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Conforme a Lei nº 13.445/2017, art. 14, para o imigrante que pretenda vir ao Brasil para frequentar curso regular ou realizar estágio ou intercâmbio de estudo ou de pesquisa poderá ser concedido o visto
 

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De acordo com o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional,
 

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3740415 Ano: 2025
Disciplina: Direito Internacional Público
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
“Considerados como habitantes de um planeta tão grande, a ponto de ser necessária a existência de diferentes povos, existem leis na relação que estes povos possuem entre si; é o Direito das Gentes” (Montesquieu, 2000).

Segundo Montesquieu, o direito mencionado defende que
 

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3736113 Ano: 2025
Disciplina: Direito Internacional Público
Banca: IADES
Orgão: CRMV-PI
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Texto para responder à questão.

A Inteligência Artificial (IA) representa uma

oportunidade única para impulsionar o desenvolvimento em

direção a um futuro mais equitativo, promovendo a

inovação, aumentando a produtividade, avançando práticas

sustentáveis e melhorando a vida das pessoas em todo o

planeta de maneira concreta.

Para atingir esse objetivo, a governança global da IA

deve mitigar riscos potenciais e atender às necessidades de

todos os países, especialmente os do Sul Global. Ela deve

operar conforme estruturas regulatórias nacionais e a Carta

das Nações Unidas, respeitar a soberania, bem como ser

representativa, orientada para o desenvolvimento, acessível,

inclusiva, dinâmica, responsiva, fundamentada na proteção

de dados pessoais, nos direitos e interesses da humanidade,

na segurança, na transparência, na sustentabilidade e

conducente à superação das crescentes brechas digitais e de

dados, dentro de e entre os países. É necessário um esforço

global coletivo para estabelecer uma governança de IA que

represente nossos valores compartilhados, mitigue riscos,

construa confiança e garanta colaboração e acesso

internacional amplo e inclusivo, incluindo capacitação para

países em desenvolvimento, com as Nações Unidas no

centro.

A proliferação de iniciativas de governança e as

visões divergentes na coordenação multilateral em nível

internacional podem agravar as assimetrias existentes e a

lacuna de legitimidade da governança global em questões

digitais, erodindo ainda mais o multilateralismo.

De forma a apoiar debate construtivo em direção a

uma abordagem mais equilibrada, nós, os líderes do BRICS,

concordamos com um conjunto de diretrizes para promover

o desenvolvimento, a implantação e o uso responsável de

tecnologias de IA para o desenvolvimento sustentável e o

crescimento inclusivo. Essas diretrizes, que se referem

estritamente ao uso da IA no domínio não militar, devem ser

aplicadas por meio das estruturas nacionais ou

internacionais aplicáveis, bem como por meio do

desenvolvimento de padrões e protocolos interoperáveis, em

processos inclusivos, transparentes e baseados em consenso.

Declaração dos Líderes do Brics sobre Governança Global da Inteligência Artificial. Disponível em: https://brics.br/pt-br/documentos/documentos-da-presidencia-brasileira. Acesso em: 6 jul. 2025.

De acordo com o texto, o papel das Nações Unidas na governança global da IA consiste em
 

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3733633 Ano: 2025
Disciplina: Direito Internacional Público
Banca: CONSULPAM
Orgão: CONAB
Um sistema de refrigeração absorção de NH3-H2O opera com o gerador a 127 °C e o absorvedor a 27 °C. O evaporador está a −23 °C e o condensador a 37 °C. Portanto, o COP máximo teórico para este ciclo é: (Use 0 °C=273 K).
 

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3733091 Ano: 2025
Disciplina: Direito Internacional Público
Banca: FGV
Orgão: TJ-ES
Seguindo os passos da sua irmã, Lucas, brasileiro, resolveu se estabelecer, definitivamente, no exterior, mais especificamente na cidade de Assunção, no Paraguai, país vizinho da República Federativa do Brasil.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 13.445/2017, Lucas, na qualidade de brasileiro que se estabeleceu, definitivamente, no exterior, é considerado um:
 

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3733059 Ano: 2025
Disciplina: Direito Internacional Público
Banca: FGV
Orgão: TJ-CE
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Maria, Joana e Andrea realizaram um debate em relação à possível existência de mecanismos não convencionais de proteção dos Direitos Humanos no plano do Direito Internacional Público, que poderiam acarretar consequências diretas para o Estado de Direito responsável por violações a esses direitos.
Maria afirmou que o reconhecimento da soberania estatal é a base de desenvolvimento do Direito Internacional Público, logo, a existência dos referidos mecanismos seria uma contradictio in terminis.
Joana defendeu que violações massivas a esses direitos poderiam acarretar, no extremo, o uso da força pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Andrea, por fim, defendeu que os mecanismos não convencionais existem e são operativos, mas devem observar o requisito da exaustão das vias internas.

Em relação às assertivas de Maria, Joana e Andrea concluiu-se, corretamente, que
 

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3722917 Ano: 2025
Disciplina: Direito Internacional Público
Banca: PGR
Orgão: MPU
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No que se refere ao ingresso, permanência e saída de estrangeiros do território brasileiro, conforme a Lei nº 13.445/2017 (Lei de Migração), a Constituição Federal e os tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil, assinale a alternativa correta:
 

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3722915 Ano: 2025
Disciplina: Direito Internacional Público
Banca: PGR
Orgão: MPU
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Em 2025, o Estado de Lurânia, que ratificou o Estatuto de Roma em 2005, é acusado de promover, em seu território, a deportação em massa e o extermínio de uma minoria étnica, condutas que, segundo organizações internacionais, configuram crimes contra a humanidade e genocídio.

A Procuradoria do Tribunal Penal Internacional (TPI), a partir de representação feita por uma Organização Não Governamental (ONG), decide iniciar investigações preliminares. O Estado de Lurânia protesta, afirmando que já instaurou investigações internas sobre os fatos e que o TPI não tem competência para atuar, sob os seguintes fundamentos:

• O Estatuto de Roma não pode ser aplicado a fatos anteriores à sua entrada em vigor para Lurânia, ocorrida em 2005.
• O genocídio, dada a sua natureza permanente, admite a competência retroativa do TPI.
• A atuação do TPI viola o princípio da soberania nacional, visto que Lurânia está investigando os fatos por meio de seus próprios órgãos judiciais.

Considerando apenas as normas do Estatuto de Roma, assinale a alternativa correta:
 

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3722913 Ano: 2025
Disciplina: Direito Internacional Público
Banca: PGR
Orgão: MPU
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Em 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou, por unanimidade, a Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio. Tanto Israel quanto a África do Sul ratificaram a Convenção sem reservas. Em 29 de dezembro de 2023, a África do Sul submeteu à Corte Internacional de Justiça (CIJ) um pedido de indicação de medidas provisórias em face de Israel, alegando violações à Convenção do Genocídio em razão da atuação israelense na Faixa de Gaza. Considerando o papel da CIJ e as obrigações decorrentes da Convenção do Genocídio, assinale a alternativa incorreta:
 

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