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Filho de portugueses, esse escritor barroco nasceu em 20 de dezembro de 1636, em Salvador, no estado da Bahia, e faleceu em 26 de novembro de 1696, em Recife, Pernambuco. Ele escreveu poesia líricofilosófica, sacra e satírica. Porém nenhum livro do autor foi publicado em vida, e seus poemas fora reunidos em livros a partir do século XX.
O texto faz referência ao autor:

Assinale a alternativa CORRETA:
 

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Sobre a Literatura de cordel, analise os itens a seguir:

I. Apesar de ter começado no Norte e no Nordeste do país, o cordel hoje é disseminado por todo o Brasil, principalmente por causa do processo de migração de populações.
II. Na formação da cultura brasileira, da qual a literatura de cordel faz parte, tanto indígenas quanto africanos e portugueses adicionaram práticas de transmissão oral de suas cosmologias, de seus contos, de suas canções.
III. No início do século XX, quando a literatura de cordel se consolidou como um sistema editorial próprio, os poetas desenvolveram um modo particular de comercializar seus livros nos mercados e feiras livres.
http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/4819

Está(ão) CORRETO(S):
 

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3696888 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Umbuzeiro-PB
O escritor abolicionista é o mais famoso poeta baiano. Ele nasceu em 14 de março de 1847, em Muritiba, na Bahia, e faleceu em 06 de julho de 1871, em Salvador, vítima da tuberculose. Foi o principal autor da terceira geração romântica, recebendo o epíteto de Poeta dos Escravos. Sua obra mais famosa é o poema O Navio Negreiro, escrito em 1868.

O texto faz referência ao autor:
 

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3696887 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Umbuzeiro-PB
Sobre a Literatura de Cordel, analise os itens a seguir:

I. Entre versos, rimas e cantoria, a Literatura de Cordel é uma expressão cultural popular que abrange não apenas as letras, mas também a música e a ilustração.
II. É um gênero literário, veículo de comunicação, ofício e meio de sobrevivência para inúmeros cidadãos brasileiros. Poetas, declamadores, editores, ilustradores (desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores) e folheteiros (como são conhecidos os vendedores de livros) já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro.
III. A Literatura de Cordel no Brasil é o resultado de uma série de práticas culturais em que os cantos e os contos – e suas variantes – constituem as matrizes a partir das quais uma série de formas de expressão se forjou.

Está(ão) CORRETO(S):
 

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Veja tais personagens e depois marque a obra a que elas pertencem.

Eugênio: personagem protagonista, médico, tem uma relação conturbada com os pais, aos quais deve seus estudos. Para reverter o complexo de inferioridade adquirido em sua infância humilde, busca a todo custo uma estabilidade financeira.
Olívia: jovem médica, recém-formada, amiga de Eugênio, com sua alegria, consegue restituir a confiança na vida dos que a cercam. É uma pessoa maravilhosa, capaz de tudo, sem nada exigir em troca. Sabe renunciar com dignidade a seu único amor.
Felipe Lobo: arquiteto competente, que tem ideias mirabolantes. Seu sonho é a construção do “Megatério”, o prédio mais alto da América do Sul. É capaz de sacrificar tudo, inclusive o próprio casamento com Isabel e a felicidade de sua filha, Dora, pelo sucesso.
Eunice: Filha de Cintra, casada com Eugênio, mulher rica e atraente, inteligente e voluntariosa, é capaz de deixar de lado os seus valores pessoais mais fortes por uma fascinante experiência.
Dona Frida Halk: viúva alemã, radicada no Brasil há 20 anos. Compreensiva e humana, considera Olívia como filha e torce pela sua felicidade.
Cintra: pai de Eunice, rico industrial, implacável na direção de seus negócios. Totalmente dominado por Eunice, é um fraco diante da filha, incapaz de impedir seus devaneios.
 

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No decorrer da narrativa do romance O Cortiço, de Aluísio Azevedo, alguns personagens sofrem um processo de transformação, (em termos sociais e morais). Relacione as colunas e marque a alternativa pertinente à transformação ocorrida ou à condição final dos personagens.

Coluna I.

A- João Romão.

B- Jerônimo.

C- Piedade.

D- Pombinha.

Coluna II.

1- Mulher trabalhadeira, alcoólatra.

2- Menina-anjo, prostituta.

3- Trabalhador honesto, vagabundo.

4- Empregado de um vendeiro, proprietário burguês.

 

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3694364 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IESES
Orgão: SCGás
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Responda à questão com base no seguinte texto:
Meto-me para dentro, e fecho a janela.

Trazem o candeeiro e dão as boas-noites.

E a minha voz contente dá as boas-noites.

Oxalá a minha vida seja sempre isto:

O dia cheio de sol, ou suave de chuva,

Ou tempestuoso como se acabasse o Mundo,

A tarde suave e os ranchos que passam

Fitados com interesse da janela,

O último olhar amigo dado ao sossego das árvores,

E depois, fechada a janela, o candeeiro aceso,

Sem ler nada, sem pensar em nada, nem dormir,

Sentir a vida correr por mim como um rio por seu leito,

E lá fora um grande silêncio como um deus que dorme.


Autor: Alberto Caeiro.
Considere o trecho “Oxalá a minha vida seja sempre isto” no contexto do poema e analise as afirmativas que seguem:

I. A frase introduz um ideal de existência baseada na contemplação pura e despretensiosa.
II. A palavra “Oxalá” indica um anseio ou esperança profunda do sujeito poético para que sua vida se mantenha conforme descrito a seguir.

Das afirmativas, pode-se afirmar que:
 

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3693574 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP

Leia o poema de Décio Pignatari:

Enunciado 3693574-1

(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)

Constata-se com a leitura do poema

 

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3693567 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Para desenvolver atividades de literatura com seus alunos, um professor do Ensino Médio selecionou as obras A Paixão Segundo G. H. e Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, de Clarice Lispector. Tendo como referência Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira, 2015), conclui-se que o professor optou por trabalhar
 

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3693551 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP

Leia o texto para responder à questão:

Cinco horas da tarde

Recebi agora um bilhete de mana Rita, que aqui vai colado:

9 de janeiro

“Mano,

Só agora me lembrou que faz hoje um ano que você voltou da Europa aposentado. Já é tarde para ir ao cemitério de São João Batista, em visita ao jazigo da família, dar graças pelo seu regresso; irei amanhã de manhã, e peço a você que me espere para ir comigo.

Saudades da Velha mana, Rita”.

Não vejo necessidade disso, mas respondi que sim.

10 de janeiro

Fomos ao cemitério. Rita, apesar da alegria do motivo, não pôde reter algumas velhas lágrimas de saudade pelo marido que lá está no jazigo, com meu pai e minha mãe. Ela ainda agora o ama, como no dia em que o perdeu, lá se vão tantos anos. No caixão do defunto mandou guardar um molho dos seus cabelos, então pretos, enquanto os mais deles ficaram a embranquecer cá fora.

Não é feio o nosso jazigo; podia ser um pouco mais simples, — a inscrição e uma cruz — mas o que está é bem feito. Achei-o novo demais, isso sim. Rita fá-lo lavar todos os meses, e isto impede que envelheça. Ora, eu creio que um velho túmulo dá melhor impressão do ofício, se tem as negruras do tempo, que tudo consome. O contrário parece sempre da véspera.

Rita orou diante dele alguns minutos, enquanto eu circulava os olhos pelas sepulturas próximas. Em quase todas havia a mesma antiga súplica da nossa: “Orai por ele! Orai por ela!” Rita me disse depois, em caminho, que é seu costume atender ao pedido das outras, rezando uma prece por todos os que ali estão. Talvez seja a única. A mana é boa criatura, não menos que alegre.

(Machado de Assis, Memorial de Aires)

Com base em Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira, 2015), no que tange ao período literário da obra de Machado de Assis, a passagem “Ora, eu creio que um velho túmulo dá melhor impressão do ofício, se tem as negruras do tempo, que tudo consome.” revela
 

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