Foram encontradas 40 questões.
O responsável pelo estoque de produtos
da Prefeitura de Juazeiro tem disponível um
espaço de 30 metros cúbicos em um armazém
para guardar determinado produto. Se este
produto está acondicionado em caixas de
base retangular de 40 x 60 centímetros, com
altura de 50 centímetros, quantas caixas
destas são possíveis guardar neste local?
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Joana é viciada em comprar roupas e
calçados, tendo acumulado ao longo da vida
milhares de peças. Após realizar um
tratamento, conseguiu controlar sua
compulsão pela compra destes itens. Como
sabe que também não vai usar todas as
roupas e calçados que comprou ao longo dos
anos, vai começar a doar e vai iniciar a
doação da seguinte forma: 1º dia = 1 peça; 2º
dia = 2 peças; 3º dia = 3 peças e assim
sucessivamente, até completar 15 dias. Após
este período, vai separar mais peças e realizar
novas doações. Com base nestas
informações, quantas peças Joana se desfez
no período de 15 dias?
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Em uma pesquisa com pessoas que já
foram casadas, uma das questões era o
tempo que durou a relação e estes dados
foram: 1; 3; 3; 6; 7; 2; 4; 8; 3 e 2 anos. Com
base nestas informações, o valor da média de
duração da relação destes casais foi de:
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A Universidade Para Todos vai adquirir um
equipamento importado, este aparelho foi
cotado em Euros e seu valor é de € 1.240,00.
Se no dia da compra cada Euro valia R$ 5,23,
o valor pago na moeda brasileira é igual a:
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Mudanças climáticas e desmatamento fazem
casos de ataques de abelhas disparar no país
Nos quatro primeiros meses de 2023,
mais de 100 pessoas foram atendidas em
hospitais públicos do país com picadas de
abelhas, segundo o Ministério da Saúde – 68% a
mais que no mesmo período do ano passado.
O ataque de abelhas tirou a vida de Emily
Carolina Martins Timoteo, de cinco anos. O corpo foi
enterrado no cemitério de Araçaí, na região central de
Minas Gerais. Os parentes contaram que ela não
demonstrava reações ao sentir dor e nem sabia se
expressar. Os avós da Emily disseram que
encontraram a menina desmaiada nos fundos do sítio.
A criança foi levada para o hospital. Segundo o médico
que atendeu a Emily, ela sofreu uma parada cardíaca,
mas a equipe não conseguiu reanimá-la. O corpo tinha
vários ferimentos de picada de abelha.
Em maio, moradores de um bairro de Belo
Horizonte ficaram assustados com dois ataques
seguidos de abelhas. Minas Gerais é o estado
com maior número de internações neste ano. Em
seguida, vêm São Paulo e Santa Catarina. Em
março, Severino Paulo, de 47 anos, fazia uma
trilha na região metropolitana do Recife quando
foi atacado. Chegou a ser socorrido por
moradores, mas morreu antes de ser atendido.
O especialista Henrique Paprocki explica
que as abelhas mais comuns no Brasil são as
africanizadas, espécie híbrida de origem africana
e europeia. Elas costumam ser mais agressivas.
As mudanças climáticas com mais dias secos e a
redução das áreas verdes têm aumentado o risco
de ataque. “Essas abelhas se espalharam por
toda a América do Sul, então elas estão no
campo e na cidade. Mas, na cidade, nós temos
um adensamento de pessoas muito maior e é
muito mais fácil que elas se sintam ameaçadas
nesse ambiente urbano e ataquem as pessoas,
do que no ambiente rural”, destaca o biólogo.
Os bombeiros reforçam que somente
profissionais habilitados devem agir em
ocorrências com abelhas. “Se deparou com um
ataque de abelhas, deve correr em silêncio e
buscar um lugar seguro, um local fechado. E
evitar que essas abelhas entrem nesse local”,
pondera a capitã Thaise Rocha, do Corpo de
Bombeiros.
Fonte:
https://g1.globo.com/jornalnacional/noticia/2023/06/10/mudancas-climaticas-e-desmatamento-fazem-casos-de-ataques-de-abelhas-disparar-no-pais.ghtml
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Mudanças climáticas e desmatamento fazem
casos de ataques de abelhas disparar no país
Nos quatro primeiros meses de 2023,
mais de 100 pessoas foram atendidas em
hospitais públicos do país com picadas de
abelhas, segundo o Ministério da Saúde – 68% a
mais que no mesmo período do ano passado.
O ataque de abelhas tirou a vida de Emily
Carolina Martins Timoteo, de cinco anos. O corpo foi
enterrado no cemitério de Araçaí, na região central de
Minas Gerais. Os parentes contaram que ela não
demonstrava reações ao sentir dor e nem sabia se
expressar. Os avós da Emily disseram que
encontraram a menina desmaiada nos fundos do sítio.
A criança foi levada para o hospital. Segundo o médico
que atendeu a Emily, ela sofreu uma parada cardíaca,
mas a equipe não conseguiu reanimá-la. O corpo tinha
vários ferimentos de picada de abelha.
Em maio, moradores de um bairro de Belo
Horizonte ficaram assustados com dois ataques
seguidos de abelhas. Minas Gerais é o estado
com maior número de internações neste ano. Em
seguida, vêm São Paulo e Santa Catarina. Em
março, Severino Paulo, de 47 anos, fazia uma
trilha na região metropolitana do Recife quando
foi atacado. Chegou a ser socorrido por
moradores, mas morreu antes de ser atendido.
O especialista Henrique Paprocki explica
que as abelhas mais comuns no Brasil são as
africanizadas, espécie híbrida de origem africana
e europeia. Elas costumam ser mais agressivas.
As mudanças climáticas com mais dias secos e a
redução das áreas verdes têm aumentado o risco
de ataque. “Essas abelhas se espalharam por
toda a América do Sul, então elas estão no
campo e na cidade. Mas, na cidade, nós temos
um adensamento de pessoas muito maior e é
muito mais fácil que elas se sintam ameaçadas
nesse ambiente urbano e ataquem as pessoas,
do que no ambiente rural”, destaca o biólogo.
Os bombeiros reforçam que somente
profissionais habilitados devem agir em
ocorrências com abelhas. “Se deparou com um
ataque de abelhas, deve correr em silêncio e
buscar um lugar seguro, um local fechado. E
evitar que essas abelhas entrem nesse local”,
pondera a capitã Thaise Rocha, do Corpo de
Bombeiros.
Fonte:
https://g1.globo.com/jornalnacional/noticia/2023/06/10/mudancas-climaticas-e-desmatamento-fazem-casos-de-ataques-de-abelhas-disparar-no-pais.ghtml
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Mudanças climáticas e desmatamento fazem
casos de ataques de abelhas disparar no país
Nos quatro primeiros meses de 2023,
mais de 100 pessoas foram atendidas em
hospitais públicos do país com picadas de
abelhas, segundo o Ministério da Saúde – 68% a
mais que no mesmo período do ano passado.
O ataque de abelhas tirou a vida de Emily
Carolina Martins Timoteo, de cinco anos. O corpo foi
enterrado no cemitério de Araçaí, na região central de
Minas Gerais. Os parentes contaram que ela não
demonstrava reações ao sentir dor e nem sabia se
expressar. Os avós da Emily disseram que
encontraram a menina desmaiada nos fundos do sítio.
A criança foi levada para o hospital. Segundo o médico
que atendeu a Emily, ela sofreu uma parada cardíaca,
mas a equipe não conseguiu reanimá-la. O corpo tinha
vários ferimentos de picada de abelha.
Em maio, moradores de um bairro de Belo
Horizonte ficaram assustados com dois ataques
seguidos de abelhas. Minas Gerais é o estado
com maior número de internações neste ano. Em
seguida, vêm São Paulo e Santa Catarina. Em
março, Severino Paulo, de 47 anos, fazia uma
trilha na região metropolitana do Recife quando
foi atacado. Chegou a ser socorrido por
moradores, mas morreu antes de ser atendido.
O especialista Henrique Paprocki explica
que as abelhas mais comuns no Brasil são as
africanizadas, espécie híbrida de origem africana
e europeia. Elas costumam ser mais agressivas.
As mudanças climáticas com mais dias secos e a
redução das áreas verdes têm aumentado o risco
de ataque. “Essas abelhas se espalharam por
toda a América do Sul, então elas estão no
campo e na cidade. Mas, na cidade, nós temos
um adensamento de pessoas muito maior e é
muito mais fácil que elas se sintam ameaçadas
nesse ambiente urbano e ataquem as pessoas,
do que no ambiente rural”, destaca o biólogo.
Os bombeiros reforçam que somente
profissionais habilitados devem agir em
ocorrências com abelhas. “Se deparou com um
ataque de abelhas, deve correr em silêncio e
buscar um lugar seguro, um local fechado. E
evitar que essas abelhas entrem nesse local”,
pondera a capitã Thaise Rocha, do Corpo de
Bombeiros.
Fonte:
https://g1.globo.com/jornalnacional/noticia/2023/06/10/mudancas-climaticas-e-desmatamento-fazem-casos-de-ataques-de-abelhas-disparar-no-pais.ghtml
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Mudanças climáticas e desmatamento fazem
casos de ataques de abelhas disparar no país
Nos quatro primeiros meses de 2023,
mais de 100 pessoas foram atendidas em
hospitais públicos do país com picadas de
abelhas, segundo o Ministério da Saúde – 68% a
mais que no mesmo período do ano passado.
O ataque de abelhas tirou a vida de Emily
Carolina Martins Timoteo, de cinco anos. O corpo foi
enterrado no cemitério de Araçaí, na região central de
Minas Gerais. Os parentes contaram que ela não
demonstrava reações ao sentir dor e nem sabia se
expressar. Os avós da Emily disseram que
encontraram a menina desmaiada nos fundos do sítio.
A criança foi levada para o hospital. Segundo o médico
que atendeu a Emily, ela sofreu uma parada cardíaca,
mas a equipe não conseguiu reanimá-la. O corpo tinha
vários ferimentos de picada de abelha.
Em maio, moradores de um bairro de Belo
Horizonte ficaram assustados com dois ataques
seguidos de abelhas. Minas Gerais é o estado
com maior número de internações neste ano. Em
seguida, vêm São Paulo e Santa Catarina. Em
março, Severino Paulo, de 47 anos, fazia uma
trilha na região metropolitana do Recife quando
foi atacado. Chegou a ser socorrido por
moradores, mas morreu antes de ser atendido.
O especialista Henrique Paprocki explica
que as abelhas mais comuns no Brasil são as
africanizadas, espécie híbrida de origem africana
e europeia. Elas costumam ser mais agressivas.
As mudanças climáticas com mais dias secos e a
redução das áreas verdes têm aumentado o risco
de ataque. “Essas abelhas se espalharam por
toda a América do Sul, então elas estão no
campo e na cidade. Mas, na cidade, nós temos
um adensamento de pessoas muito maior e é
muito mais fácil que elas se sintam ameaçadas
nesse ambiente urbano e ataquem as pessoas,
do que no ambiente rural”, destaca o biólogo.
Os bombeiros reforçam que somente
profissionais habilitados devem agir em
ocorrências com abelhas. “Se deparou com um
ataque de abelhas, deve correr em silêncio e
buscar um lugar seguro, um local fechado. E
evitar que essas abelhas entrem nesse local”,
pondera a capitã Thaise Rocha, do Corpo de
Bombeiros.
Fonte:
https://g1.globo.com/jornalnacional/noticia/2023/06/10/mudancas-climaticas-e-desmatamento-fazem-casos-de-ataques-de-abelhas-disparar-no-pais.ghtml
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Questão presente nas seguintes provas
Mudanças climáticas e desmatamento fazem
casos de ataques de abelhas disparar no país
Nos quatro primeiros meses de 2023,
mais de 100 pessoas foram atendidas em
hospitais públicos do país com picadas de
abelhas, segundo o Ministério da Saúde – 68% a
mais que no mesmo período do ano passado.
O ataque de abelhas tirou a vida de Emily
Carolina Martins Timoteo, de cinco anos. O corpo foi
enterrado no cemitério de Araçaí, na região central de
Minas Gerais. Os parentes contaram que ela não
demonstrava reações ao sentir dor e nem sabia se
expressar. Os avós da Emily disseram que
encontraram a menina desmaiada nos fundos do sítio.
A criança foi levada para o hospital. Segundo o médico
que atendeu a Emily, ela sofreu uma parada cardíaca,
mas a equipe não conseguiu reanimá-la. O corpo tinha
vários ferimentos de picada de abelha.
Em maio, moradores de um bairro de Belo
Horizonte ficaram assustados com dois ataques
seguidos de abelhas. Minas Gerais é o estado
com maior número de internações neste ano. Em
seguida, vêm São Paulo e Santa Catarina. Em
março, Severino Paulo, de 47 anos, fazia uma
trilha na região metropolitana do Recife quando
foi atacado. Chegou a ser socorrido por
moradores, mas morreu antes de ser atendido.
O especialista Henrique Paprocki explica
que as abelhas mais comuns no Brasil são as
africanizadas, espécie híbrida de origem africana
e europeia. Elas costumam ser mais agressivas.
As mudanças climáticas com mais dias secos e a
redução das áreas verdes têm aumentado o risco
de ataque. “Essas abelhas se espalharam por
toda a América do Sul, então elas estão no
campo e na cidade. Mas, na cidade, nós temos
um adensamento de pessoas muito maior e é
muito mais fácil que elas se sintam ameaçadas
nesse ambiente urbano e ataquem as pessoas,
do que no ambiente rural”, destaca o biólogo.
Os bombeiros reforçam que somente
profissionais habilitados devem agir em
ocorrências com abelhas. “Se deparou com um
ataque de abelhas, deve correr em silêncio e
buscar um lugar seguro, um local fechado. E
evitar que essas abelhas entrem nesse local”,
pondera a capitã Thaise Rocha, do Corpo de
Bombeiros.
Fonte:
https://g1.globo.com/jornalnacional/noticia/2023/06/10/mudancas-climaticas-e-desmatamento-fazem-casos-de-ataques-de-abelhas-disparar-no-pais.ghtml
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2921374
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNIOESTE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNIOESTE
Provas:
A construção da Usina Hidrelétrica de
Itaipu envolveu negociações internacionais,
mobilização de milhares de trabalhadores e
milhões de metros cúbicos de material.
Tamanha movimentação reconfigurou
diversas relações sociais e ambientais da
região oeste do Paraná. Sobre a construção e
atuação da Itaipu Binacional, informe se é (V)
verdadeiro ou (F) falso o que se afirma a
seguir e assinale a alternativa correta:
( ) A Itaipu Binacional foi criada em 1974 para realizar a construção da usina hidrelétrica localizada no Rio Iguaçu, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai.
( ) A construção da barragem foi a primeira obra planejada de forma ecohumanizada no Brasil, considerada modelo internacional pelo nível baixíssimo de impactos e denúncias ambientais e humanas na região de sua instalação.
( ) Atualmente, parcerias entre instituições como o Parque Tecnológico de Itaipu e a Unioeste envolvem diversos projetos de desenvolvimento sustentável.
( ) Atualmente, a Itaipu Binacional desenvolve projetos que contribuem com a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como Água potável e saneamento, e energia limpa e acessível.
( ) A Itaipu Binacional foi criada em 1974 para realizar a construção da usina hidrelétrica localizada no Rio Iguaçu, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai.
( ) A construção da barragem foi a primeira obra planejada de forma ecohumanizada no Brasil, considerada modelo internacional pelo nível baixíssimo de impactos e denúncias ambientais e humanas na região de sua instalação.
( ) Atualmente, parcerias entre instituições como o Parque Tecnológico de Itaipu e a Unioeste envolvem diversos projetos de desenvolvimento sustentável.
( ) Atualmente, a Itaipu Binacional desenvolve projetos que contribuem com a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como Água potável e saneamento, e energia limpa e acessível.
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