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Respondida
A Constituição Federal em seu artigo 5° , inciso LVIII reza
que “o civilmente identificado não será submetido a identificação
criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei". A
Lei n° 12.037, de 1° de outubro de 2009, regulamentando o
dispositivo constitucional, dentre outras previsões, admite
Respondida
O Juizado Especial Criminal, provido por juízes togados
ou togados e leigos, tem competência para a conciliação,
o julgamento e a execução das infrações penais de menor
potencial ofensivo, respeitadas as regras de conexão
e continência. Consideram-se infrações de menor potencial
ofensivo, para efeitos da Lei nº
9.099/95:
Respondida
Com relação ao Princípio Constitucional da Publicidade,
com correspondência no Código de Processo Penal, é
correto afirmar que
A
a publicidade ampla e a publicidade restrita não constituem
regras de maior ou menor valor no processo
penal, cabendo ao poder discricionário do juiz a preservação
da intimidade dos sujeitos processuais.
B
a publicidade restrita tem regramento pela legislação infraconstitucional e não foi recepcionada pela
Constituição Federal, que normatiza a publicidade
ampla dos atos processuais como garantia absoluta
do indivíduo.
C
de acordo com o artigo 93, inciso IX, da Constituição
Federal, com nova redação dada pela EC 45/2004,
os atos processuais serão públicos, sob pena de
nulidade, cabendo ao juiz limitar a presença, nas
audiências, de partes e advogados.
D
a publicidade restrita é regra geral dos atos processuais,
ao passo que a publicidade ampla é exceção e
ocorre nas situações expressas em lei, dependendo
de decisão judicial no caso concreto.
E
a publicidade ampla é regra geral dos atos processuais,
ao passo que a publicidade restrita é exceção
e ocorre nas situações expressas em lei, dependendo
de decisão judicial no caso concreto.
Respondida
O juiz dar-se-á por suspeito
A
ainda que a parte, propositadamente, no curso processual,
der motivo para criar a suspeição.
B
independentemente da arguição da parte, por
declaração escrita, nos autos, apontando os motivos
legais de sua suspeição.
C
se for amigo íntimo ou inimigo capital de advogado
da parte e perito judicial.
D
e praticará atos urgentes até nomeação de substituto
legal, em homenagem ao princípio da celeridade
processual.
E
por motivo de foro íntimo, por declaração escrita,
nos autos, apontando os motivos legais de sua
suspeição.
Respondida
XISTO, querelante em ação penal privada, ao término
da instrução e representado por advogado constituído,
requereu a absolvição de CRISTÓVÃO, querelado. Deve
o juiz
A
determinar a extração de peças processuais e o encaminhamento
à autoridade policial, para apuração da
prática, pelo querelante, de denunciação caluniosa.
B
designar audiência para tentativa de conciliação das
partes, em homenagem ao princípio da intervenção
mínima.
C
considerar perempta a ação penal, porque o querelante
deixou de formular pedido de condenação nas
alegações finais.
D
encaminhar os autos em vista ao Ministério Público,
titular da ação penal, para manifestação de interesse
na produção de outras provas.
E
absolver CRISTÓVÃO, com fundamento no artigo
386, inciso VII, do Código de Processo Penal.
Respondida
Na produção de prova testemunhal, com relação ao
método direto e cruzado, previsto no artigo 212, do Código
de Processo Penal, com nova redação dada pela
Lei nº
11.690/08, afirma-se que
A
é utilizado com reservas porque enfraquece o contraditório
e o poder instrutório do juiz, além de afrontar
os princípios da ampla defesa e do contraditório.
B
a testemunha é inquirida, inicialmente, por quem a
arrolou e, após, submetida ao exame cruzado pela
parte contrária, cabendo ao juiz indeferir perguntas
impertinentes e repetitivas e completar a inquirição.
C
é sistema de inquirição idêntico ao desenvolvido
em plenário do júri e explicitado pelo artigo 473 do
Código de Processo Penal.
D
é regra de exceção na inquirição de testemunha na
segunda fase da persecução penal, condicionada ao
requerimento prévio das partes e deferimento judicial.
E
após a complementação do juiz, ao qual se dirige a
prova produzida, encerra-se a oitiva, sem possibilidade
de reperguntas pelas partes.
Respondida
Com relação ao Habeas Corpus , é correto afirmar que
A
habeas corpus liberatório confere tutela cautelar,
destinada a evitar lesão à liberdade de locomoção, o
que o difere do habeas corpus preventivo, voltado a
impedir a convalidação da ordem ilegal.
B
não se admite o habeas corpus , por ausência de
ameaça à liberdade de locomoção, na hipótese em
que somente imposta pena restritiva de direitos.
C
se vislumbra possibilidade jurídica no pedido de concessão
de ordem em habeas corpus para atacar o
mérito de prisões disciplinares militares, por força do
artigo 142, parágrafo 2º
, da Constituição Federal.
D
não se admite o habeas corpus para atacar ilegalidade
decorrente da imposição de medidas cautelares
alternativas à prisão preventiva.
E
não se admite habeas corpus , por ausência de
ameaça à liberdade de locomoção, na hipótese em
que somente imposta pena de multa.
Respondida
Com relação ao pedido de interceptação telefônica,
disciplinado pela Lei nº
9.296/96, assinale a alternativa
correta.
A
Poderá ser formulado verbalmente, desde que presentes
os pressupostos autorizadores e demonstrada
a excepcionalidade da situação, caso em que a concessão
será reduzida a termo.
B
Na investigação criminal, será formulado ao representante
do Ministério Público, e na instrução
processual penal, ao juiz, com prazo de 24 horas
para decisão.
C
Deferido o pedido, o juiz conduzirá os procedimentos
de interceptação, dando ciência ao Ministério Público,
que poderá acompanhar a sua realização.
D
Conterá prova de materialidade e indícios de autoria
ou participação em crime apenado com detenção ou
reclusão, além de demonstração da indispensabilidade
do meio de prova.
E
Na decisão de deferimento, será consignado, para
a execução da diligência, o prazo de 30 (trinta) dias,
prorrogável por uma vez, comprovada a indispensabilidade
do meio de prova.
Respondida
No que se refere aos Juizados Especiais Criminais, nos
termos da Lei nº 9.099/95, é correto afirmar que da decisão
A
de rejeição da denúncia ou queixa caberá recurso
em sentido estrito, que poderá ser julgado por turma
composta de três Juízes em exercício no primeiro
grau de jurisdição, reunidos na sede do Juizado e
da sentença caberá apelação, que será julgada necessariamente
pela Câmara Especial do Tribunal de
Justiça do Mato Grosso do Sul, composta de três Desembargadores.
B
de rejeição da denúncia ou queixa caberá recurso
em sentido estrito e da sentença caberá apelação,
que será julgada necessariamente pela Câmara Especial
do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul,
composta de três Desembargadores.
C
de rejeição da denúncia ou queixa caberá recurso
em sentido estrito e da sentença caberá apelação,
que poderá ser julgada por turma composta de três
Juízes em exercício no primeiro grau de jurisdição,
reunidos na sede do Juizado.
D
de rejeição da denúncia ou queixa e da sentença
caberá apelação, que será julgada necessariamente
pela Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Mato
Grosso do Sul, composta de três Desembargadores.
E
de rejeição da denúncia ou queixa e da sentença
caberá apelação, que poderá ser julgada por Turma
composta de três Juízes em exercício no primeiro
grau de jurisdição, reunidos na sede do Juizado.
Respondida
Nos termos da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal,
o processo e julgamento do habeas corpus impetrado
contra ato ilegal da Turma recursal compete ao