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Foram encontradas 100 questões.

2484098 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Sobre os diversos tipos de departamentalização, é correto afirmar que os principais são por funções, por produtos e por serviços, por localização geográfica, por clientes, por fases do processo e por projetos, sendo que a departamentalização por função também é conhecida como departamentalização funcional.
 

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2483662 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Empreendedor é o indivíduo que exclusivamente cria negócios ou viabiliza ideias.
 

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2483315 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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O sigilo profissional é uma característica importante para o desenvolvimento da profissão de Secretário (a) e está presente no Código de Ética Profissional, Capítulo IV, Art. 6º.
 

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2483271 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Durante as fases do planejamento e da organização de um evento, são utilizados alguns instrumentos que auxiliam no controle e desenvolvimento das atividades, sendo dois deles muito usados: o briefing e o checklist.
 

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Art. 3º: A Unilab tem como missão produzir e disseminar o saber universal, de modo a contribuir para o desenvolvimento social, cultural e econômico do Brasil e dos países de língua portuguesa, por meio da formação de cidadãos com sólido conhecimento filosófico, científico, cultural e técnico, compromissada com a superação das desigualdades sociais.
(ESTATUTO da Unilab).
Na Unilab, a produção e a disseminação do saber universal serão atingidos mediante a geração de conhecimentos, integrados no ensino, na pesquisa e na extensão e pela promoção do intercâmbio cultural, científico e educacional entre os países conveniados.
 

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2482550 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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A organização pode disponibilizar o acesso à internet e à intranet, para auxiliar o desenvolvimento das atividades do dia a dia do profissional e a disseminação de comunicações internas respectivamente, entendendo-se por intranet uma rede de computadores privada de uso exclusivo local.
 

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2482112 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Os documentos mais utilizados e o recebimento de novos documentos constituem o arquivo inativo.
 

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TEXTO:
A cidade não é apenas a organização funcional do espaço, suas ruas e edificações, seus bairros, pessoas carregando sonhos, isoladas na multidão, em um deserto de prédios, que aboliu o horizonte e apagou as estrelas. A cidade é a expressão das relações sociais de produção capitalista, sua materialização política e espacial que está na base da produção e reprodução do capital.
A cidade é a forma reificada dessas relações, mas também do amadurecimento das contradições que lhes são próprias. É a unidade de contrários, não apenas pelas profundas desigualdades, mas pela dinâmica da ordem e da explosão. As contradições, na maioria das vezes, explodem, cotidianamente, invisíveis. Bairros e pessoas pobres, assaltos, lixo, doenças, engarrafamentos, drogas, violência, exploração, mercado de coisas e de corpos transformados em coisas. As contradições surgem como grafites que insistem em pintar de cores e beleza a cidade cinza e feia. Estão lá, pulsando, nas veias que correm sob a pele urbana.
As pessoas vivem as explorações cotidianas das contradições urbanas na forma de uma serialidade, isto é, presas em seus casulos individuais, estão no mesmo lugar fazendo as mesmas coisas, mas não formam um grupo, e sim um coletivo serial no qual prevalece a indiferença mútua.
No âmbito da serialidade e do cotidiano, a consciência correnponde ao que Lukács denomina de consciência reificada – ou o senso comum para Gramsci. Submetidos à sociedade do capital, interiorizamos as relações sociais na forma de uma representação que as toma como naturais e imutáveis. Nossa consciência imediata assume uma forma particular da realidade como se fosse a realidade, que sempre foi e sempre será assim. Navegamos nas diferentes esferas que compõem a vida de forma fragmentária e superficial, e não como totalidade articulada.
O real aqui se apresenta como uma impossibilidade, nos termos freudianos “princípio de realidade”, que deve condicionar a realização do desejo. Para o pai da psicanálise, não há civilização sem repressão. Será Reich quem irá nos lembrar que “a definição do princípio da realidade como exigência da sociedade permanece formal, se não se acrescentar concretamente que o princípio da realidade, sob a forma que se reveste para nós atualmente, é o princípio da sociedade capitalista”.
LASI, M. L. A rebelião, a cidade e a consciência. In: MARICATO,
E. et al. Cidades rebeldes: passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. São Paulo: Boitempo: Carta Maior, 2013. p. 40-41.
A cidade aparece, no texto, como um espaço em que organização e desorganização coexistem.
 

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2481422 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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A inteligência emocional está relacionada com a capacidade de perceber, avaliar e reconhecer a emoção em si mesmo e nos outros.
 

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TEXTO:
A cidade não é apenas a organização funcional do espaço, suas ruas e edificações, seus bairros, pessoas carregando sonhos, isoladas na multidão, em um deserto de prédios, que aboliu o horizonte e apagou as estrelas. A cidade é a expressão das relações sociais de produção capitalista, sua materialização política e espacial que está na base da produção e reprodução do capital.
A cidade é a forma reificada dessas relações, mas também do amadurecimento das contradições que lhes são próprias. É a unidade de contrários, não apenas pelas profundas desigualdades, mas pela dinâmica da ordem e da explosão. As contradições, na maioria das vezes, explodem, cotidianamente, invisíveis. Bairros e pessoas pobres, assaltos, lixo, doenças, engarrafamentos, drogas, violência, exploração, mercado de coisas e de corpos transformados em coisas. As contradições surgem como grafites que insistem em pintar de cores e beleza a cidade cinza e feia. Estão lá, pulsando, nas veias que correm sob a pele urbana.
As pessoas vivem as explorações cotidianas das contradições urbanas na forma de uma serialidade, isto é, presas em seus casulos individuais, estão no mesmo lugar fazendo as mesmas coisas, mas não formam um grupo, e sim um coletivo serial no qual prevalece a indiferença mútua.
No âmbito da serialidade e do cotidiano, a consciência correnponde ao que Lukács denomina de consciência reificada – ou o senso comum para Gramsci. Submetidos à sociedade do capital, interiorizamos as relações sociais na forma de uma representação que as toma como naturais e imutáveis. Nossa consciência imediata assume uma forma particular da realidade como se fosse a realidade, que sempre foi e sempre será assim. Navegamos nas diferentes esferas que compõem a vida de forma fragmentária e superficial, e não como totalidade articulada.
O real aqui se apresenta como uma impossibilidade, nos termos freudianos “princípio de realidade”, que deve condicionar a realização do desejo. Para o pai da psicanálise, não há civilização sem repressão. Será Reich quem irá nos lembrar que “a definição do princípio da realidade como exigência da sociedade permanece formal, se não se acrescentar concretamente que o princípio da realidade, sob a forma que se reveste para nós atualmente, é o princípio da sociedade capitalista”.
LASI, M. L. A rebelião, a cidade e a consciência. In: MARICATO,
E. et al. Cidades rebeldes: passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. São Paulo: Boitempo: Carta Maior, 2013. p. 40-41.
A afirmação inicial do segundo parágrafo constitui um raciocínio do autor que se opõe às ideias de Lukács e Gramsci no quarto parágrafo.
 

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