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Foram encontradas 5.028 questões.

3882130 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
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A literatura brasileira abriga uma variedade de gêneros que acompanham o desenvolvimento cultural e social do país. A narrativa, a poesia e o drama revelam diferentes formas de representar a experiência humana, incorporando temas, estilos e perspectivas que refletem o espírito de cada época (BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 2020.).

De acordo com o texto e os conhecimentos sobre os gêneros literários, assinale a alternativa correta.
 

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3882124 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
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A literatura brasileira reflete as transformações culturais e históricas do país, acompanhando a formação de sua identidade nacional. Desde o período colonial até o Modernismo, cada movimento literário expressa valores e visões de mundo que dialogam com o contexto de sua época (VERÍSSIMO, José. História da literatura brasileira. Florianópolis: UFRS, 1916. Disponível em: https://literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=download&id=13 1813. adaptado.).

De acordo com o texto e os conhecimentos sobre a história da literatura brasileira, assinale a alternativa correta.
 

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3881019 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Anchieta-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo
Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.
Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.
Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.
Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.
Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.
A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.
Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.
No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.
Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.
"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.
Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."
A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.
ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.
Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.
Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
A história da literatura brasileira tem seu ponto de partida em 1500, com a chegada dos portugueses ao território que viria a ser o Brasil, uma vez que as sociedades indígenas que aqui habitavam eram ágrafas, isto é, não possuíam sistema de escrita.
Com base na divisão cronológica da literatura brasileira, relacione a Coluna A com os períodos literários apresentados às suas respectivas características descritas na Coluna B.

Coluna A

1.Arcadismo
2.Barroco
3.Naturalismo
4.Simbolismo

Coluna B

(__)No Brasil, esse período teve início em 1768 e permaneceu em evidência até 1836. Suas principais características incluíam bucolismo, pastoralismo, idealização do amor e da mulher.
(__)Foi um estilo de época marcado por dualidades, tais como antropocentrismo versus teocentrismo, material versus espiritual, fé versus razão, e pela valorização do 'carpe diem' (aproveitar o momento)
(__)Iniciado em 1881, esse estilo de época distingue-se pelo uso de uma linguagem objetiva, pela presença do determinismo, da zoomorfização e do cientificismo, bem como pela ausência de idealizações e pela crítica de cunho sociopolítico.
(__)A estética brasileira começou a se definir em 1893, marcada pela musicalidade e pela valorização das sensações. Entre suas principais características, destacam-se: oposição à literatura realista, subjetividade, exaltação da espiritualidade, busca por um mundo ideal e sondagem do eu interior.

A sequência numérica que preenche os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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3880668 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
A VINGANÇA DA PORTA
Era um hábito antigo que ele tinha:
Entrar dando com a porta nos batentes.
— Que te fez essa porta? a mulher vinha
E interrogava. Ele cerrando os dentes:
— Nada! traze o jantar! — Mas à noitinha
Calmava-se; feliz, os inocentes
Olhos revê da filha, a cabecinha
Lhe afaga, a rir, com as rudes mãos trementes.
Uma vez, ao tornar a casa, quando
Erguia a aldraba, o coração lhe fala:
Entra mais devagar... — Para, hesitando...
Nisto nos gonzos range a velha porta,
Ri-se, escancara-se. E ele vê na sala,
A mulher como doida e a filha morta.
Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/4685/a-vinganca-da-porta. Acesso em: 11.abr.2025.
O soneto é uma forma fixa que foi criada no século XIII, na Itália, tendo sido suporte de várias correntes literárias. Desse modo, analise o poema A vingança da porta e aponte a alternativa correta.
 

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3880666 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IDECAN
Orgão: SEE-PB
A Draga
A gente não sabia se aquela draga tinha nascido ali, no Porto, como um pé de árvore ou uma duna.
- E que fosse uma casa de peixes?
Meia dúzia de loucos e bêbados moravam dentro dela, enraizados em suas ferragens.
Dos viventes da draga era um o meu amigo Mário-pega-sapo.
Ele de noite se arrastava pela beira das casas como um caranguejo trôpego.
À procura de velórios.
Os bolsos de seu casaco andavam estufados de jias.
Ele esfregava no rosto as suas barriguinhas frias.
Geleia de sapos!
Quando Mário morreu, um literato oficial, em necrológio caprichado, chamou-o de Mário-Captura-Sapo!
Ai que dor!
Ao literato cujo fazia-lhe nojo a forma coloquial.
Queria captura em vez de pega para não macular (sic) a língua nacional lá dele...
O literato cujo, se não engano, é hoje senador pelo Estado.
Se não é, merecia.
A vida tem suas descompensações.
Da velha draga,
Abrigo de vagabundos e de bêbados, restaram as expressões: estar na draga, viver na draga por estar sem dinheiro, viver na
miséria
Que ofereço ao filólogo Aurélio Buarque de Holanda
Para que as registre em seus léxicos
Pois o povo já as registrou.
BARROS, M. Gramática expositiva do chão: poesia quase toda. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1990 (fragmento Adaptado).
Por meio da intencionalidade discursiva do poema A Draga, a poética de Manoel de Barros pode ser caracterizada como
 

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3879381 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
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Um professor apresentou um poema regionalista do modernismo brasileiro, no qual o eu lírico narra lembranças da infância no sertão, usando vocabulário e construções frasais próprias da fala sertaneja. Em seguida, pediu que os alunos identificassem: (I) o gênero literário, (II) o recurso expressivo predominante e (III) a função da variação linguística no texto. Assinale a alternativa que apresenta, na ordem correta, as respostas para I, II e III.
 

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3878747 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Reproduzimos aqui, algumas personagens do romance Casa de Pensão, de Aluísio Azevedo. Sobre isso, relacione as colunas e marque a alternativa pertinente.
Coluna I. A- Amâncio. B- Pai de Amâncio. C- Mãe de Amâncio. D- Professor Pires. E- Madame Brizard.

Coluna II. 1- Protecionismo exagerado, estava sempre em defesa de Amâncio.
2- Muito tirano, ríspido e também repressivo no tratamento com os alunos.
3- Extremamente severo e repressivo, provoca em Amâncio reações de medo e não de afeto.
4- Apoia o romance de Amélia com Amâncio, um rapaz rico. Vê a possibilidade de conseguir bens materiais e vantagens sociais através dele.
5- Entretanto, o seu tipo franzino, meio imberbe (...) ninguém acreditaria que ali estivesse um sonhador, um sensual, um louco.
 

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3878744 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Falando-se sobre versificação, leia os itens e assinale a alternativa correta.
I- “Eu venho da minha terra / da casa branca da serra / e do luar do sertão; / venho da minha Maria / cujo nome principia / na palma da minha mão.” Guilherme de Almeida. (Rima pobre).
II- “Não sei se amei o que era em mim desejo / de me ver no outro refletido / sei que amei sempre amei e vejo / que de amar tenho hoje o coração endurecido.” Carlos Felipe Moisés. (Rima rica).
III- “Eu que era branca e linda, eis-me medonha e escura / inspiro horror...Ó tu que espias urdidura / da minha teia, atenta ao que o meu palpo fia”. Manuel Bandeira. (Rima rara).
IV- “Oh vem, de branco – do imo da folhagem! / Os ramos, leve, a tua mão aparte / Oh vem! Meus olhos querem desposar-te / refletir-se virgem a serena imagem.” Camilo Pessanha. (Rima preciosa).
 

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3878702 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Retratando-se aos gêneros literários, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.

( ) Narrador onisciente: quando conhece e revela o interior das personagens, seus pensamentos e emoções.
( ) Na obra lírica um sujeito que chamamos eu-lírico, sujeito lírico, voz lírica, voz poética, exprime suas emoções. (Por emoções entendemos todas as experiências psíquicas: sejam os mais profundos sentimentos e sensações, sejam ainda as mais variadas reflexões e concepções de mundo).
( ) Na obra dramática os fatos são apresentados diretamente ao espectador, sem intermediários. Não é necessária a voz de um narrador como na obra narrativa. Pertencem ao gênero dramático as obras escritas em versos ou em prosa para a representação teatral. Assim, embora o texto possa ser objeto de leitura, sua realização plena como obra de arte só pode ocorrer no palco, onde cada personagem é representada por um ator, que (re)vive o papel em cada novo espetáculo.
( ) Enquanto o tempo próprio da narrativa é o passado, o tempo da obra dramática é o presente. O discurso direto, (fala da personagem sem intermediação de narrador) e o diálogo, são as formas básicas da linguagem dramática. É através do diálogo que ocorre o entrechoque das personagens, realizando-se a característica essencial do gênero, que é o conflito.
 

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João Romão compra um armazém no subúrbio do Rio de Janeiro, amasiando-se com a escrava Bertoleza, cujo dinheiro lhe serve para ampliar as propriedades. Aos poucos, João Romão vai construindo casebres para alugar, criando um enorme cortiço. Com ele, o comerciante enriquece e procura mudar seu status, casando-se com Zulmira, moça de fina educação. Para isto, tenta livrar-se de Bertoleza, denunciando-a para seus antigos proprietários. Descoberta a traição, a escrava se suicida.
Trata-se da obra:
 

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