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“Inaugurada no dia 25 de março de 1867 como Biblioteca
Provincial do Ceará, o primeiro acervo foi constituído de obras
clássicas trazidas da Europa com 1730 volumes, como consta no
relatório do bibliotecário José de Barcelos, primeiro diretor da
casa. Desse total, 614 foram adquiridos pelo Governo Estadual e
1116 foram recebidos por doações de particulares.
Ao longo de sua trajetória, a Biblioteca passou por diversos endereços em 1975, após 108 anos de sua criação, no Governo do Cel. César Cals de Oliveira Filho, ganhou sede própria projetada pelos arquitetos Airton Montenegro Junior e Francisco Célio Falcão, sendo hoje uma das obras públicas de referência da expressão da arquitetura modernista cearense.”
https://bece.cultura.ce.gov.br/a-bece/
A biblioteca pública é uma das instituições de cultura mais antigas sendo criada no Império. Passando por várias fases, teve sua última reinauguração em 2019, depois de 7 anos de reforma, com um novo nome: BECE. Ficou de 1978 até 2019 com o nome:
Ao longo de sua trajetória, a Biblioteca passou por diversos endereços em 1975, após 108 anos de sua criação, no Governo do Cel. César Cals de Oliveira Filho, ganhou sede própria projetada pelos arquitetos Airton Montenegro Junior e Francisco Célio Falcão, sendo hoje uma das obras públicas de referência da expressão da arquitetura modernista cearense.”
https://bece.cultura.ce.gov.br/a-bece/
A biblioteca pública é uma das instituições de cultura mais antigas sendo criada no Império. Passando por várias fases, teve sua última reinauguração em 2019, depois de 7 anos de reforma, com um novo nome: BECE. Ficou de 1978 até 2019 com o nome:
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“Assim como em outras regiões do Brasil, o movimento
abolicionista no Ceará se inicia na segunda metade do século
XIX, tendo a sua mais atuante sociedade abolicionista sido
fundada em 1880, a Sociedade Cearense Libertadora. Junto com
as ações da Sociedade Libertadora, que congregava
principalmente a elite econômica e intelectual, o pioneirismo
cearense foi possível graças, sobretudo, à coragem de um
homem de origem humilde, pardo, jangadeiro e abolicionista:
Francisco José do Nascimento, o Dragão do Mar ou Chico da
Matilde.”
https://www.gov.br/palmares/ptbr/assuntos/noticias/muito-alem-do-13-de-maio-ha-135-anos-o-cearatornava-se-a-primeira-provincia-brasileira-a-abolir-a-escravidão.
O Ceará foi o estado pioneiro a abolir a escravidão 4 anos antes da Lei Áurea, em 1888. O movimento abolicionista contou com vários grupos de elite e da classe trabalhadora. Temos como representante o Dragão Mar, que teve uma atitude decisiva para a abolição em 1881. Estamos falando da:
https://www.gov.br/palmares/ptbr/assuntos/noticias/muito-alem-do-13-de-maio-ha-135-anos-o-cearatornava-se-a-primeira-provincia-brasileira-a-abolir-a-escravidão.
O Ceará foi o estado pioneiro a abolir a escravidão 4 anos antes da Lei Áurea, em 1888. O movimento abolicionista contou com vários grupos de elite e da classe trabalhadora. Temos como representante o Dragão Mar, que teve uma atitude decisiva para a abolição em 1881. Estamos falando da:
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“Tinha Fortaleza o aspecto de sombria desolação. A tristeza
e o luto entravam em todos os lares. O comercio
completamente paralisado dava às ruas mais públicas a feição
de uma terra abandonada. Os transeuntes que se viam eram
vestidos de preto ou eram mendigos saídos dos lazaretos com
os signais recentes de bexiga confluente que lhes esburacou a
cara e deformou o nariz.”
TEOFILO, Rodolfo, Varíola e Vacinação no Ceará. Fortaleza, Oficinas do Jornal o Ceará, 1904, pág. 23.
De acordo com a citação acima, Fortaleza estava passando por uma epidemia de Varíola juntamente com uma grande seca que resultou no chamado “dia dos mil mortos.” Estamos falando da Seca de:
TEOFILO, Rodolfo, Varíola e Vacinação no Ceará. Fortaleza, Oficinas do Jornal o Ceará, 1904, pág. 23.
De acordo com a citação acima, Fortaleza estava passando por uma epidemia de Varíola juntamente com uma grande seca que resultou no chamado “dia dos mil mortos.” Estamos falando da Seca de:
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“Um dos objetivos básicos da História é compreender o
tempo vivido de outras épocas e converter o passado em
‘nossos tempos’. A História propõe-se reconstruir os tempos
distantes da experiência do presente e assim transformá-los em
tempos familiares para nós.”
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez, 2008, pag. 204.
Sobre o tempo que o historiador trabalha, podemos afirmar que:
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez, 2008, pag. 204.
Sobre o tempo que o historiador trabalha, podemos afirmar que:
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Em 1968, o Prefeito José Walter Cavalcante faz a demolição
completa da praça e ergue uma coisa esquisita com canteiros
altos em forma de caixões, interceptando a vista horizontal de
tal modo que quem estivesse de um lado não enxergava o outro
lado. Como era no tempo da ditadura militar, muita gente
achava que aquelas paliçadas de cimento armado eram para
evitar aglomeração no centro da praça e dificultar os comícios e
mobilizações de protesto. O bate-papo vespertino, os bancos
parlamentares e o convescote dos aposentados... tudo isso
finou. Os cronistas e historiadores consideram que o Dr. José
Walter, querendo ou não, decretou a morte da praça.
LEITÃO, Juarez. A Praça do Ferreira - República do Ceará Moleque. 2002, p. 27.
No ano de 2024, completa 60 anos do Regime Militar implantado no Brasil, marcando 20 anos de governo autoritário. Muitas mudanças aconteceram no âmbito político e econômico e nos espaços também. Temos um exemplo colocado na citação acima que fala da Praça do Ferreira, que foi modificada supostamente para conter os protestos.
Sobre as mudanças da Praça do Ferreira, podemos considerar que:
LEITÃO, Juarez. A Praça do Ferreira - República do Ceará Moleque. 2002, p. 27.
No ano de 2024, completa 60 anos do Regime Militar implantado no Brasil, marcando 20 anos de governo autoritário. Muitas mudanças aconteceram no âmbito político e econômico e nos espaços também. Temos um exemplo colocado na citação acima que fala da Praça do Ferreira, que foi modificada supostamente para conter os protestos.
Sobre as mudanças da Praça do Ferreira, podemos considerar que:
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“Acontece nesta segunda-feira, 1°, na Praça do Ferreira, a
35° edição do Festival de Mentiras. O evento busca ressaltar a
cultura de irreverência tão presente na história da Capital que
vaiou o sol em 1942. O momento marca a abertura do mês do
Humorista.”
https://www.opovo.com.br/vidaearte/2024/04/01/ festival-na-praca-do-ferreira-premia-o-mentiroso-do-ano.
O jornal O Povo divulgou o Festival da Mentira, evento tradicional da cidade, que marca a nossa cultura do bom humor. Esse evento acontece embaixo de uma árvore que também faz parte da nossa identidade. É o chamado:
https://www.opovo.com.br/vidaearte/2024/04/01/ festival-na-praca-do-ferreira-premia-o-mentiroso-do-ano.
O jornal O Povo divulgou o Festival da Mentira, evento tradicional da cidade, que marca a nossa cultura do bom humor. Esse evento acontece embaixo de uma árvore que também faz parte da nossa identidade. É o chamado:
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“(...) Antônio Sales, em depoimento posterior, afirmou que
de início se posicionara contra a insistente ideia de Sabino e
Ulisses de se criar um grêmio literário, pois temia que se
fundasse mais uma sociedade como tantas anteriores com
caráter formal de uma academia -mirim, burguesa, retórica e
quase burocrática. Sales queria algo original, um tanto
escandaloso, que sacudisse o nosso meio e tivesse repercussão
lá fora.”
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 164-65.
O século XIX em Fortaleza foi caracterizado por movimentações artísticas e literárias. Na última década do século, jovens se reuniram para formar um grêmio literário com críticas aos estrangeirismos, tradição, sendo antecessores da Semana de Arte Moderna em 30 anos. Estamos falando da:
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 164-65.
O século XIX em Fortaleza foi caracterizado por movimentações artísticas e literárias. Na última década do século, jovens se reuniram para formar um grêmio literário com críticas aos estrangeirismos, tradição, sendo antecessores da Semana de Arte Moderna em 30 anos. Estamos falando da:
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“Por décadas, uma historiografia mais antiga, do final do
século XX, considerou a atual Barra do (rio) Ceará como local
onde ‘nascera’ a capital cearense, atribuindo o ‘feito’ à Martins
Soares Moreno e ao Forte de São Sebastião – daí, inclusive, o
porquê no livro Iracema (1865), de Jose de Alencar, a referência
ao ‘Guerreiro Branco’ Martim, cujas relações com a índia teria
dado origem ao povo cearense”.
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 26.
A discussão em torno do local onde nascera Fortaleza foi questionada em 1965, pelo historiador Raimundo Girão, que atribuiu como marco inicial o:
FARIAS, Ailton. História do Ceará. Fortaleza, Armazém da Cultura, 2012, pág. 26.
A discussão em torno do local onde nascera Fortaleza foi questionada em 1965, pelo historiador Raimundo Girão, que atribuiu como marco inicial o:
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“São intensos os debates acerca dos pressupostos de uma
apreensão objetiva dos acontecimentos vividos no calor do
momento, de um presente que envolve emocionalmente quem
o analisa e que constitui, por essa razão, uma história
descartada por muitos historiadores.”
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez: 2008, pág. 151.
Bittencourt nos coloca a discussão sobre um método de pesquisa da História. Ela se refere à:
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e métodos. São Paulo; Cortez: 2008, pág. 151.
Bittencourt nos coloca a discussão sobre um método de pesquisa da História. Ela se refere à:
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“O tempo dos historiadores, portanto, é sempre um tempo
humano. Ele não é o tempo dos físicos dos astrônomos.
Tampouco é o tempo dos calendários ou mera cronologia, ainda
que destes modos de situar o tempo objetivamente o
historiador precise se valer no decorrer de suas narrativas e
análises historiográficas.”
BARROS. José D’ Assunção. O tempo dos historiadores. Petrópolis, RJ; Vozes, 2013, págs. 14-15.
Na citação acima, Barros conceitua o tempo dos historiadores. Para pensar o tempo histórico precisamos ainda de conceitos auxiliares da História. Estamos nos referindo à:
BARROS. José D’ Assunção. O tempo dos historiadores. Petrópolis, RJ; Vozes, 2013, págs. 14-15.
Na citação acima, Barros conceitua o tempo dos historiadores. Para pensar o tempo histórico precisamos ainda de conceitos auxiliares da História. Estamos nos referindo à:
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