Foram encontradas 1.492 questões.
Respondida
Com base na Lei Orgânica do Tribunal de Contas do
Estado do Maranhão, diante de dúvida suscitada na
aplicação de dispositivos legais e regulamentares concernentes à matéria de sua competência, NÃO tem legitimidade para propor consulta ao Tribunal
Respondida
É INCORRETO afirmar:
A
é requisito para a nomeação no cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão
a comprovação de notórios conhecimentos jurídicos,
contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública.
B
o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão encaminhará à Assembléia Legislativa, quadrimestral e
anualmente, relatório de suas atividades.
C
o auditor, quando em substituição a Conselheiro do
Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, terá os
mesmos direitos e impedimentos do titular e, quando
no exercício das demais atribuições da judicatura, os
de Juiz de Direito de 4ª entrância.
D
aos membros do Ministério Público junto ao Tribunal
de Contas do Estado do Maranhão, aplicam-se os
princípios da unidade, da indivisibilidade e da independência funcional.
E
aos Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado
do Maranhão é vedado atuar em processo de
interesse próprio, de cônjuge, de parente consangüíneo ou afim, na linha reta ou na colateral, até o
segundo grau, ou de amigo íntimo ou inimigo capital,
assim como em processo em que tenha funcionado
como advogado, perito, representante do Ministério
Público ou servidor da Secretaria do Tribunal ou do
Controle Interno.
Respondida
No tocante à apreciação, para fins de registro, da legalidade dos atos de admissão de pessoal da Administração
Direta e Indireta, de competência do Tribunal de Contas
do Estado do Maranhão, é correto afirmar que a decisão
que considerar legal o ato e determinar seu registro
A
pode ser revista, de ofício, pelo Tribunal de Contas,
com a oitiva do Ministério Público, a qualquer tempo,
se verificado que o ato viola a ordem jurídica ou no
caso de comprovada má-fé.
B
pode ser revista pelo Tribunal de Contas, desde que
provocado pelo Ministério Público, dentro do prazo
de cinco anos do julgamento, se verificado que o ato
viola a ordem jurídica, ou a qualquer tempo, no caso
de comprovada má-fé.
C
não pode ser revista pelo Tribunal de Contas.
D
pode ser revista, de ofício, pelo Tribunal de Contas,
com a oitiva do Ministério Público, dentro do prazo
de cinco anos do julgamento, se verificado que o ato
viola a ordem jurídica, ou a qualquer tempo, no caso
de comprovada má-fé.
E
pode ser revista, de ofício, pelo Tribunal de Contas,
com a oitiva do Ministério Público, dentro do prazo
de cinco anos do julgamento, no caso de comprovada má-fé, ou a qualquer tempo, se verificado que o
ato viola a ordem jurídica.
Respondida
A Tomada de Contas Especial prevista na Lei Orgânica do
Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, será julgada
em
Respondida
Em conformidade com a Lei Orgânica do Tribunal de
Contas do Estado do Maranhão, é correto afirmar:
A
admite-se à Câmara de Vereadores posterior
deliberação sobre o mérito do julgamento, realizado
pelo Tribunal de Contas, relativo às contas do
administrador de autarquia municipal.
B
o pagamento integral do débito apurado, por si só,
após decisão definitiva do Tribunal de Contas, pode
ensejar modificação do julgamento quanto à
irregularidade das contas.
C
o parecer prévio emitido pelo Tribunal de Contas,
concernente às contas do Governador do Estado,
poderá ser: i – pela aprovação; ii – pela aprovação,
com ressalvas; iii – pela desaprovação; ou iv – com
abstenção de opinião.
D
compete ao Tribunal de Contas do Estado do
Maranhão emitir pronunciamento conclusivo sobre
matéria que seja submetida a sua apreciação por
quaisquer das comissões da Assembléia Legislativa
ou das Câmaras Municipais.
E
as contas anuais dos Presidentes das Câmaras
Municipais serão objeto de apreciação, pelo Tribunal
de Contas, através de parecer prévio.
Respondida
A apreciação das contas anuais do chefe do Poder
Executivo Municipal, realizada pelo Tribunal de Contas,
mediante parecer prévio, somente deixará de prevalecer
por decisão
Respondida
NÃO se inclui no rol de competências do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão:
A
emitir pronunciamento conclusivo sobre matéria que
seja submetida por qualquer das comissões da
Assembléia Legislativa ou das Câmaras Municipais
a sua apreciação.
B
apreciar a legalidade do cálculo das quotas-parte
pertencentes aos Municípios, provenientes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte
Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, arrecadadas pelo Estado, promovendo a fiscalização da
entrega dos respectivos recursos.
C
prestar as informações solicitadas pela Assembléia
Legislativa ou Câmaras Municipais, por qualquer de
suas comissões, sobre a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial e
sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas, observado o princípio federativo, nos termos do
regimento interno.
D
julgar as contas prestadas anualmente pelo Presidente das Câmaras Municipais.
E
acompanhar, fiscalizar e avaliar os processos de desestatização realizados pela Administração Pública
estadual ou municipal, compreendendo as privatizações de empresas, incluindo instituições financeiras, e as concessões, permissões e autorizações de
serviço público, nos termos do artigo 175 da Constituição Federal e das normas legais pertinentes.
Respondida
A escolha dos membros do Tribunal de Contas do Maranhão
será feita pelo Governador do Estado, segundo o seguinte
critério:
A
três Conselheiros, com aprovação da Assembléia Legislativa, sendo o primeiro deles de livre escolha e os
outros dois alternadamente entre Auditores e membros
do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em
lista tríplice pelo Plenário, segundo os critérios de
antiguidade e merecimento.
B
quatro Conselheiros, sem depender da aprovação da
Assembléia Legislativa, sendo os dois primeiros de
livre escolha e os outros dois, alternadamente entre
Auditores e membros do Ministério Público junto ao
Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Plenário,
segundo os critérios de antiguidade e merecimento.
C
três Conselheiros, com aprovação da Assembléia
Legislativa, sendo os dois primeiros de livre escolha
e o terceiro, alternadamente, entre Auditores e
membros do Ministério Público junto ao Tribunal,
indicados em lista tríplice pelo Plenário, segundo os
critérios de antiguidade e merecimento.
D
quatro Conselheiros, sem depender da aprovação
da Assembléia Legislativa, sendo o primeiro deles
de livre escolha e os outros três, alternadamente
entre Auditores, Procuradores do Estado e membros
do Ministério Público junto ao Tribunal, indicados em
lista tríplice pelo Plenário, segundo os critérios de
antiguidade e merecimento.
E
quatro Conselheiros, com aprovação da Assembléia
Legislativa, sendo os três deles de livre escolha e o
quarto, alternadamente entre Auditores, Procuradores
do Estado e membros do Ministério Público junto ao
Tribunal, indicados em lista tríplice pelo Plenário,
segundo os critérios de antiguidade e merecimento.
Respondida
A consulta formulada ao Tribunal de Contas do Estado do
Maranhão deve:
I. Conter indicação precisa de seu objeto.
II. Ser formulada articuladamente.
III. Ser instruída, sempre que possível, com parecer do
órgão de assistência técnica ou jurídica da autoridade consulente.
IV. Ter demonstrada sua pertinência temática com a
atribuição da Pasta da autoridade consulente
quando formulada por Secretário de Estado.
Estão corretos os itens
Respondida
Relativamente aos recursos cabíveis no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, é INCORRETO
afirmar que