A população de surdos constitui grupo heterogêneo e
inclui pessoas que têm vários graus de perda
auditiva, utilizam diversos meios para se comunicar e
pertencem a diferentes culturas (Meador, Zazove,
2005). Segundo Silva (1999) “... A cultura é onde se
define não apenas a forma que o mundo deve ter, mas
também a forma como as pessoas e os grupos devem
ser (...)”, sendo, portanto, um campo de lutas em
torno da:
Leia a seguinte situação para responder à questão.
Durante uma conversa entre alunos ouvintes e surdos, um aluno afirma que a Libras é inferior à Língua Portuguesa, já que na Língua Brasileira de Sinais as frases são básicas, seguindo sempre a ordem SVO - Sujeito + Verbo + Objeto. Por exemplo: Eu gosto de estudar.
Discordando da afirmação descrita nessa situação, um instrutor usa uma frase do cotidiano para mostrar a flexibilidade da ordem das frases em Libras, e em seu exemplo, utiliza a estrutura de topicalização, onde a ordem visualizada é OSV. Apresenta-se a estrutura de topicalização correta (t= tópico e mc= movimento de cabeça) na seguinte alternativa:
Leia a seguinte situação para responder à questão.
Durante uma conversa entre alunos ouvintes e surdos, um aluno afirma que a Libras é inferior à Língua Portuguesa, já que na Língua Brasileira de Sinais as frases são básicas, seguindo sempre a ordem SVO - Sujeito + Verbo + Objeto. Por exemplo: Eu gosto de estudar.
Na situação descrita acima, o instrutor sinalizou o verbo "gostar" para explicar sobre a sintaxe da Libras. Sobre esse verbo é possível afirmar que ele:
Embora os surdos vivam dentro de uma sociedade ouvinte, eles possuem sua própria cultura. A cultura surda se caracteriza pelo conjunto formado pela diversidade de suas produções culturais, como:
A Lei n° 10.436, de 2002, reconhece a Libras como meio legal de comunicação e expressão das comunidades surdas e estabelece como dever do poder público e das empresas que prestam serviços públicos:
Os marcos históricos da trajetória das pessoas com deficiência no Brasil nos reportam a relatos históricos. Entre a população indígena que habitava o território que viria a ser o Brasil, predominou a prática de exclusão e o abandono das crianças que adquiriam uma deficiência. Tais costumes também eram observados entre os povos da História antiga e medieval, para quem a deficiência, principalmente quando do nascimento de uma criança, não era vista com bons olhos. Para esses povos, a deficiência era percebida como: