus sustentado e sopro sistólico ejetivo rude
em foco aórtico, irradiado para carótidas.
O ecocardiograma transtorácico evidencia:
Valva aórtica calcificada, com mobilidade reduzida;
Área valvar aórtica: 0,8 cm2 ;
Gradiente médio transvalvar: 48 mmHg;
Velocidade máxima do jato aórtico: 4,4 m/s;
Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 58%;
Hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.
A conduta mais apropriada é:
O ecocardiograma transtorácico evidencia:
Valva aórtica calcificada, com mobilidade reduzida;
Área valvar aórtica: 0,8 cm2 ;
Gradiente médio transvalvar: 48 mmHg;
Velocidade máxima do jato aórtico: 4,4 m/s;
Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 58%;
Hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.
A conduta mais apropriada é:
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Mulher de 72 anos, hipertensa, diabética e com doença renal crônica estágio 3, procura o pronto-socorro por dor torácica
opressiva iniciada há 3 horas, em repouso, com irradiação para mandíbula e sudorese. Na admissão, está hemodinamicamente estável. Exames laboratoriais: troponina ultrassensível inicial: acima do percentil 99, com elevação em nova
dosagem após 2 horas; creatinina: 1,6 mg/dL; hemoglobina: 12,8 g/dL. A seguir, ECG realizado:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Após tratamento inicial com antiagregação, anticoagulação e medidas anti-isquêmicas, a melhor estratégia de condução é:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Após tratamento inicial com antiagregação, anticoagulação e medidas anti-isquêmicas, a melhor estratégia de condução é:
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