Foram encontradas 60 questões.
Qual dos procedimentos a seguir é o mais adequado para
garantir o uso correto de micropipetas em técnicas
laboratoriais de rotina?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em laboratórios de pesquisa, as curvas de calibração são
essenciais para a quantificação de substâncias em diferentes
tipos de análises. Assinale a alternativa correta sobre as
curvas de calibração.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para a publicação de um artigo científico, algumas
informações são obrigatórias para garantir a transparência e a
credibilidade da pesquisa, enquanto outras não precisam ser
apresentadas. Assinale a alternativa que apresenta uma
informação que não tem obrigatoriedade de ser divulgada em
um artigo científico:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A integridade acadêmica exige que a autoria de um trabalho
científico seja atribuída de maneira justa e transparente.
Assinale a alternativa que descreve corretamente um tipo de
fraude na autoria.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças
nas políticas de moderação de suas plataformas, muitos
educadores, comunicadores e jornalistas presentes nos
diferentes grupos dos quais faço parte começaram a
questionar a eficácia da Educação Midiática. O que podemos
diante de um Musk e um Zuckerberg? De que adianta educar
para a checagem de notícias se agora “abriram-se as
porteiras” e nenhum de nós vai dar conta de distinguir o que é
verdadeiro ou falso, de remover conteúdos agressivos,
preconceituosos, de construir referenciais seguros para
obtermos informações íntegras e confiáveis? É enxugar gelo,
nadar contra a corrente, melhor a gente se preparar para viver
no caos, diziam alguns, já ameaçando sair de vez das redes,
boicotar a Meta, banir o digital de vez do seu cotidiano.
Entendo a Educação Midiática como um importante e potente
elemento para que possamos lidar com todos os desafios
presentes no mundo digital – e de resto, no mundo real, que o
reflete. Ela é uma alternativa viável e segura que todos nós,
que desejamos continuar a viver civilizadamente em
sociedade, podemos tomar em nossas mãos. Se as chamadas
big techs nos abandonam à própria sorte, cabe a cada um de
nós entender qual é o nosso papel nesse ecossistema.
Adaptado de: Januária Cristina Alves. “Novas diretrizes da Meta: será o
fim da Educação Midiática?” Nexo Jornal. 16 de janeiro de 2025.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela
olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso
assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas,
indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas,
interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo,
botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que
eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos
pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como
passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu.
Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros
ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo
funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos
como queremos nos sentir. Queremos acordar com um
sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos
ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos
passar momentos agradáveis com nossa família, com uma
sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado
descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos
sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos
que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca
da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de
compreender (graças aos monitores contínuos de glicose),
afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia
nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar
a partir do momento em que conseguimos controlá-la.
Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os
níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André
Fontenelle. Objetiva, 2022.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela
olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso
assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas,
indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas,
interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo,
botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que
eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos
pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como
passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu.
Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros
ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo
funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos
como queremos nos sentir. Queremos acordar com um
sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos
ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos
passar momentos agradáveis com nossa família, com uma
sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado
descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos
sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos
que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca
da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de
compreender (graças aos monitores contínuos de glicose),
afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia
nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar
a partir do momento em que conseguimos controlá-la.
Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os
níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André
Fontenelle. Objetiva, 2022.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela
olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso
assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas,
indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas,
interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo,
botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que
eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos
pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como
passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu.
Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros
ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo
funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos
como queremos nos sentir. Queremos acordar com um
sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos
ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos
passar momentos agradáveis com nossa família, com uma
sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado
descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos
sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos
que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca
da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de
compreender (graças aos monitores contínuos de glicose),
afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia
nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar
a partir do momento em que conseguimos controlá-la.
Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os
níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André
Fontenelle. Objetiva, 2022.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma Unidade tem 8 Professores Titulares, todos membros
natos da Congregação. O número de representantes dos
Professores Associados e dos Professores Doutores é,
respectivamente,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Aproximando-se as inscrições para Diretor de um Instituto, a
comunidade local sabe que Lucas, Ana e Maria pretendem ser
candidatos, tendo como candidatos a Vice-Diretor,
respectivamente, Sara, Lia e Marcos. Sabendo que Marcos é
Professor Associado 2 e todos os demais são Professores
Titulares, é possível afirmar que a Chapa Maria e Marcos
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container