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Em alguns aspectos linguísticos, a Língua Brasileira de Sinais e a Língua Portuguesa são semelhantes. Quanto a diferenças entre as duas línguas, assinale a alternativa correta.
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Ao comparar a Língua Portuguesa com a Língua Brasileira de Sinais, algumas diferenças são visíveis. Um exemplo é quanto aos itens lexicais. No português, gato e rato se diferenciam pela mudança de um único fonema: a substituição do /g/ por /r/. Na Língua Brasileira de Sinais, com relação ao aspecto do léxico, que sinais opostos quanto à configuração da mão possuem essas mudanças?
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O uso da soletração da Língua Brasileira de Sinais ocorre como forma de apresentar uma palavra que não possui sinal equivalente. Desse modo, pode-se afirmar que a soletração manual é um tipo de representação manual da Língua Portuguesa que utiliza algumas configurações de mão. Que palavra da Língua Brasileira de Sinais pede um empréstimo linguístico da Língua Portuguesa?
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CM: mão direita em L, palmas para frente. PA: tocando a mão esquerda aberta. M: girar o pulso O: para baixo |
Assinale a alternativa que indica a palavra sinalizada corretamente, com relação aos parâmetros da Língua Brasileira de Sinais apresentados no quadro acima.
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Segundo o artigo 30, da 24ª Declaração Universal dos Direitos Linguísticos que se mantém na Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, relacionada aos surdos, “as pessoas com deficiência deverão fazer jus, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, e que sua identidade cultural e linguística específica seja reconhecida e apoiada, incluindo as línguas de sinais e a cultura surda”. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar:
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De acordo com os fundamentos da Lei de Libras nº 10.436/2002 e do Decreto nº 5.626/2005, pode-se afirmar que:
I. Tornou legítimo o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais como a língua nacional dos surdos no Brasil, como também estabeleceu a difusão dessa língua na sociedade e nos espaços públicos.
II. Foram impulsionadas ações de inclusão da Língua Brasileira de Sinais nos currículos de formação de educadores, profissionais de fonoaudiologia, professores de Libras, intérpretes, entre outros profissionais como forma de assegurar ao surdo o acesso a lugares públicos e privados, assim como uma educação qualitativa.
III. Os citados documentos produziram a educação básica uma imediata transformação com a introdução de inúmeras escolas bilíngues, cujo objetivo foi fortalecer a interação dos surdos com os ouvintes, num ambiente totalmente adequado aos surdos e de infraestrutura condizente para o ensino da Língua de Sinais.
Está de acordo com os aspectos legais da Língua Brasileira de Sinais o que consta nos itens:
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Historicamente, surgiram duas maneiras diferentes, com ideias opostas, na educação de surdos. São elas:
I. Propiciou uma formação baseada na ideia de que o objetivo das escolas para surdos deveria ser ensiná-los a falar, a fim de que os mesmos tivessem a oportunidade de se integrarem na sociedade ouvinte através do método da tentativa de imitação da pessoa ouvinte.
II. Defendeu a formação do surdo através da língua de sinais. Tinha como finalidade a preparação do aluno surdo para exercer sua cidadania na sociedade ouvinte. Dessa forma, utilizava o método gestualista como alternativa para o surdo interagir no mundo ouvinte.
Respectivamente, os educadores que trabalharam esses modelos de educação de surdos foram:
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De acordo com Ferreira Brito (1995), a Língua Brasileira de Sinais possui 46 configurações de mãos e o ponto de articulação pode ser definido na área corporal ou no espaço de articulação definido pelo corpo. Dessa forma, percebe-se nas alternativas a seguir que dois destes sinais têm o mesmo ponto de articulação e a mesma configuração de mãos. Qual a alternativa adequada a esses articuladores?
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Leia o relato de um surdo, realizado em Língua Brasileira de Sinais e traduzido para a Língua Portuguesa, sobre a descoberta de sua surdez.
“Descobriram minha surdez quando eu tinha 5 anos. Minha família é toda ouvinte, e minha mãe falou que era quietinho e que por isso não desconfiou. Aí ela me levou no médico porque eu não falava nada e lá o médico disse que eu tinha uma perda auditiva grave. Mas eu não me lembro disso. Só sei que hoje não escuto nada. Fui crescendo e fui para muitas escolas diferentes aqui na região de São Paulo... Começamos a usar sinais em casa e com alguns parentes mais próximos. Eu achava que era doente, que tinha uma doença muito séria... Depois que cresci e conheci outros surdos, aprendi mais sobre a vida dos meus amigos e as coisas começaram a ficar bem mais claras para mim, pois me comunicava com mais facilidade com os sinais... Vi que eu não era o único surdo no mundo e me sinto mais feliz”. (São Paulo, 2002)
Qual concepção sobre a surdez é expressa nesse relato?
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Durante os anos de 1960, quando a Comunicação Total surgia como uma pertinente proposta metodológica, um renomado linguista aprofundou sua pesquisa sobre a língua de sinais e a reconheceu formalmente como uma língua. Nos estudos aprofundados, ele registrou, também, como analisou as estruturas constituintes da língua de sinais americana. E, a partir desse momento, observou-se que a compreensão a respeito das línguas de modalidade visual e espacial cresceu, respeitosamente. O linguista referido é:
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