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Foram encontradas 44 questões.

2543963 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: UNINORTE-AM
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Enunciado 2962378-1

NÃO adianta reclamar disso. Disponível em: <http://www.google.com.br/search>. Acesso em: abr. 2017.

Toda palavra, na língua portuguesa, só passa a ter um real significado quando contextualizada, ocorrendo também, não raro, a migração de vocábulos de uma classe gramatical para outra. No contexto em análise, a partícula “SE” assume um valor

 

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2543962 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: UNINORTE-AM
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Os movimentos vanguardistas são revolucionários, pois desejam a mudança da sociedade no sentido de algo melhor. O Dadaísmo surge, em meio à guerra, em 1916, do encontro de um grupo de refugiados com o intuito de fazer algo significativo que chocasse a burguesia da época. A peça Ferro de passar, de Man Ray, é uma obra dadaísta.

Enunciado 2962377-1

Ferro de passar, 1921, de Man Ray (1890 - 1976)

FERRO de passar, pregos, 15,3 x 11,4cm. [Nova Iorque,

The Museum of Modern Art]. Disponível em: <http://vanguarda-dadaismo.webnode.com/obras>. Acesso em: abr. 2017.

A transformação de um ferro de passar, objeto comum do cotidiano, em arte, nesse caso, representa

 

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2543961 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: UNINORTE-AM
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As pessoas se preocupam em ser simpáticas, mas pouco se esforçam para ser empáticas, e algumas talvez nem saibam direito o que o termo significa. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreendê-lo emocionalmente. Vai muito além da identificação. Podemos até não sintonizar com alguém, mas nada impede que entendamos as razões pelas quais ele se comporta de determinado jeito, o que o faz sofrer, os direitos que ele tem.

Nada impede? Foi força de expressão. O narcisismo, por exemplo, impede a empatia. A pessoa é tão autofocada, que para ela só existem dois tipos de gente: os seus iguais e o resto, sendo que o resto não merece um segundo olhar. Narciso acha feio o que não é espelho. Ele se retroalimenta de aplausos, elogios e concordâncias, e assim vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga respeito.

Afora o narcisismo, existe outro impedimento para a empatia: a ignorância. Pessoas que não circulam, não possuem amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência.

E afora o narcisismo e a ignorância, há o mau-caratismo daqueles que, mesmo tendo o dever de pensar no bem público, colocam seus próprios interesses acima dos de todos, e aí os exemplos se empilham: políticos corruptos, empresários que só visam ao lucro sem respeitar a legislação, pessoas que “compram” vagas de emprego e de estudo que deveriam ser conquistadas através dos trâmites usuais, sem falar em atitudes prosaicas, como furar fila, estacionar em vaga para deficientes, terminar namoros pelo Facebook, faltar a compromissos sem avisar antes, enfim, aquelas “coisinhas” que se faz no automático, sem pensar que há alguém do outro lado do balcão que irá se sentir prejudicado ou magoado.

Ninguém espera que você e eu passemos a agir como heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência de que só desenvolvendo a empatia é que se cria uma corrente de acertos e de responsabilidade – colocar-se no lugar do outro não é uma simples gentileza que se faz, é a solução para sairmos dessa barbárie disfarçada e sermos uma sociedade civilizada de fato.

MEDEIROS, Marta. Empatia. Disponível em: <http://avaranda.

blogspot.com.br/2013/01/empatia-marthamedeiros. html>. Acesso em: abr. 2017. Adaptado.

A análise dos elementos linguísticos presentes na tessitura do texto permite que se considere correto o que se afirma em

 

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2543960 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: UNINORTE-AM
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As pessoas se preocupam em ser simpáticas, mas pouco se esforçam para ser empáticas, e algumas talvez nem saibam direito o que o termo significa. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreendê-lo emocionalmente. Vai muito além da identificação. Podemos até não sintonizar com alguém, mas nada impede que entendamos as razões pelas quais ele se comporta de determinado jeito, o que o faz sofrer, os direitos que ele tem.

Nada impede? Foi força de expressão. O narcisismo, por exemplo, impede a empatia. A pessoa é tão autofocada, que para ela só existem dois tipos de gente: os seus iguais e o resto, sendo que o resto não merece um segundo olhar. Narciso acha feio o que não é espelho. Ele se retroalimenta de aplausos, elogios e concordâncias, e assim vai erguendo uma parede que o blinda contra qualquer sentimento que não lhe diga respeito.

Afora o narcisismo, existe outro impedimento para a empatia: a ignorância. Pessoas que não circulam, não possuem amigos, não se informam, não leem, enfim, pessoas que não abrem seus horizontes tornam-se preconceituosas e mantêm-se na estreiteza da sua existência.

E afora o narcisismo e a ignorância, há o mau-caratismo daqueles que, mesmo tendo o dever de pensar no bem público, colocam seus próprios interesses acima dos de todos, e aí os exemplos se empilham: políticos corruptos, empresários que só visam ao lucro sem respeitar a legislação, pessoas que “compram” vagas de emprego e de estudo que deveriam ser conquistadas através dos trâmites usuais, sem falar em atitudes prosaicas, como furar fila, estacionar em vaga para deficientes, terminar namoros pelo Facebook, faltar a compromissos sem avisar antes, enfim, aquelas “coisinhas” que se faz no automático, sem pensar que há alguém do outro lado do balcão que irá se sentir prejudicado ou magoado.

Ninguém espera que você e eu passemos a agir como heróis ou santos, apenas que tenhamos consciência de que só desenvolvendo a empatia é que se cria uma corrente de acertos e de responsabilidade – colocar-se no lugar do outro não é uma simples gentileza que se faz, é a solução para sairmos dessa barbárie disfarçada e sermos uma sociedade civilizada de fato.

MEDEIROS, Marta. Empatia. Disponível em: <http://avaranda.

blogspot.com.br/2013/01/empatia-marthamedeiros. html>. Acesso em: abr. 2017. Adaptado.

Os diferentes gêneros textuais desempenham funções sociais diversas, reconhecidas pelo leitor por meio de suas características específicas que os identifica, bem como da situação comunicativa em que o produtor da mensagem se insere.

Considerando-se os elementos discursivos desse texto, é correto afirmar que se trata de

 

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