Foram encontradas 32.320 questões.
No que se refere a técnicas de amostragem, julgue o item que se segue.
Considerando a população de trabalhadores de fábricas de roupas em determinada região, a seleção aleatória de algumas fábricas para se medir as características dos seus trabalhadores representa uma amostragem aleatória simples dos trabalhadores de fábricas de roupas da região.
Provas
No que se refere a técnicas de amostragem, julgue o item que se segue.
Em uma amostragem aleatória simples, qualquer amostra de determinado tamanho terá a mesma probabilidade de ser escolhida.
Provas
No que se refere a técnicas de amostragem, julgue o item que se segue.
Em uma população que se divide em estratos, não é possível obter resultados significativos para as inferências feitas a partir de uma amostragem aleatória simples, portanto, isso implica que se deve necessariamente escolher amostras estratificadas.
Provas
No que se refere a técnicas de amostragem, julgue o item que se segue.
O tipo de amostragem é sistemático se, em uma linha de produção, a cada 50 itens produzidos, o último é retirado para fazer uma amostra semanal e medir a quantidade de itens com defeitos; porém, se os itens retirados forem estatisticamente descorrelacionados, as propriedades de avaliação de erros inferenciais desse tipo de amostragem devem ser consideradas como equivalentes a amostragens aleatórias.
Provas
No que se refere a técnicas de amostragem, julgue o item que se segue.
Em uma amostragem estratificada, deve-se fixar a probabilidade de escolher um elemento do estrato como igual à porcentagem do estrato em relação à população.
Provas
Para uma variável aleatória X e um parâmetro \( \theta \) , associado à distribuição de probabilidade de X , pode-se utilizar um estimador \( \hat{ \theta} \) para testar a hipótese do parâmetro \( \theta \) assumir um valor específico \( \theta_0 \). A fim de construir um teste, é necessário conhecer a distribuição do estimador, que definirá uma estatística de teste, e supor como hipótese nula, H0, a hipótese de que \( \theta = \theta_0 \). Para esse teste, existem dois tipos de erros: tipo I, rejeitar a hipótese H0 quando ela é verdadeira; tipo II, não rejeitar a hipótese H0 quando ela é falsa.
Com base nessas informações, julgue o seguinte item.
Testes com probabilidade de erro de tipo I pequenos são significativos para provar a falsidade de hipótese nula H0.
Provas
Para uma variável aleatória X e um parâmetro \( \theta \) , associado à distribuição de probabilidade de X , pode-se utilizar um estimador \( \hat{ \theta} \) para testar a hipótese do parâmetro \( \theta \) assumir um valor específico \( \theta_0 \). A fim de construir um teste, é necessário conhecer a distribuição do estimador, que definirá uma estatística de teste, e supor como hipótese nula, H0, a hipótese de que \( \theta = \theta_0 \). Para esse teste, existem dois tipos de erros: tipo I, rejeitar a hipótese H0 quando ela é verdadeira; tipo II, não rejeitar a hipótese H0 quando ela é falsa.
Com base nessas informações, julgue o seguinte item.
Em alguns casos, dependendo do tipo de distribuição para o estimador \( \hat{ \theta} \) , é possível definir erros muito pequenos para os dois tipos de erros.
Provas
Para uma variável aleatória X e um parâmetro \( \theta \) , associado à distribuição de probabilidade de X , pode-se utilizar um estimador \( \hat{ \theta} \) para testar a hipótese do parâmetro \( \theta \) assumir um valor específico \( \theta_0 \). A fim de construir um teste, é necessário conhecer a distribuição do estimador, que definirá uma estatística de teste, e supor como hipótese nula, H0, a hipótese de que \( \theta = \theta_0 \). Para esse teste, existem dois tipos de erros: tipo I, rejeitar a hipótese H0 quando ela é verdadeira; tipo II, não rejeitar a hipótese H0 quando ela é falsa.
Com base nessas informações, julgue o seguinte item.
Se o estimador \( \hat{ \theta} \) tem intervalo de aceitação com probabilidade 1 − a, então a probabilidade do erro de tipo I será \( \alpha \).
Provas
Para uma variável aleatória X e um parâmetro \( \theta \) , associado à distribuição de probabilidade de X , pode-se utilizar um estimador \( \hat{ \theta} \) para testar a hipótese do parâmetro \( \theta \) assumir um valor específico \( \theta_0 \). A fim de construir um teste, é necessário conhecer a distribuição do estimador, que definirá uma estatística de teste, e supor como hipótese nula, H0, a hipótese de que \( \theta = \theta_0 \). Para esse teste, existem dois tipos de erros: tipo I, rejeitar a hipótese H0 quando ela é verdadeira; tipo II, não rejeitar a hipótese H0 quando ela é falsa.
Com base nessas informações, julgue o seguinte item.
Testes de hipótese nulas com probabilidade de erro de tipo II muito pequenos são muito significativos para provar a verdade da hipótese nula.
Provas
Um modelo de regressão linear entre uma variável aleatória (dependente) e uma variável não aleatória X (independente) é definido por \( Y = \beta_0 + \beta_1 X + \varepsilon \), em que \( \varepsilon \), denominado erro aleatório, é uma variável aleatória independente de \( X \) com média \( E( \varepsilon) = 0 \) e desvio padrão \( Var( \varepsilon) = \sigma^2 \). Um modelo de regressão linear é essencialmente um modelo para a probabilidade condicional de Y com relação a X, denotada por P(Y|X); ele é chamado de simples se - for uma variável aleatória gaussiana. Fixando-se n valores \( X_1, X_2, \cdots, X_n \) para a variável independente X, pode-se definir n variáveis aleatórias \( Y_i = \beta_0 + \beta_1 X_i + \varepsilon_i \), com \( i =1, \cdots, n \). Pelo método dos mínimos quadrados, é possível obter estimadores \( \hat{ \beta_0} \) e \( \hat{ \beta_1} \) para os parâmetros \( \beta_0 \) e \( \beta_1 \) e definir o \( \hat{Y_i} = \hat{ \beta_0} + \hat{ \beta_1} X_i \) como o estimador para \( Y_i \). Nesse contexto, são definidos os erros, denominados resíduos, como \( Y_i - \hat{Y_i} = e_i \), a soma dos quadrados dos resíduos \( SQE = \sum_i e_i^2 \), a soma dos quadrados totais e a soma dos quadrados totais \( SQT = \sum_i ( Y_i - \bar{Y})^2 \) e a soma dos quadrados de regressão \( SQR = \sum_i ( \hat{Y_i} - \bar{Y})^2 \), com \( \bar{Y} = \sum_i Y_i/n \).
Com base nessas informações, julgue o próximo item, considerando uma variável T, com média nula e desvio padrão unitário, definida por uma distribuição t de Student com 30 graus de liberdade, que tenha o seguinte intervalo com probabilidade de 0,95: \( P(−2,042 < 1 < 2,042) = 0,95. \)
O coeficiente de determinação para um modelo de regressão linear é definido como r2= (SQT − SQE)/SQT e sua raiz quadrada corresponde ao coeficiente de correlação linear entre as variáveis Y e X .
Provas
Caderno Container