Foram encontradas 44 questões.
| A caballo regalado, no le mires el diente. |
Disponível em: < http://cvc.cervantes.es/lengua/refranero>. Acesso em: mar. 2017.
En lo que se refiere a los aspectos lingüísticos del refrán, es correcto afirmar:
Provas

Disponível em: <https://mchb.hrsa.gov>. Acesso em: mar. 2017.
Considering the reasons for these women not receiving mental health treatment, the only alternative that disagrees with this graph is
Provas

Economists at the University of Edinburgh have concluded that first-borns have a higher IQ test score than their siblings as early as age one. The findings, published in the Journal of Human Resources, could help explain the so-called birth order effect when older siblings in a family enjoy better wages and more education in later life, according to researchers.
Almost 5,000 children were observed from pre-birth to 14 years old on their family backgroundand economic conditions. Every two years they were assessed on skills including reading and picture vocabulary.
Researchers also analyzed how parental behavior such as smoking and drinking during pregnancy was related to their child's test score. It was found that mothers took "higher risks" during the pregnancy of latter-born children.
Parents also offered less mental stimulation to younger siblings and took part in fewer activities such as reading, crafts and playing musical instruments. The findings showed that advantages enjoyed by first born siblings start from just after birth to three years of age. Parents changed their behavior as subsequent children were born.
WESTON, Phoebe. Disponível em: <http://www.dailymail.co.uk/home/search.html?>.Acesso em: mar.2017.
When compared with their younger siblings, first-born children
Provas
| A caballo regalado, no le mires el diente. |
Disponível em: < http://cvc.cervantes.es/lengua/refranero>. Acesso em: mar. 2017.
Cuando se usa el refrán mencionado, se recomienda
Provas
Como cada martes 13, son muy pocas las parejas que pasan por el registro civil para dar el “sí, quiero”, aunque esta fecha no siempre estuvo marcada por las malas supersticiones, según contó Marcelo Polakoff, rabino de la comunidad judía de Córdoba.
“Martes 13 no te cases, ni te embarques: es un refrán que tiene origen en la cultura española, vinculados a la tradición judía, pero en un contexto que no es muy feliz”, introdujo. Se refiere a la Inquisición en España, donde el pueblo judío sufrió persecución. “Era complicado vivir la religión y ahí es donde surgen los marranos”, en referencia a aquellos judíos secretos, que fingían vivir como cristianos, pero transmitían sus costumbres religiosas a sus descendientes. “Es en ese contexto, los judíos elegían casarse o embarcarse el martes porque traería suerte, conforme a una interpretación de los días de la creación, según el Génesis”, explicó. La buena fortuna asociada al día martes, se complementaba con el 13, “unidad vinculada al amor y lo divino, según la mística judía”. “Esa combinación para la buena suerte para el pueblo judío, en un contexto complicado, se transformó en todo lo contrario. Era algo peligroso. Se perdió la historia de origen”, concluyó.
Disponível em: <http://www.hoy.com.ni> Acesso em: mar. 2017. Adaptado.
De acuerdo con el texto, actualmente la gente no suele casarse el martes 13
Provas

Economists at the University of Edinburgh have concluded that first-borns have a higher IQ test score than their siblings as early as age one. The findings, published in the Journal of Human Resources, could help explain the so-called birth order effect when older siblings in a family enjoy better wages and more education in later life, according to researchers.
Almost 5,000 children were observed from pre-birth to 14 years old on their family backgroundand economic conditions. Every two years they were assessed on skills including reading and picture vocabulary.
Researchers also analyzed how parental behavior such as smoking and drinking during pregnancy was related to their child's test score. It was found that mothers took "higher risks" during the pregnancy of latter-born children.
Parents also offered less mental stimulation to younger siblings and took part in fewer activities such as reading, crafts and playing musical instruments. The findings showed that advantages enjoyed by first born siblings start from just after birth to three years of age. Parents changed their behavior as subsequent children were born.
WESTON, Phoebe. Disponível em: <http://www.dailymail.co.uk/home/search.html?>.Acesso em: mar.2017.
According to the text, fill in the parentheses with T (True) or F (False).
First-born children are said to be smarter than their younger brothers and sisters because
( ) they receive more mental stimulation.
( ) they get more support in developing skills.
( ) mothers take more risky habits during pregnancy.
( ) parents provide them with advantageous activities during early years.
The correct sequence, from top to bottom, is
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: STRIX
Orgão: UNINORTE-AM
ERRO DE PORTUGUÊS
Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena! Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português.
Andrade, Oswald de. Erro de português. Disponível em:
<https://niltonfelipe.wordpress.com/tag/ interpretacao-de-erro-do-poema-de-portugues>. Acesso em: abr. 2017.
A leitura do texto permite que se considere correto inferir que, para o sujeito poético,
Provas
No amor, na política, no esporte – em suma, na vida – podemos escolher entre dois estilos de interpretação. O primeiro é o estilo paranoico, que consiste em culpar Deus e o mundo, ou seja, os outros, por tudo o que acontece de errado.
O segundo é o estilo dito "autoatributivo", que consiste em procurar a causa de nossos percalços em nós mesmos. Para quem pratica o estilo paranoico, os autoatributivos são ingênuos, otários, ignaros das tramas obscuras que estariam sendo urdidas contra todos nós.
Aos olhos dos autoatributivos, os paranoicos, quando não são delirantes, são covardes: acusam os outros para evitar suas responsabilidades. Em geral, meu estilo preferido é o autoatributivo. Não gostei do que aconteceu? O que houve "em mim" que causou ou permitiu esse desfecho?
Enquanto isso, o praticante do estilo paranoico prefere o pronome da terceira pessoa do plural: foram "eles". "Eles" são os banqueiros de Londres e os deputados Fulanos, dizia Mário de Andrade, os corruptos, os políticos, a China que rouba nossos empregos, os americanos imperialistas, os transexuais que atrapalham a paz de nossos banheiros públicos, os intelectuais ou o povo que não sabe votar, tanto faz. "Eles" sempre são os outros, diferentes de nós.
Conselho básico entre parênteses: para educar uma criança ou um adolescente, é melhor renunciar ao estilo paranoico. "Os professores não gostam de mim", ou "a aula não estava clara", ou "não disseram direito sobre o que seria a prova" etc., nada disso interessa. O que importa é (versão autoatributiva) que você não estuda o suficiente. O estilo paranoico é infinitamente mais popular do que o autoatributivo.
CALLIGARIS, Contardo. Por que preferimos explicar o
mundo como se tudo fosse culpa dos outros? Disponível em: <http://m.folha.uol.com.br>. Acesso em: abr. 2017. Adaptado.
O articulista explica porque as pessoas justificam suas falhas culpando os outros. Considerando-se os elementos linguísticos que se articulam entre si, mantendo a coesão textual, é correto afirmar:
Provas

NÃO DEIXE a vida apagar.
Disponível em: <https://www.google.com.br/search>. Acesso em: abr. 2017.
Ao circularem socialmente, os textos realizam-se como práticas de linguagem com atribuições específicas, tanto formais quanto de conteúdo. Nessa campanha publicitária, predomina a função conativa da linguagem, porque o locutor
Provas
Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeira casa é a cidade. E os homens não amam as cidades que os humilham e sufocam, mas aquelas que parecem amoldadas às suas necessidades e desejos, humanizadas e oferecidas - uma cidade deveter a medida do homem.
É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, desfigurados pelo progresso e pela técnica, tornados monstruosos pela conspiração dos elementos que obrigam as criaturas a viver como se estivessem lutando, jungidas a um certo número de rituais que as impedem de parar no meio de uma calçada para ver uma criança ou as levam a atravessar uma rua como se estivessem fugindo da morte.
Em cidades assim, a criatura humana pouco ou nada vale, porque não existe entre ela e a paisagem a harmonia necessária que torna a vida uma coisa digna. E o habitante, escravizado pelo monstro, vai-se repetindo diariamente, correndo para as filas dos alimentos, dos transportes, do trabalho e das diversões, proibido de fazer algo que lhe dê a certeza da própria existência.
Para que se ame uma cidade, é preciso que ela se amolde à imagem e semelhança dos seus munícipes, possua a dimensão das criaturas humanas.
O habitante deve sentir-se livre e solidário, e não um guerreiro sozinho, um terrorista em silêncio. Deve encontrar na paisagem os motivos que o entranham à vida e ao tempo. E ele não quer a paisagem dos turistas, onde se consegue a beleza infensa dos postais monumentalizados; reclama somente os lugares que lhe estimulem a fome de viver, sonegando-o aos cansaços e desencantos.
IVO, Lêdo. A fábula da cidade. Disponível em: <http://biucsproject.org>. Acesso em: abr. 2017. Adaptado.
A crônica trata da importância da cidade na vida dos homens, revelando que é preciso que ela se ajuste às necessidades de seus habitantes, para que eles sintam “fome de viver”.
Tendo em vista os aspetos morfossintáticos que contribuem para a organização do texto, é correto afirmar:
Provas
Caderno Container