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Mulher, 34 anos de idade, procura o ambulatório de planejamento familiar com o desejo de iniciar pílula combinada. Tem história pessoal de enxaqueca com aura há 5 anos, com tratamento irregular. O médico explica sobre os riscos e orienta que o método é contraindicado nesse caso, porém a paciente insiste em utilizar. A conduta ética, nesse caso, é
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Mulher, 22 anos de idade, queixa-se de dor pélvica com piora há 5 dias. Apresenta também corrimento genital com odor fétido e febre. Utiliza DIU de cobre como método contraceptivo. Exame físico: PA = 100x60 mmHg; FC = 98 bpm; T = 38,5 °C; dor à palpação em hipogástrio e à mobilização do colo uterino. Ultrassonografia transvaginal: DIU normoposicionado, imagem sugestiva de abscesso tubo-ovariano à esquerda de 2 cm. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta a conduta adequada nesse momento.
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Mulher, 19 anos de idade, procura atendimento com queixa de corrimento amarelado e dispareunia de profundidade. Teve quatro parceiros sexuais nos últimos 6 meses. Exame físico: PA 110x80 mmHg; FC 80 bpm; afebril. Exame especular: colo friável com saída de secreção mucopurulenta. Toque vaginal: colo não doloroso à mobilização. Em relação ao caso clínico, assinale a alternativa correta.
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Idosa, 75 anos, apresenta quadro de disúria persistente, com dispareunia, secura vaginal e infecções urinárias de repetição (3 nos últimos 6 meses). Sem sintomas sistêmicos no momento. Nega internações no último ano. Ativa, independente para atividades de vida diária. Exame atual de urina sem alterações, urocultura negativa. US rins e vias urinárias evidenciando cistos simples renais bilaterais (Bosniak I), o maior medindo 1 cm.
Qual seria a melhor conduta para essa paciente?
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Você atende uma idosa de 79 anos, hipertensa controlada, diabética, com insuficiência cardíaca, fibrilação atrial, doença arterial coronariana com angioplastia há cinco anos e osteoporose. Durante a consulta de rotina, a filha reclama que a paciente toma muitos remédios e questiona se não seria possível suspender algum deles. Paciente deambula sem apoio, porém apresenta risco de queda elevado devido à instabilidade postural. Alimentação rica em carboidratos e laticínios. Há um ano com fratura de colo de fêmur após queda da própria altura. Nega AVC, sangramentos e uso de álcool prévios. Medicações em uso: sacubitril + valsartana, dapaglifozina, espironolactona, carvedilol, clopidogrel, AAS, carbonato de cálcio. Exames de sangue demonstram boa função hepática e renal.
De acordo com o exposto, assinale a alternativa que apresenta o melhor manejo medicamentoso para essa paciente.
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Idosa de 91 anos, portadora de síndrome da fragilidade e sarcopenia, demência avançada, evoluiu com diarreia crônica, sem melhora após ajuste de dieta (retirou lactose). Evacua 3 vezes ao dia, fezes líquidas, nega sangramentos visíveis. Já realizou diversos exames de fezes e sangue com o médico gastroenterologista, e a filha diz que todos sempre estão normais. Nunca fez colonoscopia. Antecedente de hipertensão, infarto agudo do miocárdio prévio, fibrilação atrial, insuficiência cardíaca.
Considerando a funcionalidade e o prognóstico da paciente, qual é a melhor abordagem?
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Mulher, 60 anos, previamente saudável, professora aposentada, inicia há um ano quadro de declínio cognitivo progressivo, caracterizado por dificuldade de memória para fatos recentes, repetição de perguntas, desorientação esporádica em locais conhecidos e piora no desempenho de suas atividades diárias (esquecendo de pagar as contas de casa e dificuldade para preparar refeições). Há antecedente familiar de mãe com demência em idade precoce. No exame, apresenta Miniexame do Estado Mental (MEEM) de 22/30, com prejuízo em memória e funções executivas. Tomografia sem alterações relevantes.
Diante da hipótese diagnóstica de quadro demencial de início precoce e necessidade de maior esclarecimento etiológico, qual é a próxima conduta mais apropriada?
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Idosa, 84 anos, com hipertensão, fibrilação atrial, diabetes tipo 2 e osteoartrite, utiliza atualmente: losartana, metformina, apixabana e paracetamol conforme necessidade. Ela relata dor intensa nos joelhos e decide, por conta própria, adicionar ibuprofeno ao tratamento diário. Sobre interações medicamentosas relevantes nesse caso, assinale a alternativa INCORRETA.
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A respeito da síndrome da fragilidade em idosos, assinale a alternativa correta.
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Mulher de 68 anos, pós-graduada, apresenta quadro de anedonia, choro fácil, insônia, dificuldade de concentração, diminuição do interesse em realizar quase todas as suas atividades diárias com frequência. Já não quer mais ir à igreja nem cozinhar para os filhos aos finais de semana. O quadro se agravou após a morte do esposo, há um ano. Apresentou ganho ponderal no período e não está se exercitando. Nega histórico psiquiátrico prévio, alucinações e sintomas motores. Antecedentes: hipertensão e epilepsia desde a infância. Exame físico sem particularidades. Exames laboratoriais evidenciando hipovitaminose D e B12, sem demais alterações. Montreal Cognitive Assessment (MoCA) = 27 pontos; Escala de Depressão Geriátrica (GDS-15) = 10 pontos; Questionário Pfeffer: 0 pontos; Escala Katz = 0 pontos.
De acordo com o exposto, assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem para a paciente.
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